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Sáb, Dez

Os reitores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgaram nota em que criticam os cortes de verba das universidades federais e convocam a comunidade acadêmica a "debater problemas da educação e ciência" nesta quarta-feira, 15, quando estão previstos protestos em defesa da educação em todo o País. Organizadas por entidades estudantis e de docentes, as manifestações são contrárias ao bloqueio de recursos feito pelo Ministério da Educação, que afeta do ensino infantil aos cursos de pós-graduação.

Em nota, o Conselho dos Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) diz que "conclama a comunidade acadêmica" para o debate, diz que os cortes de verba na área são um "equívoco estratégico" e têm consequências para o desenvolvimento do País.

Embora os cortes anunciados pelo governo Jair Bolsonaro atinjam de forma mais imediata as universidades federais, as estaduais também são afetadas, uma vez que recebem verbas de financiamento de agências de fomento ligadas ao governo federal.

Particulares

Escolas privadas de São Paulo também aderiram à manifestação e vão paralisar as atividades. Os Colégios Equipe, Gracinha, Waldorf Micael, Recreio e Politeia comunicaram os pais sobre a adesão ao protesto. No Colégio Oswald de Andrade, os alunos enviaram uma carta à direção e aos pais, informando que vão à manifestação. O colégio cancelou passeios e excursões que estavam marcados para esta quarta.

Além do contingenciamento na educação, eles também são contrários a políticas que são defendidas pelo governo Jair Bolsonaro (PSL), como o projeto de lei Escola sem Partido e mudanças nas diretrizes de ensino, citando por exemplo alterações no teor das questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) diz que está aberto ao diálogo com todas as instituições de educação para "buscar caminhos para o fortalecimento do ensino no País". Diz ainda que os bloqueios de verba são "preventivos". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

https://d.odiario.com/geral/760716/universidades-e-escolas-paulistas-aderem-a-paralisacao

O primeiro projeto para impulsionar o agronegócio na área de abrangência da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense vai ser apresentado no próximo dia 14 de maio. A data foi definida na reunião entre prefeitos da região da Amusep, representantes da Universidade Estadual de Maringá, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), do Gabinete da Casa Civil do Governo e do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). O encontro ocorreu nesta terça-feira (16), pela manhã, na sede da Amusep, em Maringá.

Nos dias 25 de abril, três e 14 de maio, um grupo de trabalho vai se reunir, no campus sede da UEM, para eleger o tema a ser contemplado; elaborar o passo a passo para colocar o projeto em prática; e validar o Plano de Ação. Entre os dias 16 e 18 de maio, o documento será entregue ao governador do Estado do Paraná, Carlos Roberto Massa Júnior, Ratinho Júnior, durante a instalação do governo itinerante, em Maringá, como parte integrante da programação da 47ª Exposição Feira Agropecuária, Industrial e Comercial da cidade, a Expoingá 2019.

Expectativa

No encontro desta terça-feira, ficou definido, também que a “Força-Tarefa”, responsável por redigir o projeto, será composta pelos prefeitos, secretários municipais de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, Agricultura e Meio Ambiente, professores dos departamentos de Agronomia e Zootecnia da UEM, representantes da Seab e extensionistas da Emater. “Será a primeira de uma série de iniciativas a serem adotadas pelos 30 municípios da região, a partir desta nova parceria entre a Universidade e a Amusep”, destacou o reitor da UEM, professor Júlio César Damasceno, ao concluir a primeira reunião para discutir formas de aproximar o conhecimento acumulado pelo meio acadêmico das necessidades de as prefeituras promoverem o desenvolvimento regional.

Para o presidente da Amusep, prefeito de Atalaia, Fábio Fumagalli Vilhena de Paiva, o passo inicial do novo relacionamento entre a entidade e a Universidade foi importante para os pesquisadores da UEM apresentarem o trabalho realizado por eles e sinalizarem possíveis áreas de atuação do projeto a ser elaborado. Ressaltou que a reunião desta terça-feira teve o caráter de agregar o apoio dos organismos oficiais ligados ao agronegócio, como a Seab e a Emater. Aproveitou, ainda, para convidar o secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Munhoz de Mello, Gilmar José Benkendorf Silva, prefeito da cidade por dois mandatos consecutivos, entre 2005 e 2012, e presidente da Amusep, Gestão 2009, para coordenar a equipe da Associação e articular a constituição da Câmara Técnica do Agronegócio da entidade. “É uma honra poder integrar um grupo com tantos expoentes da academia e da estrutura técnica do Estado e contribuir com a nossa Amusep”, comentou ao aceitar o “desafio”.

