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O Diário do Norte do Paraná
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“A UEM está no rol de prioridades do município e da região! Essas lideranças voluntariamente nos procuraram, estão dispostas a ajudar as causas da universidade e hoje estamos discutindo os próximos encaminhamentos”, resume o reitor.

A expectativa de Damasceno é que em médio prazo as obras possam ser entregues. “A UEM tem uma grande importância para Maringá e toda a região, tanto na formação de pessoas como em desenvolvimento e pesquisa. Então, buscamos auxiliar a UEM na captação desses recursos junto ao governo do Estado”, compromete-se Soares, que pretende reunir-se com entidades da sociedade civil organizada e deputados estaduais do Paraná para alcançar o objetivo. O presidente da Acim acredita que a finalização das obras, em pausa desde 2013, trará mais desenvolvimento.

Entenda o caso

Em 30 de novembro de 2018, a então governadora Cida Borghetti havia liberado R$ 59,5 milhões dos cofres públicos, mas em 7 de janeiro Ratinho assinou o bloqueio deles. Do montante anteriormente liberado, R$ 2,5 milhões iriam para acabamento de obras na nova ala do HUM e na clínica odontológica; R$ 4 milhões para custeio da UEM; R$ 3 milhões para custeio do HUM; e R$ 50 milhões para as obras paralisadas, apontadas no Relatório de Acompanhamento de Obras, elaborado pela Prefeitura do Câmpus (PCU) da UEM.

As obras paradas são: reformas para acessibilidade; Bloco B-12, de Ciências Contábeis e Administração; Bloco C-90, de Engenharia de Produção, Engenharia de Alimentos, Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica; Bloco I-24, de História, Artes Cênicas, Artes Visuais e Comunicação e Multimeios; Bloco I-46, de Biologia e Biomedicina; Bloco J-90, do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas (Lepac); Bloco M-40, do Teatro com 1 mil lugares e do Centro de Eventos com capacidade para 600 pessoas; centro cirúrgico e bloco industrial do HUM.

Ainda de acordo com o relatório da PCU/UEM, já disponibilizado à Acim, à Noroeste Garantia, ao Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem) e ao governo do Estado, as obras que têm parte dos recursos, advindos de emendas federais, mas insuficientes para finalização, são: Bloco do Design em Cianorte (PR); Biblioteca e Centros Acadêmicos em Goioerê (PR); Bloco da Psicologia; Bloco da Diretoria de Material e Patrimônio (DMP).

(Com Assessoria de Comunicação da UEM)

https://d.odiario.com/maringa/756735/com-apoio-da-acim-e-noroeste-garantias-uem-solicita-verbas-ao-estado