Sidebar

05
Sex, Jun

Será realizado no dia 30 de novembro, um sábado, na Universidade Estadual de Maringá (UEM), a sexta edição da conferência da juventude. A temática deste ano é 'Juventude e o direto à cidade', que irá discutir a participação dos jovens nas políticas públicas.

Segundo a presidente do conselho municipal da juventude, Ana Nerry, será um espaço para pensar a realidade das juventudes que existem em Maringá.

"É um espaço amplo de encontro das expressões de juventude em Maringá. Será um espaço de discussão das realidades vividas pela juventude na cidade, e também para discutir soluções para as problemáticas que forem levantadas durante a discussão", explica ela.

As inscrições são gratuitas, já estão em andamento e podem ser feitas no local, ou então pelo site da Prefeitura de Maringá, em: www.maringa.pr.gov.br 

Foto: Universidade Estadual de Maringá (UEM)
https://gmconline.com.br/noticias/cidade/conferencia-da-juventude-ocorre-neste-mes-em-maringa

Elas já protagonizaram cenas em filmes como ET: o extraterrestre, Perigo por Encomenda ou Butch Cassidy and the Sundance Kid (Dois Homens e um Destino). Cicloativismo (Bicicultura 2019), que começa nesta quinta-feira e segue até domingo (14 a 17).

A programação envolve atividades como palestras, workshops, exibição de filmes, atrações musicais e rodas de discussão, todas acerca do tema Cicloativismo, Memória e o Agora.

Um dos destaques da programação vai ser o Desafio Intermodal, que consiste em um teste feito para comparar a eficiência de diversos modais de transporte com a bike. Para isso, os modais “desafiantes” saem todos juntos de um local em direção a um destino comum.

Abertura

O evento, que tem apoio da Universidade Estadual de Maringá (UEM), começa nesta quintafeira (14), com um "pedal" que deverá ter participação do prefeito Ulisses Maia, do vice-reitor Ricardo Dias Silva e do deputado estadual Goura Nataraj (PDT). Com saída prevista para 16h40, em frente à Prefeitura, o grupo seguirá em direção ao auditório Dacese, no câmpus da UEM, onde será realizada a cerimônia de abertura, marcada para às 17h.

A palestra de abertura vai contar com a presença de Goura, que é cicloativista e defensor de políticas de mobilidade urbana com foco nas bicicletas. Também está agendada uma palestra com a pesquisadora da USP (Universidade de São Paulo) Letícia Lindenberg Lemos, que relaciona a discussão de mobilidade urbana aos debates sobre igualdade de gênero.

No sábado (16) terá lançamento do filme "Afuá, a Cidade das Bicicletas", da cineasta, fotógrafa e cicloativista Renata Falzoni. O filme conta a história da cidade paraense de Afuá, que foi construída sobre plataformas de palafitas, tem pouco mais de 30 mil habitantes e a bicicleta como principal meio de transporte.

Na mesma noite também haverá exibição do documentário "Vou de Bike: Mobilidade Urbana e o Direito à Cidade em Maringá". Produzido pela Circular Cultural, o lme acompanha ciclistas e cicloativistas para analisar o cenário e as perspectivas da mobilidade urbana na cidade.

O Bicicultura 2019 continua com atividades nos dias 15, 16 e 17 de novembro. Para consultar a programação completa e outras informações, clique no website do evento.

Sobre o encontro

O Bicicultura é um encontro anual organizado para celebrar e impulsionar a cultura da bicicleta como meio de mobilidade nas cidades brasileiras. Pensado para ser um espaço de convívio, compartilhamento de conhecimento e formação de alianças entre ciclistas, cicloativistas e interessados, de todos os setores sociais, o encontro também tem o objetivo de aprofundar as discussões políticas, tecnológicas, culturais e econômicas em relação ao uso da bike.

Com o tema central Cicloativismo, Memória e o Agora, esta edição busca resgatar a importância da preservação da história dos movimentos sociais. Nessa proposta, convida os ciclistas a resgatarem e compartilharem suas próprias vivências.

O encontro é idealizado pela União de Ciclistas do Brasil (UCB). Em Maringá, está sendo organizado pela Ciclonoroeste com apoio da Associação Cultural Céu de Capricórnio, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Revista Ciclotur, Bicicletaria Cultura de Curitiba, CicloIguaçu , da UEM, da Prefeitura de Maringá, da Circular Cultural, Mundo Livre FM e do grupo de discussão BR Cidades, da UEM.

