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Sex, Jun

Foto: ASC UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) está presente em um ranking internacional divulgado na semana passada. Segundo o World University Rankings 2019-2020, a UEM está posicionada entre as 26 melhores universidades do Brasil e na 1.154ª colocação mundial.

O levantamento é do Center for World University Rankings (CWUR), com sede nos Emirados Árabes Unidos, que avalia periodicamente a qualidade da educação, o emprego de egressos, a produção de pesquisa e as citações. 

No World University Rankings 2019-2020, o CWUR deixa a Harvard na liderança internacional, seguida pelos também norte-americanos Instituto de Tecnologia de Massachusetts e Stanford.  

No Brasil, as primeiras instituições classificadas são a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade de Campinas (Unicamp).

Por ASC UEM

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-posiciona-se-em-ranking-mundial-de-educacao

 

Foto: ASC UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) está presente em um ranking internacional divulgado na semana passada. Segundo o World University Rankings 2019-2020, a UEM está posicionada entre as 26 melhores universidades do Brasil e na 1.154ª colocação mundial.

O levantamento é do Center for World University Rankings (CWUR), com sede nos Emirados Árabes Unidos, que avalia periodicamente a qualidade da educação, o emprego de egressos, a produção de pesquisa e as citações. 

No World University Rankings 2019-2020, o CWUR deixa a Harvard na liderança internacional, seguida pelos também norte-americanos Instituto de Tecnologia de Massachusetts e Stanford.

No Brasil, as primeiras instituições classificadas são a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade de Campinas (Unicamp).

Por ASC UEM

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/1uem-posiciona-se-em-ranking-mundial-de-educacao

As aulas da Universidade Estadual de Maringá (UEM) referentes ao ano letivo de 2019 vão se encerrar somente no dia 1° de fevereiro de 2020. É o que decidiu o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) da instituição em reunião na tarde desta quarta-feira (21).

O calendário do ano letivo precisou ser readequado em razão da greve dos servidores, que teve início do dia 26 de junho e se encerrou somente na terça-feira da semana passada, dia 13. No entanto, o calendário acadêmico foi retomado um pouco antes, desde o dia 1° de agosto.

De acordo com decisão do Conselho, o 1° semestre do ano letivo de 2019 vai se encerrar no dia 6 de setembro, com as avaliações nais nesta última semana. No dia 9 de setembro tem início o 2º semestre.

 

Depois, a UEM entra em recesso acadêmico geral de m de ano do dia 23 de dezembro até o dia 9 de janeiro de 2020. As aulas então retornam no dia 10 de janeiro, com retomada do segundo semestre do ano letivo de 2019. Este por sua vez se encerra somente no dia 1º de fevereiro.

Greve

A greve foi suspensa depois que o governo protocolou na Assembleia Legislativa do Paraná a proposta de reajuste de 5,08% de maneira parcelada.

O ano letivo de 2019 teve início em 7 de março e o m do período estava previsto para o dia 18 de dezembro.

Apesar da greve e da alteração no calendário, as datas do Vestibular foram mantidas.  O próximo ocorre em dezembro, entre os dias 8 e 9, como já tinha sido programado. As inscrições, inclusive, já estão abertas.

Foto: Divulgação/UEM

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-aulas-de-2019-vao-se-encerrar-so-em-fevereiro-de-2020

Morreu nesta segunda-feira (19), aos 78 anos, o médico cardiologista Riuzi Nakanishi, docente do curso de Medicina da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e um dos fundadores do Hospital Paraná. A causa da morte não foi divulgada.

O hospital lamentou a morte de Nakanishi e agradeceu o trabalho dele dentro da empresa. Atualmente, ele fazia parte do conselho administrativo e era diretor financeiro. “O Hospital Paraná manifesta seu pesar e sua solidariedade a toda a família e agradece a sua dedicação na construção da nossa história.”

Nas redes sociais, a superintendente do Hospital Universitário (HU), Elisabete Kobayashi, lembrou as contribuições do médico dentro das salas de aula da UEM.

“Um dos primeiros docentes que ensinou gerações de médicos com competência e seriedade!

Foi homenageado por muitas turmas devido ao seu comprometimento, ética, conhecimento e dedicação. Incansável, e sempre disposto!! Era cardiologista, hematologista, nefrologista e advogado. Aposentou-se da UEM, mas continuou o sacerdócio!! As turmas mais novas não tiveram a oportunidade e prazer em aprender com este grande mestre!! Que Deus o acolha e que descanse em paz, com a missão mais do que cumprida nesta terra!!! Deixará muitas saudades !!”, escreveu.

O sepultamento de Nakanishi ocorreu na tarde desta terça-feira (20), no cemitério Municipal de Maringá.

 

Foto: Reprodução/Hospital Paraná

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/1morre-o-cardiologista-riuzi-nakanishi-aos-78-anos

Foto: ASC UEM

Ao todo, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) perdeu seis bolsas: três de iniciação científica e três no doutorado em física. A medida aconteceu após o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ter anunciado o corte de 4.500 bolsas na quinta-feira (15).

Na sexta-feira (16), o ouvinte da CBN ouviu em primeira mão que o corte tinha retirado três bolsas até aquele momento. A UEM atualizou o levantamento e informou à reportagem que, agora, são seis cortes. O corte aconteceu nas chamadas bolsas ociosas – ou seja, aquelas que estavam paradas após um aluno ter encerrado o projeto.

A iniciação cientifica é para alunos de graduação; o doutorado é na pós-graduação.

Segundo dados do CNPq, há 27 mil bolsas para iniciação científica (graduação), 8.650 para mestrado e 8.600 para doutorado. Os valores pagos são R$ 400, R$ 1.500 e R$ 2.200, respectivamente.

A decisão é do Governo Federal, e o motivo é a o reajuste de gastos. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, pasta onde o CNPq está, disse negociar com a Casa Civil a liberação de crédito suplementar para evitar a suspensão de pagamentos a bolsistas.

O professor Luiz Cótica, diretor de pesquisa da UEM, disse à CBN na sexta-feira (19) que cortes na pesquisa prejudicam não só a ciência como a possibilidade o próprio aluno se manter na instituição.

No primeiro semestre houve um primeiro corte de bolsas, mas daí foi pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) envolvendo pontuação de programas de pós-graduação.

Em junho, UEM foi informada pela Capes que perderia 25 bolsas ao longo do ano em três programas, conforme os projetos fossem encerrados. Outras 12 bolsas já tinham sido congeladas.

Atualmente a UEM tem 56 programas de pós-graduação, entre mestrado e doutorado – e oferta 610 bolsas. Cerca de 300 são do CNPq. A instituição tem 17 mil alunos ao todo.

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-perde-seis-bolsas-apos-decisao-do-cnpq

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