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Seg, Set

As aulas da Universidade Estadual de Maringá (UEM) referentes ao ano letivo de 2019 vão se encerrar somente no dia 1° de fevereiro de 2020. É o que decidiu o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) da instituição em reunião na tarde desta quarta-feira (21).

O calendário do ano letivo precisou ser readequado em razão da greve dos servidores, que teve início do dia 26 de junho e se encerrou somente na terça-feira da semana passada, dia 13. No entanto, o calendário acadêmico foi retomado um pouco antes, desde o dia 1° de agosto.

De acordo com decisão do Conselho, o 1° semestre do ano letivo de 2019 vai se encerrar no dia 6 de setembro, com as avaliações nais nesta última semana. No dia 9 de setembro tem início o 2º semestre.

 

Depois, a UEM entra em recesso acadêmico geral de m de ano do dia 23 de dezembro até o dia 9 de janeiro de 2020. As aulas então retornam no dia 10 de janeiro, com retomada do segundo semestre do ano letivo de 2019. Este por sua vez se encerra somente no dia 1º de fevereiro.

Greve

A greve foi suspensa depois que o governo protocolou na Assembleia Legislativa do Paraná a proposta de reajuste de 5,08% de maneira parcelada.

O ano letivo de 2019 teve início em 7 de março e o m do período estava previsto para o dia 18 de dezembro.

Apesar da greve e da alteração no calendário, as datas do Vestibular foram mantidas.  O próximo ocorre em dezembro, entre os dias 8 e 9, como já tinha sido programado. As inscrições, inclusive, já estão abertas.

Foto: Divulgação/UEM

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-aulas-de-2019-vao-se-encerrar-so-em-fevereiro-de-2020

Morreu nesta segunda-feira (19), aos 78 anos, o médico cardiologista Riuzi Nakanishi, docente do curso de Medicina da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e um dos fundadores do Hospital Paraná. A causa da morte não foi divulgada.

O hospital lamentou a morte de Nakanishi e agradeceu o trabalho dele dentro da empresa. Atualmente, ele fazia parte do conselho administrativo e era diretor financeiro. “O Hospital Paraná manifesta seu pesar e sua solidariedade a toda a família e agradece a sua dedicação na construção da nossa história.”

Nas redes sociais, a superintendente do Hospital Universitário (HU), Elisabete Kobayashi, lembrou as contribuições do médico dentro das salas de aula da UEM.

“Um dos primeiros docentes que ensinou gerações de médicos com competência e seriedade!

Foi homenageado por muitas turmas devido ao seu comprometimento, ética, conhecimento e dedicação. Incansável, e sempre disposto!! Era cardiologista, hematologista, nefrologista e advogado. Aposentou-se da UEM, mas continuou o sacerdócio!! As turmas mais novas não tiveram a oportunidade e prazer em aprender com este grande mestre!! Que Deus o acolha e que descanse em paz, com a missão mais do que cumprida nesta terra!!! Deixará muitas saudades !!”, escreveu.

O sepultamento de Nakanishi ocorreu na tarde desta terça-feira (20), no cemitério Municipal de Maringá.

 

Foto: Reprodução/Hospital Paraná

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/1morre-o-cardiologista-riuzi-nakanishi-aos-78-anos

Foto: ASC UEM

Ao todo, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) perdeu seis bolsas: três de iniciação científica e três no doutorado em física. A medida aconteceu após o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ter anunciado o corte de 4.500 bolsas na quinta-feira (15).

Na sexta-feira (16), o ouvinte da CBN ouviu em primeira mão que o corte tinha retirado três bolsas até aquele momento. A UEM atualizou o levantamento e informou à reportagem que, agora, são seis cortes. O corte aconteceu nas chamadas bolsas ociosas – ou seja, aquelas que estavam paradas após um aluno ter encerrado o projeto.

A iniciação cientifica é para alunos de graduação; o doutorado é na pós-graduação.

Segundo dados do CNPq, há 27 mil bolsas para iniciação científica (graduação), 8.650 para mestrado e 8.600 para doutorado. Os valores pagos são R$ 400, R$ 1.500 e R$ 2.200, respectivamente.

A decisão é do Governo Federal, e o motivo é a o reajuste de gastos. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, pasta onde o CNPq está, disse negociar com a Casa Civil a liberação de crédito suplementar para evitar a suspensão de pagamentos a bolsistas.

