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Ter, Ago

O 20 de novembro é celebrado como o dia da Consciência Negra. A data é atribuída ao dia em que Zumbi dos Palmares teria morrido, em 1695. Zumbi foi um dos principais líderes negros durante a escravidão no Brasil.

É em meio a um dia com essa carga simbólica que a Universidade Estadual de Maringá (UEM) irá votar nesta quarta-feira (20) a aprovação ou não das cotas raciais.

O Conselho de Ensino e Pesquisa (CEP) é quem avalia. São 144 professores, coordenadores de cursos de graduação e pós graduação. Para a proposta ser aprovada é necessário ter maioria simples.

Essa ação afirmativa já foi aprovada numa instância inferior, a Câmara de Graduação, no início deste mês . Houve discussões acaloradas e alteração da proposição original. Após muito debate, o que ficou decidido foi: 20% das vagas do vestibular para negros - grupo composto por pessoas pretas e pardas.

Dentro desse recorte, 15% devem, também, se enquadrar em critérios socioeconômicos como ter renda per capita de um salário mínimo e meio. É essa a proposta que o CEP votará.

Um ato está marcado por movimentos sociais durante a votação, na tarde de desta quarta-feira (20).

No Paraná, a UEM é a única universidade pública sem nenhum tipo de ação afirmativa para pessoas negras. O que a instituição tem é a cota social - que envolve critérios socioeconômicos.

A professora Marivânia Araújo, que faz parte do Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afrobrasileiros, considera esse momento histórico: no dia 20 de novembro a UEM pode implementar o sistema de cotas raciais. É muito significativo, diz ela.

Todos os anos entram três mil novos alunos na Universidade Estadual de Maringá. Desse total, 80% são brancos - o restante é composto por negros e indígenas.

Durante a votação no CEP, a proposta vinda da Câmara de Graduação será debatida. Segundo assessoria da universidade, pode haver alteração.

O professor Delton Felipe, do departamento de História da UEM, considera o sistema de cotas raciais como uma forma de buscar a igualdade.

Se for aprovado como está, o sistema de cotas raciais já passa a valer para o próximo vestibular. Daí, do total de vagas, 20% serão para cotas sociais e 20% para as raciais. O restante, para ampla concorrência.

Foto: Divulgação/CBN Maringá

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/cotas-raciais-podem-ser-aprovadas-na-uem-no-dia-da-consciencia-negra

Será realizado no dia 30 de novembro, um sábado, na Universidade Estadual de Maringá (UEM), a sexta edição da conferência da juventude. A temática deste ano é 'Juventude e o direto à cidade', que irá discutir a participação dos jovens nas políticas públicas.

Segundo a presidente do conselho municipal da juventude, Ana Nerry, será um espaço para pensar a realidade das juventudes que existem em Maringá.

"É um espaço amplo de encontro das expressões de juventude em Maringá. Será um espaço de discussão das realidades vividas pela juventude na cidade, e também para discutir soluções para as problemáticas que forem levantadas durante a discussão", explica ela.

As inscrições são gratuitas, já estão em andamento e podem ser feitas no local, ou então pelo site da Prefeitura de Maringá, em: www.maringa.pr.gov.br 

Foto: Universidade Estadual de Maringá (UEM)
https://gmconline.com.br/noticias/cidade/conferencia-da-juventude-ocorre-neste-mes-em-maringa

Elas já protagonizaram cenas em filmes como ET: o extraterrestre, Perigo por Encomenda ou Butch Cassidy and the Sundance Kid (Dois Homens e um Destino). Cicloativismo (Bicicultura 2019), que começa nesta quinta-feira e segue até domingo (14 a 17).

A programação envolve atividades como palestras, workshops, exibição de filmes, atrações musicais e rodas de discussão, todas acerca do tema Cicloativismo, Memória e o Agora.

Um dos destaques da programação vai ser o Desafio Intermodal, que consiste em um teste feito para comparar a eficiência de diversos modais de transporte com a bike. Para isso, os modais “desafiantes” saem todos juntos de um local em direção a um destino comum.

Abertura

O evento, que tem apoio da Universidade Estadual de Maringá (UEM), começa nesta quintafeira (14), com um "pedal" que deverá ter participação do prefeito Ulisses Maia, do vice-reitor Ricardo Dias Silva e do deputado estadual Goura Nataraj (PDT). Com saída prevista para 16h40, em frente à Prefeitura, o grupo seguirá em direção ao auditório Dacese, no câmpus da UEM, onde será realizada a cerimônia de abertura, marcada para às 17h.

A palestra de abertura vai contar com a presença de Goura, que é cicloativista e defensor de políticas de mobilidade urbana com foco nas bicicletas. Também está agendada uma palestra com a pesquisadora da USP (Universidade de São Paulo) Letícia Lindenberg Lemos, que relaciona a discussão de mobilidade urbana aos debates sobre igualdade de gênero.

