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Dom, Nov

Começou nesta segunda-feira (12) e vai até quarta-feira (14) a feira de Economia Solidária, que integra o evento Universal Views of Work in Agriculture, na Universidade Estadual de Maringá (UEM). Há participação de artistas e artesões de Maringá e região. O evento acontece no estacionamento do Bloco C-34, entre 8h e 18h, com entrada gratuita.

São aproximadamente 15 expositores do setor de alimentos, roupas, decoração, quadros, entre outros produtos. Na programação também constam apresentações artísticas, coleta de lixo eletrônico, oficinas, entre outras atividades.

Um dos participantes é o artista Clóvis Pedrinho que apresenta quadros e painéis no estilo assemblage. “É uma maneira de mostrar o nosso trabalho e interagir com outros segmentos de arte e cultura”, disse o expositor que usa o pseudônimo de Acumulador Arteiro.

Também há opções de trocas de produtos, favorecendo a economia solidária, como destaca o nome do evento que está em sua terceira edição.

ECONOMIA SOLIDÁRIA. Cerca de 15 expositores de vários segmentos participam do evento que segue até a quarta-feira, 14. DIVULGAÇÃO

https://maringa.odiario.com/maringa/2018/11/feira-de-economia-solidaria-reune-artistas-e-artesoes-independentes/2529765/

Sair de uma cidade pequena do interior do Paraná e ser chefe de setor numa das principais empresas de moda do mundo parece ser o sonho de princesa típico de um uma comédia romântica hollywoodiana. E foi quase o que aconteceu com a chefe de Projetos Digitais da Chanel, em Paris, Mariana Medeiros Seixas, 29 anos. Ela saiu de Cianorte (a aproximadamente 70km de Maringá) em 2011 depois de se formar em Moda, no campus regional da Universidade Estadual de Maringá (UEM), e foi trilhar carreira prossional na Europa por conta própria. "O brasileiro que consegue trabalhar em boas empresas fora do país tem algumas coisas em comum: muita perseverança, inteligência social, humildade, bom humor e sabe trabalhar em equipe", disse em entrevista ao O Diário, ao comentar sobre oportunidades, alunos e novos profissionais que se interessam por atualizações, baseada em seus contatos com amigas brasileiras na Europa. "O currículo conta, claro. Mas, o lado humano é também muito importante".

Hoje Mariana Medeiros é chefe de Projetos Digitais da Chanel, em Paris, coordenando a organização de conteúdos, atualizações e evoluções do site e aplicativo de uma das principais marcas de moda mundial.

Ela esteve em Cianorte nesta semana visitando familiares e foi convidada pelo professor Ronaldo Vasques para palestrar para alunos do segundo e terceiro ano de Moda da UEM/Cianorte.

Falou sobre o curso de Moda, sua trajetória profissional, como entrou na Chanel, seu trabalho na empresa, seu doutorado em Paris, entre outros assuntos. "Muitos dos novos profissionais que observo, aqui [no Brasil] ou na França tem uma certa pretensão ou exigem uma evolução muito rápida na empresa. É preciso paciência e investimento pessoal", considera sobre a formação de mão de obra.

Num outro olhar sobre o mercado que atua ela aponta a relação das tantas novidades instantâneas entre Moda, Tecnologia e Comunicação.

"Acho que não falta conhecimento das ferramentas. Mas, talvez seria interessante desenvolver uma reexão de como usá-las de maneiras diferentes", diz sobre o uso dos novos recursos. De quem mesmo com currículo respeitável e tantas ferramentas disponíveis, faz posts minimalistas em sua página no Instagram, enquanto o app é usado de maneira over e exibicionista no Brasil.

Local

Os cursos de Moda em Cianorte têm um paradoxo: ao mesmo tempo em que formam bons profissionais, o mercado local não valoriza e o graduado sai para outros mercados. É comum nas maiores empresas a contratação de estagiários e quando eles se formam não são efetivados por questões salariais. E assim segue um ciclo de contrata e dispensa estagiários enquanto estão estudando.

Mas um diferencial em relação a outros polos educacionais é que os alunos já conseguem empregos em Cianorte logo no primeiro ano de curso, enquanto em outras cidades com o curso mal conseguem trabalhar em seus segmentos mesmo após formados. "É muito gratificante ver uma aluna trabalhar em uma maison de grande renome como a Chanel", comenta o professor doutor, Ronaldo Vasques, sobre Mariana Medeiros.