Diversificar

Durante a reunião desta terça-feira, os prefeitos apresentaram alguns pontos a serem levados em consideração na hora de elaborar o projeto. O presidente do Consórcio Público Intermunicipal de Gestão da Amusep (Pró-Amusep), prefeito de Ângulo Rogério Aparecido Bernardo, declarou ser preciso retomar as discussões sobre a criação do Serviço de Inspeção Metropolitano, o SIM, para oferecer condições de os produtos da agroindústria, principalmente, familiar serem vendidos na região. Hoje, pães, queijo, linguiça e demais alimentos processados devem exibir o selo do Serviço de Inspeção do Paraná para poderem ser comercializados fora dos limites do município de origem.

A sugestão do prefeito de Nova Esperança, Moacir Olivatti, é apresentar uma versão modernizada e aperfeiçoada das “Vilas Rurais”. Para ele, é uma forma de proporcionar áreas de terras suficientes para manter ou fazer com que o homem do campo fixe-se nas propriedades. Principalmente, nos pequenos municípios, a maioria dentro da Amusep, e nos distritos. “É uma opção viável para promover a diversificação de culturas e de fontes de renda”, argumentou.

A prefeita de Paranacity, Sueli Terezinha Wanderbrook, concorda com a proposta. “Temos duas vilas rurais e um assentamento no município. São estruturas produtivas, mas que necessitam de ampliar os canais de distribuição”, acrescentou. O secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico de Sarandi, Jair Carneiro, fez coro. De acordo com ele, as vilas rurais favorecem a organização dos agricultores em associação e cooperativas, que são “vitais” para viabilizar a atividade no campo. “O associativismo contribui para reduzir os custos de produção e ampliar os ganhos na comercialização”, resumiu.

O vice-prefeito de Maringá, Edson Scabora, ratificou o apoio às iniciativas da Associação e voltou a colocar a estrutura técnica da prefeitura à disposição para que as ações a serem priorizadas “multipliquem-se e frutifiquem na maioria dos municípios onde forem adotadas”. O assessor Especial da Casa Civil para o Noroeste do Paraná, Edgar Silvestre, o Deca, prefeito de Marialva por dois mandatos consecutivos, entre 2009 e 2016, e presidente da Amusep, Gestão 2013, citou pesquisa que indica que 70% dos produtos hortigranjeiros vendidos na Central de Abastecimento (Ceasa), em Maringá, são importados e que esse índice é acima de 90% nos supermercados. “Uma enorme janela de oportunidades para nossos municípios”, resumiu.

Capilaridade

No primeiro compromisso oficial como chefe do Núcleo Regional da Secretária de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Jucival Pereira de Sá, avalia que a uma aproximação maior e mais efetiva entre a Amusep e a UEM vai render “colheitas fartas” para a população. Afirmou ser parceiro da iniciativa e que vai colocar as três décadas como técnico da Emater e a experiência de 29 anos de serviços prestados à Sociedade Rural de Maringá, inclusive como diretor de Pecuária da entidade e responsável por reunir os animais que ficam expostos nas edições da Expoingá, a favor da concretização dos projetos que vão surgir frutos da nova parceria.

Com praticamente um extensionista em cada município da região da Amusep, o gerente Regional da Emater, César Miguel Candeo dos Santos, destacou as parcerias com a UEM e que vê com muita expectativa e esperança a nova proposta sugerida pela Associação de Municípios e a Universidade Estadual. Ressaltou a necessidade de fortalecer os canais de distribuição e de consolidar estruturas que promovam a união dos agricultores. “Temos que usar a tecnologia disponível para inovarmos e tornarmos nossa produção mais competitiva no mercado”, justificou.