O professor Luiz Cótica, diretor de pesquisa da UEM, disse à CBN na sexta-feira (19) que cortes na pesquisa prejudicam não só a ciência como a possibilidade o próprio aluno se manter na instituição.

No primeiro semestre houve um primeiro corte de bolsas, mas daí foi pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) envolvendo pontuação de programas de pós-graduação.

Em junho, UEM foi informada pela Capes que perderia 25 bolsas ao longo do ano em três programas, conforme os projetos fossem encerrados. Outras 12 bolsas já tinham sido congeladas.

Atualmente a UEM tem 56 programas de pós-graduação, entre mestrado e doutorado – e oferta 610 bolsas. Cerca de 300 são do CNPq. A instituição tem 17 mil alunos ao todo.

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-perde-seis-bolsas-apos-decisao-do-cnpq

As atividades na Universidade Estadual de Maringá (UEM) estão voltando ao normal depois de quase 50 dias em greve. Com a suspensão da paralisação, decidida em assembleia na terça-feira (13), os portões que dão acesso ao câmpus sede foram abertos.

Também é possível notar forte movimentação para a limpeza geral das vias internas e instalações físicas no câmpus sede. O funcionamento dos setores administrativos também foi normalizado. O mesmo cenário se repete nos câmpus regionais da instituição.

A readequação do ano letivo será discutida pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) que irá se reunir na próxima quarta-feira (21), para aprovar um novo calendário acadêmico.

As aulas retornam na segunda-feira (19).

Fotos: UEM

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/na-uem-rotina-e-retomada-apos-suspensao-da-greve

 

O Calendário Acadêmico de 2019 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) deve se encerrar em 2020. A proposta é da Diretoria de Assuntos Acadêmicos (DAA), responsável pelo assunto. Este é um dos reflexos da grevem que foi suspensa nesta terça-feira (13)

A DAA propõe que o primeiro semestre letivo termine no dia 6 de setembro e que o segundo semestre tenha início no dia 9 de setembro e acabe em 8 de fevereiro de 2020.

A diretoria deve finalizar nesta quarta-feira (14) o ofício fazendo essa proposta. O documento é encaminhado à pró-reitoria, que depois o envia para a reitoria da UEM.

Na sequência, a reitoria aciona a Câmara de Graduação, que designa um relator para analisar o assunto. A Câmara dá um parecer e encaminha para o Conselho de Ensino e Pesquisa (CEP) da UEM.

 

Uma reunião do CEP está marcada para a próxima quarta-feira (21) para discutir o assunto.

Tanto o Conselho quanto a Câmara podem fazer alterações nas datas. Mas é o CEP quem dá a palavra final.

A aprovação de um novo calendário faz parte da retomada de rotina da UEM após o período de greve.

Segundo a apuração da CBN, não deve haver um período ocial de férias. Entretanto, a DAA propõe o encerramento das aulas regulares do primeiro semestre para o dia 30 de agosto.

Assim, deste período até o dia 6, carão somente os alunos que precisarem fazer a prova final, de recuperação. Os outros estarão dispensados. O mesmo se repete em fevereiro. As aulas regulares terminam no dia 1; mas, quem ficar de recuperação, estudará até 8 de fevereiro. A semana livre faz parte do regimento da UEM.

Um novo calendário deve ser feito por causa da greve realizada pelos servidores da UEM. O movimento teve início em 26 de julho e foi suspenso nessa terça-feira (13). Agora, as aulas na graduação devem retornar na próxima segunda-feira (19). Por conta da paralisação, ao todo serão mais quase 50 dias sem atividades de aula. O calendário acadêmico ficou suspenso entre os dias 26 de junho e 1º de agosto.

Em relação à greve, os servidores da UEM decidiram suspender o movimento após o governo protocolar na Assembleia Legislativa do Paraná a proposta de reajuste de 5,08% de maneira parcelada.

O ano letivo de 2019 teve início em 7 de março. O m do período estava previsto para o dia 18 de dezembro.

Apesar da greve e da alteração no calendário, as datas do Vestibular foram mantidas. O próximo ocorre em dezembro, entre os dias 8 e 9, como já tinha sido programado.

Foto: ASC/UEM
https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-aulas-de-2019-devem-se-encerrar-em-fevereiro-de-2020

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