Ela completa sobre a falta de política de recursos humanos nas companhias de moda. "As empresas não valorizam devidamente o trabalho dos estudantes. Os salários são muito baixos e há pouco investimento no profissional a longo prazo", considera Medeiros. "Como toda faculdade pública, a UEM se desdobrava para formar profissionais com o que podia graças à equipe de professores que investia tempo e carinho", lembra sobre as carências e improvisações que até hoje seguem no curso de Moda cianortense.

Perfil

Mariana Medeiros Seixas nasceu a 31 de março de 1989 em Cianorte. Se formou em Design em 2010 e depois de receber o diploma embarcou para a França por conta própria após dois anos de planejamento e sem ter contatos profissionais.

Ela fez pós-graduação, mestrado e hoje está no terceiro ano de doutorado em Comunicação e Sociologia.

PALESTRA. Mariana Medeiros: falando com alunos sobre sua experiência e vida na Europa. — DIVULGAÇÃO

https://maringa.odiario.com/cultura/2018/11/dos-bancos-da-uem-para-a-chanel/2528039/

O professor do curso de Moda Ronaldo Vasques, 47 anos, lança nesta quinta-feira, 25, em Cianorte, o livro “A indústria têxtil e a moda brasileira na década de 1960”. O evento será às 19h, no restaurante Laziza, na galeria Mitre, com entrada gratuita. Esse é o segundo livro de Vasques, que em 2013 lançou o “Indumentária e moda: caminhos investigativos”.

Na nova obra ele aborda sobre um período em que ocorreram o crescimento da indústria têxtil no Brasil, protestos juvenis, entre outras mudanças sociais e econômicas. “Será relevante a discussão como a cultura de moda propõe novas sensibilidades e percepções no ´vestir tropical’”, comenta o autor sobre expressões nacional e internacional daquela década.

A ideia do livro surgiu quando ele começou a estudar a história da moda na universidade e percebeu que havia pouca bibliografia disponível. “Esta obra é resultado da minha inquietude enquanto engenheiro têxtil que ministra aulas há 17 anos”, cita sobre o curso de Moda no Senai e na Universidade Estadual de Maringá (UEM) - câmpus de Cianorte, onde trabalha.

A intenção é ser uma opção de consulta, pesquisa e registro entre a construção de material têxtil e a sua história inserida na moda para que o leitor possa conhecê-los e também as suas funcionalidades, o que ajudará na compreensão das linhas principais da área de moda e como essas elas se encontram.

Perfil

Ronaldo Salvador Vasques é doutor em Engenharia Têxtil pela Universidade do Minho (UMinho), em Portugal. Mestre em História pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Especialista em Administração em Marketing pela Faculdade FESP. Graduado em Engenharia Têxtil pela UEM. E também coordena o interessante projeto de extensão Tecidoteca (acervos de bandeiras têxteis) do curso de Moda da UEM. O livro “A indústria têxtil e a moda brasileira na década de 1960” tem 109 páginas e está disponível no site da Editora Appris, www.editoraappris.com.br, por R$ 42.

LIVRO. Ronaldo Vasques também é o autor da obra “Indumentária e moda: caminhos investigativos”. - Andye Iore

https://maringa.odiario.com/cultura/2018/10/professor-lanca-livro-sobre-moda-da-decada-de-1960/2525656/

Estarão abertas hoje, 19, as inscrições para curso que orientará os participantes para a criação e gestão de cooperativas de reciclagem. A capacitação terá início em 10 de novembro e término no dia 8 de dezembro. São 40 vagas destinadas exclusivamente a famílias de baixa renda (maiores de 18 anos).

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelos telefones (44) 3222-8995 (Arpsol) e (44) 3263-4887 (Aras Cáritas Maringá). É necessário nome completo, documentos pessoais (RG e CPF) e número do Cadastro Único.

A capacitação conta com cinco encontros sobre as fases de constituição de cooperativas; regularização administrativa, ambiental, jurídica e contábil; contratos de prestação de serviços e entes envolvidos na gestão de resíduos sólidos recicláveis; gestão comercial e de fluxo de produção.