Produção Científica

No primeiro contato com os prefeitos, os pesquisadores da UEM, além de se apresentarem e se mostrarem entusiasmados com a ideia da nova parceria, expuseram as áreas de atuações e mostraram resultados dos trabalhos deles. Citaram que há mais de dez anos a Universidade desenvolve um projeto de melhoramento genético do peixe tilápia, que é único no Brasil. Que foi, inclusive, exportado para o Uruguai e Cuba. Também fizeram alerta sobre a perda de 50% das hortaliças produzidas na região, por falta de técnicas no manuseio, processamento, transporte e logística de distribuição.

Outra pesquisa foi a que resultou na produção de álcool combustível a partir de uma variedade de batata doce, melhorada geneticamente em laboratório, que se mostrou tão produtiva quanto à cana-de-açúcar. O chefe do Departamento de Agronomia da UEM, professor Carlos Alberto de Bastos Andrade, avaliou como “fundamental” promover a aproximação da UEM com a comunidade, a partir da Amusep. Principalmente, no momento atual, onde o Governo do Estado se mostra aberto a ideias e projetos. “Vamos elaborar ações de médio prazo, prever a continuidade e realizá-las de forma conjunta e coordenada”, disse.

(Com informações Comunicação Amusep)

https://d.odiario.com/parana/757399/amusep-e-uem-definem-data-para-apresentar-primeiro-projeto-para-o-agronegocio-regional

Nesta terça-feira (16), pela manhã, prefeitos da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense e professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) vão definir áreas para desenvolver projetos que impulsionem o agronegócio regional. O encontro terá início às 9 horas, na sede da Amusep. Também estão confirmadas as presenças de secretários municipais e de representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), do Gabinete da Casa Civil do Governo, do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), e do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar).

O presidente da Amusep, prefeito de Atalaia, Fábio Fumagalli Vilhena de Paiva, destaca que a reunião começou a ser planejada durante uma visita que ele fez à Reitoria da UEM, no dia 25 de março, onde foi recebido pelo reitor e o vice-reitor, professores Júlio César Damasceno e Ricardo Dias Silva. “A ideia é aproveitar o conhecimento do corpo técnico da UEM para implantarmos programas que auxiliem a dinamizar a economia dos 30 municípios da área de abrangência da Associação”, ressalta. Na opinião dele, tem muita pesquisa que pode ser aplicada para gerar emprego e renda.

Para o reitor, um dos papéis da Universidade é direcionar o resultado do trabalho dos professores para multiplicar fontes de receita e de abertura de postos de trabalho. Ele acredita que os projetos para o agronegócio vão abrir uma série de ações voltadas para promoverem ciclos de prosperidade na região. “A produção científica da UEM é rica e pode ser usada em diversos segmentos tanto na gestão do setor público quanto no aprimoramento da iniciativa privada”, acrescenta.

https://d.odiario.com/parana/757194/amusep-e-uem-definem-projetos-para-o-agronegocio-regional

 

Termina nesta terça-feira (16) o prazo para o requerimento da isenção na taxa de inscrição do Vestibular de Inverno 2019 da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O candidato tem de preencher o requerimento e encaminhá-lo a um dos câmpus listados no edital ou enviar a correspondência registrada, com data de postagem até amanhã, para a Comissão Central do Vestibular Unificado da UEM (Av. Colombo, 5.790 - Zona 7).

Para ter direito ao beneficio é necessário estar regularmente cadastrado no CadÚnico para Programas Sociais do governo federal. Os procedimentos e documentação exigida estão discriminados no edital. O resultado da análise dos pedidos será publicado em edital no dia 26 de abril pela internet

O período de inscrições para o vestibular segue até o dia 8 de maio. A taxa é de R$ 156. Para este concurso, a UEM oferece 1.494 vagas em cerca de 70 cursos de graduação - 20% das vagas estão reservadas para o sistema de cotas. 

As provas serão aplicadas nos dias 14 e 15 de julho, das 13h50 às 19h, em 11 cidades: Maringá, Cascavel, Curitiba, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama. A lista dos aprovados será publicada no dia 16 de agosto.

