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Seg, Set

O que você acha da instalação do Centro Pop no 1º piso da rodoviária? A sugestão é do Observatório das Metrópoles da UEM (Universidade Estadual de Maringá). A entidade concluiu a pesquisa “A População em Situação de Rua em Maringá” na última semana e percebeu que muitos moradores de rua já pernoitam no terminal, sentados em cadeiras.

O levantamento também apontou as dificuldades enfrentadas pelo Centro Pop na rua Fernão Dias. Segundo a coordenadora do Observatório, Ana Lúcia Rodrigues, após análises, a entidade acredita que o 1º piso do Terminal Rodoviário seria o local ideal para o acolhimento da população de rua.

Foto: Divulgação/Observatório das Metrópoles

Por nota, a Prefeitura de Maringá informou que a instalação do Centro Pop no Terminal Rodoviário é impossível, porque já existe lei aprovada que autoriza a licitação de atividades comerciais no local. Ainda segundo o Executivo, a licitação deve ser publicada em breve.

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/entidade-sugere-que-centro-pop-seja-instalado-no-1o-piso-da-rodoviaria

Foto: Paulo Vitor/Reprodução/CBN Maringá

A Câmara de Graduação e Ensino da Universidade Estadual de Maringá (UEM) aprovou a implementação de cotas raciais na instituição. Proposta recebeu parecer favorável do conselho superior nesta quarta-feira (6).

Após muita discussão, ficou definido, nesse primeiro momento, a implementação de 20% de cotas raciais na universidade: sendo 15% desse total envolvendo também critérios sociais.

A proposta, agora, deve ser discutida no Conselho de Ensino e Pesquisa, ainda sem data para ocorrer. Só depois é que haverá a definição quanto a essa ação afirmativa.

A proposição da implementação das cotas foi feita pelo movimento negro em Maringá. Entre eles, o grupo Yalodê-Badá. O estudante Bruno Barra, que participa desse coletivo, esteve discussão nesta quarta e disse que é um momento histórico.

"Há um ano entregamos à reitoria o documento de cotas raciais, solicitando essa política afirmativa na UEM. Foi a primeira etapa das votações. Com certeza é um ganho. A gente sabe que não é o ideal, o suficiente, mas é um começo", comemorou Barra. 

Em nota, a instituição armou que a discussão em relação ao sistema de cotas vem ocorrendo desde o ano passado. Atualmente, a UEM é a única universidade pública do Paraná que não tem essa ação afirmativa.

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/camara-de-graduacao-aprova-implementacao-de-cotas-raciais-na-uem

 

A professora Linnyer Beatrys Ruiz Aylon, do Departamento de Informática (DIN) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e membro do Comitê de Assessoramento da área de Microeletrônica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientíco e Tecnológico (CNPq), foi indicada ao prêmio “Carolina Bori Ciência & Mulher” na categoria “Mulheres Cientistas”.

A indicação foi da Sociedade Brasileira de Microeletrônica (SBMIcro), nesta semana, sob o argumento de que a pesquisadora se tornou merecedora da distinção "não somente por suas realizações em ensino, pesquisa, extensão e inovação, mas por seu exemplo de vida, sua dedicação à popularização da ciência, incentivo as mulheres e às causas relacionadas com a microeletrônica".

Ao relatar os critérios em que se baseou para fazer a indicação, a entidade diz que Linnyer "é uma das raras mulheres pesquisadoras em microeletrônica e Bolsista de Produtividade em Pesquisa CNPq, nível 1".

Além do mais, a SBMIcro menciona que a professora da UEM tem destaque na comunidade de microeletrônica por sua determinação, dedicação à sociedade científica e apoio ao surgimento de novos grupos de pesquisa no interior do País, bem como o empenho de seus esforços para a consolidação do crescimento científico e inovação.

"A SBMicro reconhece a trajetória desta pesquisadora que nasceu no interior do Paraná, em uma família de poucas posses, seguiu sozinha para Curitiba para cursar engenharia na década de 1980, fez uma carreira notável e voltou para o interior para promover o surgimento de uma nova geração de pesquisadores, bem como, alavancar a carreira de outras mulheres", cita a entidade, em texto publicado no site da corporação. A área de microeletrônica é considerada prioritária para a política industrial brasileira. Os temas de pesquisa dos projetos da professora estão na interseção das áreas de microeletrônica e computação e estão relacionados com as Redes de Sensores Sem Fios e a IoT, assuntos que ocupam posição estratégica no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, contemplando um dos objetivos prioritários do desenvolvimento científico e tecnológico nacional: Tecnologias da Informação e Comunicação.

De forma relevante, a inserção e o reconhecimento da contribuição de Linnyer para a área de pesquisa de microeletrônica e sua aplicação em Redes Veiculares, IoT e Redes de Sensores Sem Fio, estão evidenciadas pelos cargos e funções que a mesma ocupa no cenário nacional e internacional.

Com isso, relata a SBMIcro, a pesquisadora vem contribuindo na definição de políticas públicas que tornem mais ágil e eficiente o processo de inovação, na promoção de uma nova geração de talentos na área de microeletrônica, em particular os sistemas embarcados, com vistas para a formação de quadros científicos de destaque, na popularização da ciência e no estímulo à participação de mulheres nas áreas STEM, sigla em inglês para Science, Technology, Engineering e Mathematics (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

O trabalho escolhido, dentre muitos outros, para tratar da relevância e contribuições da professora para as áreas de microeletrônica e computação, tem como título “On the design of a long range WSN for Precision Irrigation” e foi publicado no IEEE Sensors Journal.

Este é um dos periódicos de referência na área da Ciência da Computação com fator JCR: 2,167 e Qualis Capes A1 (Engenharias IV).