No sábado (16) terá lançamento do filme "Afuá, a Cidade das Bicicletas", da cineasta, fotógrafa e cicloativista Renata Falzoni. O filme conta a história da cidade paraense de Afuá, que foi construída sobre plataformas de palafitas, tem pouco mais de 30 mil habitantes e a bicicleta como principal meio de transporte.

Na mesma noite também haverá exibição do documentário "Vou de Bike: Mobilidade Urbana e o Direito à Cidade em Maringá". Produzido pela Circular Cultural, o lme acompanha ciclistas e cicloativistas para analisar o cenário e as perspectivas da mobilidade urbana na cidade.

O Bicicultura 2019 continua com atividades nos dias 15, 16 e 17 de novembro. Para consultar a programação completa e outras informações, clique no website do evento.

Sobre o encontro

O Bicicultura é um encontro anual organizado para celebrar e impulsionar a cultura da bicicleta como meio de mobilidade nas cidades brasileiras. Pensado para ser um espaço de convívio, compartilhamento de conhecimento e formação de alianças entre ciclistas, cicloativistas e interessados, de todos os setores sociais, o encontro também tem o objetivo de aprofundar as discussões políticas, tecnológicas, culturais e econômicas em relação ao uso da bike.

Com o tema central Cicloativismo, Memória e o Agora, esta edição busca resgatar a importância da preservação da história dos movimentos sociais. Nessa proposta, convida os ciclistas a resgatarem e compartilharem suas próprias vivências.

O encontro é idealizado pela União de Ciclistas do Brasil (UCB). Em Maringá, está sendo organizado pela Ciclonoroeste com apoio da Associação Cultural Céu de Capricórnio, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Revista Ciclotur, Bicicletaria Cultura de Curitiba, CicloIguaçu , da UEM, da Prefeitura de Maringá, da Circular Cultural, Mundo Livre FM e do grupo de discussão BR Cidades, da UEM.

Foto: Ilustrativa/Arquivo/PMM

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/bicicultura-2019-comeca-nesta-quinta-e-vai-ate-domingo-em-maringa

O que você acha da instalação do Centro Pop no 1º piso da rodoviária? A sugestão é do Observatório das Metrópoles da UEM (Universidade Estadual de Maringá). A entidade concluiu a pesquisa “A População em Situação de Rua em Maringá” na última semana e percebeu que muitos moradores de rua já pernoitam no terminal, sentados em cadeiras.

O levantamento também apontou as dificuldades enfrentadas pelo Centro Pop na rua Fernão Dias. Segundo a coordenadora do Observatório, Ana Lúcia Rodrigues, após análises, a entidade acredita que o 1º piso do Terminal Rodoviário seria o local ideal para o acolhimento da população de rua.

Foto: Divulgação/Observatório das Metrópoles

Por nota, a Prefeitura de Maringá informou que a instalação do Centro Pop no Terminal Rodoviário é impossível, porque já existe lei aprovada que autoriza a licitação de atividades comerciais no local. Ainda segundo o Executivo, a licitação deve ser publicada em breve.

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/entidade-sugere-que-centro-pop-seja-instalado-no-1o-piso-da-rodoviaria

Foto: Paulo Vitor/Reprodução/CBN Maringá

A Câmara de Graduação e Ensino da Universidade Estadual de Maringá (UEM) aprovou a implementação de cotas raciais na instituição. Proposta recebeu parecer favorável do conselho superior nesta quarta-feira (6).

Após muita discussão, ficou definido, nesse primeiro momento, a implementação de 20% de cotas raciais na universidade: sendo 15% desse total envolvendo também critérios sociais.

A proposta, agora, deve ser discutida no Conselho de Ensino e Pesquisa, ainda sem data para ocorrer. Só depois é que haverá a definição quanto a essa ação afirmativa.

A proposição da implementação das cotas foi feita pelo movimento negro em Maringá. Entre eles, o grupo Yalodê-Badá. O estudante Bruno Barra, que participa desse coletivo, esteve discussão nesta quarta e disse que é um momento histórico.

"Há um ano entregamos à reitoria o documento de cotas raciais, solicitando essa política afirmativa na UEM. Foi a primeira etapa das votações. Com certeza é um ganho. A gente sabe que não é o ideal, o suficiente, mas é um começo", comemorou Barra. 

Em nota, a instituição armou que a discussão em relação ao sistema de cotas vem ocorrendo desde o ano passado. Atualmente, a UEM é a única universidade pública do Paraná que não tem essa ação afirmativa.

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/camara-de-graduacao-aprova-implementacao-de-cotas-raciais-na-uem

 

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