PARA TER DIREITO AO BENEFICIO É NECESSÁRIO ESTAR REGULARMENTE CADASTRADO NO CADÚNICO PARA PROGRAMAS SOCIAIS; UEM OFERECE 1.494 VAGAS EM CERCA DE 70 CURSOS DE GRADUAÇÃO. DIVULGAÇÃO/ UEM

Vestibular de Música

A UEM recebe inscrições para o curso de extensão preparatório para o vestibular de Música. Há 30 vagas disponíveis e o prazo termina nesta quarta-feira (17).

Para se inscrever basta comparecer à secretaria do Departamento de Música (DMU), Bloco 8 da UEM, munido de documentos pessoais, preencher uma ficha e pagar a taxa de matrícula, no valor de R$ 30.

As aulas são teóricas, com foco nas provas de percepção musical e de conhecimento gerais de música. Serão ministradas de 6 de abril a 19 de outubro, aos sábados, das 9h às 12h, no Bloco 8. Além da taxa de inscrição, serão cobradas seis parcelas de R$ 50.

O curso é coordenado pela professora Cássia Virgínia Coelho de Souza. Para tirar dúvidas, ligue (44) 3011-4092 ou envie e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

(Com informações da assessoria de comunicação da UEM)

https://d.odiario.com/maringa/757139/prazo-para-pedido-de-isencao-da-taxa-termina-nesta-terca

 

“A UEM está no rol de prioridades do município e da região! Essas lideranças voluntariamente nos procuraram, estão dispostas a ajudar as causas da universidade e hoje estamos discutindo os próximos encaminhamentos”, resume o reitor.

A expectativa de Damasceno é que em médio prazo as obras possam ser entregues. “A UEM tem uma grande importância para Maringá e toda a região, tanto na formação de pessoas como em desenvolvimento e pesquisa. Então, buscamos auxiliar a UEM na captação desses recursos junto ao governo do Estado”, compromete-se Soares, que pretende reunir-se com entidades da sociedade civil organizada e deputados estaduais do Paraná para alcançar o objetivo. O presidente da Acim acredita que a finalização das obras, em pausa desde 2013, trará mais desenvolvimento.

Entenda o caso

Em 30 de novembro de 2018, a então governadora Cida Borghetti havia liberado R$ 59,5 milhões dos cofres públicos, mas em 7 de janeiro Ratinho assinou o bloqueio deles. Do montante anteriormente liberado, R$ 2,5 milhões iriam para acabamento de obras na nova ala do HUM e na clínica odontológica; R$ 4 milhões para custeio da UEM; R$ 3 milhões para custeio do HUM; e R$ 50 milhões para as obras paralisadas, apontadas no Relatório de Acompanhamento de Obras, elaborado pela Prefeitura do Câmpus (PCU) da UEM.

As obras paradas são: reformas para acessibilidade; Bloco B-12, de Ciências Contábeis e Administração; Bloco C-90, de Engenharia de Produção, Engenharia de Alimentos, Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica; Bloco I-24, de História, Artes Cênicas, Artes Visuais e Comunicação e Multimeios; Bloco I-46, de Biologia e Biomedicina; Bloco J-90, do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas (Lepac); Bloco M-40, do Teatro com 1 mil lugares e do Centro de Eventos com capacidade para 600 pessoas; centro cirúrgico e bloco industrial do HUM.

Ainda de acordo com o relatório da PCU/UEM, já disponibilizado à Acim, à Noroeste Garantia, ao Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem) e ao governo do Estado, as obras que têm parte dos recursos, advindos de emendas federais, mas insuficientes para finalização, são: Bloco do Design em Cianorte (PR); Biblioteca e Centros Acadêmicos em Goioerê (PR); Bloco da Psicologia; Bloco da Diretoria de Material e Patrimônio (DMP).

(Com Assessoria de Comunicação da UEM)

https://d.odiario.com/maringa/756735/com-apoio-da-acim-e-noroeste-garantias-uem-solicita-verbas-ao-estado

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