O artigo apresenta um sistema de rede de sensores sem o que permite monitorar culturas e, em particular, tornar a irrigação uma atividade de alta precisão. Trata de solução tecnológica que torna possível coletar dados do solo usando sensores, fazer o processamento destes dados e gerar conhecimento sobre a irrigação de precisão, podendo ativar os implementos de forma automática e guardar as informações na nuvem para serem usadas em algoritmos de inteligência articial que sirvam de apoio ao gerenciamento das culturas.

O Paraná tem um Plano Diretor de Agricultura Irrigada (PDAI-P) e o trabalho desenvolvido por Linnyer neste e em outros artigos publicados representa uma contribuição significativa para o progresso do Estado. Segundo o Departamento de Economia Rural da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab), em 2012 o Paraná tinha 15 mil produtores irrigantes, com uma área total de 60 mil hectares.

A tecnologia proposta no artigo da professora, para uso em irrigação, também é aplicável em cenários urbanos, habilitando aplicações de cidades inteligentes, internet das coisas e outras.

Um exemplo desta aplicação está em outro artigo relevante publicado por ela, intitulado “Information-Driven Software-Dened Vehicular Networks: adapting exible architecture to various scenarios”, publicado em 2019 no IEEE Vehicular Technology Magazine.

O trabalho mostra o potencial da tecnologia para soluções de logística de implementos agrícolas no meio rural, mobilidade urbana e a qualidade de vidas nas cidades. Babbel

 

Os trabalhos envolvendo redes de sensores e redes veiculares são apenas alguns dos resultados de uma tese de doutorado orientada pela professora, que obteve o 2º lugar da edição de 2016 do Concurso de Teses e Dissertações promovido anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação.

O foco do trabalho dela na área de IoT está no desenvolvimento do MannaWui, um elemento para Internet das Coisas que possibilita que objetos do dia-a-dia, quaisquer que sejam, tenham capacidade computacional e de comunicação e se conectem à Internet.

Ele poderá ser embutido nos mais diferentes objetos tais como veículos, bicicletas, geladeiras, máquinas de lavar roupa, sapatos, cintos, ônibus, barcos, aviões e usado nos mais variados ambientes tais como florestas, rios, lagos, plantações, pastos, galpões de fazendas, granjas, em acessórios para animais e plantas, bem como plataformas de petróleo, estradas, edificações, entre outros.

Linnyer tem graduação em Engenharia de Computação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná; mestrado em Engenharia Elétrica e Informática Industrial pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (antes CEFET-PR); e doutorado e pós-doutorado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A seleção das vencedoras do prêmio “Carolina Bori Ciência & Mulher” será feita por uma comissão julgadora designada pelo Conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), composta por membros da entidade, de sociedades aliadas, entidades cientificas externas e organizações que apoiam a ciência no País.

O anúncio das premiadas será feito no dia 15 de janeiro de 2020. A premiação ocorrerá durante o "Simpósio Mulheres e Meninas na Ciência", no dia 11 de fevereiro. A data é em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, instituído pela Unesco em 22 de dezembro de 2015, durante a Assembleia Geral, que, por meio de resolução, estabeleceu o 11 de fevereiro para celebrar o importante papel das cientistas em todo mundo.

 Linnyer Beatrys Ruiz Aylon é professora do Departamento de Informática (DIN). Foto:Divulgação/UEM

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/professora-da-uem-e-indicada-a-premio-nacional

Foto: Luciana Peña/CBN Maringá

Maringá tem um novo secretário de Assistência Social. Ailton Morelli é professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e estava na presidência do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Ele foi convidado para a Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc) em setembro, depois que a ex-secretária Marta Kaiser pediu exoneração do cargo. Morelli tomeu posse na manhã desta segunda-feira (4), no Auditório Hélio Moreira.

Um dos desafios da assistência social é dar assistência aos moradores de rua e pedintes, mas existem outros projetos, explica Ailton Morelli. "Vamos considerar três enfoques: a questão de população de rua, a questão de violência contra criança, adolescente e idoso, e também a questão de álcool e drogas. Esses são os nossos três eixos, principalmente para reorganizar o serviço, que é a demanda da comunidade", afirma o novo secretário. 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/professor-da-uem-toma-posse-como-novo-secretario-de-assistencia-social

Dias após divulgar uma nota confirmando ter recebido um email com ameaças de atentado nos campus, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) segue com os trabalhos normalmente. Apesar disso, o volume de alunos na instituição diminuiu nesta segunda-feira (21). A informação é da assessoria de imprensa. A CBN também conversou com estudantes, que disseram não ter ido à aula por medo.

Na quinta-feira (17), um áudio começou a circular dizendo que a reitoria havia recebido um email com ameaças de atentado no campus em Maringá. Na sexta-feira (18), a UEM confirmou a mensagem e disse ter acionado os órgãos de segurança, mas que tudo estava sob controle.

Desde então, a segurança dentro da universidade foi reforçada. A CBN apurou que há policiais civis, militares e federais no campus, disfarçados ou não. Os objetivos são evitar problemas e transmitir a sensação de segurança.

Na quinta-feira passada um palhaço também entrou em ao menos uma sala de aula, sem autorização, e assustou os alunos - SAIBA MAIS AQUI.

Além dessas situações, no domingo (20) aconteceu um ato de vandalismo no campus. Um mural do bloco G34 foi arrancado. Lá ocorrem aulas de cursos como História. Na internet, a informação era de um começo de incêndio. A assessoria de imprensa da UEM negou e disse ter sido vandalismo.

Não há câmeras nesse bloco. Por causa disso, imagens de outros pontos estão sendo analisadas.

Foto: Divulgação/UEM

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/ameaca-de-atentado-muda-rotina-no-campus-da-uem

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