O curso será realizado aos sábados, das 13h30 às 17h40, na Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Bloco J 12, Sala 2, nos dias 10, 17, 24 de novembro e 1º e 8 de dezembro. Terá como ministrantes profissionais da Secretaria de Serviços Públicos (Semusp), Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema) e Associação de Reciclagem Popular e Solidária.

A diretora de Cooperativas de Reciclagem da Secretaria de Serviços Públicos, Aline Gava, lembra que o sistema de coleta seletiva de resíduos sólidos deve priorizar a participação de cooperativas de materiais recicláveis. "O resíduo sólido reutilizável e reciclável é um bem econômico dotado de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania", destaca, lembrando que ao longo da capacitação os participantes poderão desenvolver a constituição de uma cooperativa.

Atualmente o município conta com seis cooperativas, 150 associados, formadas por famílias de baixa renda. A administração municipal disponibiliza barracões para os cooperados que fazem a triagem e separam os recicláveis, comercializando com empresas especializadas em fabricar produtos a partir desses materiais.

Ajuda de custo

Além do faturamento com a venda de materiais às empresas especializadas, as cooperativas recebem da prefeitura R$ 203,99 por tonelada separada. Os valores são rateados entre os cooperados que em alguns casos obtiveram R$ 2,5 mil de renda mensal.

O secretário de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema), Ederlei Alkamim, lembra que a administração quer ampliar o número de cooperativas e oportunizar empregos. "A renda de muitas famílias depende da coleta seletiva. Esse curso, em um momento de crise e desemprego, pode ser uma grande oportunidade que ao mesmo tempo reduz gastos com aterro de materiais recicláveis e evita a poluição e contaminação do meio ambiente", afirma.

///PMM

VALOR. O reciclável é um bem econômico de valor social, gerador de trabalho e renda. — MÁRCIO NAKA/PMM

https://maringa.odiario.com/maringa/2018/10/novas-cooperativas-serao-formadas/2524584/

Um evento programado para o dia 26 de outubro, na Universidade Estadual de Maringá (UEM), promoverá uma discussão sobre a experiência do programa Patronato de Maringá e vai marcar os 20 anos do Conselho da Comunidade de Execuções Penais da Comarca local.

Trata-se do seminário "É possível fazer Justiça em um modelo alternativo à prisão?". As atividades terão início às 13h30, no auditório do PDE, Bloco B-33, por meio de várias palestras, seguidas do lançamento do livro "É possível fazer Justiça em um modelo alternativo à prisão? A experiência do Programa Patronato de Maringá". Exemplares serão sorteados entre o público.

As inscrições estão abertas e poderão ser feitas no site. O inscrito receberá certificado de participação, mas o ingresso estará condicionado à entrega de um item de higiene pessoal. A arrecadação será destinada à 9° Subdivisão Policial (SDP) de Maringá, ala feminina.

Com sede na UEM, o programa Patronato de Maringá é um projeto de extensão que visa à fiscalização de penas e medidas alternativas em meio aberto, como também busca oferecer assistência ao egresso do sistema penitenciário e a reintegração social.

O trabalho é feito por uma equipe multidisciplinar composta por professores, profissionais e estagiários das áreas de Direito, Administração, Psicologia, Pedagogia e Serviço Social.

Entre as várias atividades, o Programa orienta e acompanha o público assistido quanto à medida alternativa ou a pena; fiscaliza o cumprimento das medidas alternativas e penas restritivas de direitos; e fiscaliza o cumprimento da prestação de serviço à comunidade.

Também colabora na fiscalização do cumprimento das condições do regime aberto e do livramento condicional; presta assistência aos egressos; colabora para unir esforços para incluir a pessoa assistida em programas de escolarização, qualificação profissional e de trabalho; faz visitas institucionais para cadastrar e prestar assistência às instituições receptoras de prestadores de serviços à comunidade; e atende familiares dos egressos e apenados que buscam este serviço para orientação.

Familiares de detentos, comerciantes, religiosos e advogados estão entre os voluntários atuantes nos Conselhos da Comunidade, que representam a sociedade na fiscalização do sistema carcerário e na ressocialização dos condenados.

Outras informações sobre o seminário "É possível fazer Justiça em um modelo alternativo à prisão?" poderão ser obtidas pelos e-mails "Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." e "Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." ou telefone (44) 3011-3896, com Carolina Vendrame da Silva. ///ASC/UEM

https://maringa.odiario.com/maringa/2018/10/um-modelo-alternativo-a-prisao/2523804/

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