Foto: Ilustrativa/Arquivo/PMM

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/bicicultura-2019-comeca-nesta-quinta-e-vai-ate-domingo-em-maringa

O que você acha da instalação do Centro Pop no 1º piso da rodoviária? A sugestão é do Observatório das Metrópoles da UEM (Universidade Estadual de Maringá). A entidade concluiu a pesquisa “A População em Situação de Rua em Maringá” na última semana e percebeu que muitos moradores de rua já pernoitam no terminal, sentados em cadeiras.

O levantamento também apontou as dificuldades enfrentadas pelo Centro Pop na rua Fernão Dias. Segundo a coordenadora do Observatório, Ana Lúcia Rodrigues, após análises, a entidade acredita que o 1º piso do Terminal Rodoviário seria o local ideal para o acolhimento da população de rua.

Foto: Divulgação/Observatório das Metrópoles

Por nota, a Prefeitura de Maringá informou que a instalação do Centro Pop no Terminal Rodoviário é impossível, porque já existe lei aprovada que autoriza a licitação de atividades comerciais no local. Ainda segundo o Executivo, a licitação deve ser publicada em breve.

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/entidade-sugere-que-centro-pop-seja-instalado-no-1o-piso-da-rodoviaria

Foto: Paulo Vitor/Reprodução/CBN Maringá

A Câmara de Graduação e Ensino da Universidade Estadual de Maringá (UEM) aprovou a implementação de cotas raciais na instituição. Proposta recebeu parecer favorável do conselho superior nesta quarta-feira (6).

Após muita discussão, ficou definido, nesse primeiro momento, a implementação de 20% de cotas raciais na universidade: sendo 15% desse total envolvendo também critérios sociais.

A proposta, agora, deve ser discutida no Conselho de Ensino e Pesquisa, ainda sem data para ocorrer. Só depois é que haverá a definição quanto a essa ação afirmativa.

A proposição da implementação das cotas foi feita pelo movimento negro em Maringá. Entre eles, o grupo Yalodê-Badá. O estudante Bruno Barra, que participa desse coletivo, esteve discussão nesta quarta e disse que é um momento histórico.

"Há um ano entregamos à reitoria o documento de cotas raciais, solicitando essa política afirmativa na UEM. Foi a primeira etapa das votações. Com certeza é um ganho. A gente sabe que não é o ideal, o suficiente, mas é um começo", comemorou Barra. 

Em nota, a instituição armou que a discussão em relação ao sistema de cotas vem ocorrendo desde o ano passado. Atualmente, a UEM é a única universidade pública do Paraná que não tem essa ação afirmativa.

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/camara-de-graduacao-aprova-implementacao-de-cotas-raciais-na-uem

 

A professora Linnyer Beatrys Ruiz Aylon, do Departamento de Informática (DIN) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e membro do Comitê de Assessoramento da área de Microeletrônica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientíco e Tecnológico (CNPq), foi indicada ao prêmio “Carolina Bori Ciência & Mulher” na categoria “Mulheres Cientistas”.

A indicação foi da Sociedade Brasileira de Microeletrônica (SBMIcro), nesta semana, sob o argumento de que a pesquisadora se tornou merecedora da distinção "não somente por suas realizações em ensino, pesquisa, extensão e inovação, mas por seu exemplo de vida, sua dedicação à popularização da ciência, incentivo as mulheres e às causas relacionadas com a microeletrônica".

Ao relatar os critérios em que se baseou para fazer a indicação, a entidade diz que Linnyer "é uma das raras mulheres pesquisadoras em microeletrônica e Bolsista de Produtividade em Pesquisa CNPq, nível 1".

Além do mais, a SBMIcro menciona que a professora da UEM tem destaque na comunidade de microeletrônica por sua determinação, dedicação à sociedade científica e apoio ao surgimento de novos grupos de pesquisa no interior do País, bem como o empenho de seus esforços para a consolidação do crescimento científico e inovação.

"A SBMicro reconhece a trajetória desta pesquisadora que nasceu no interior do Paraná, em uma família de poucas posses, seguiu sozinha para Curitiba para cursar engenharia na década de 1980, fez uma carreira notável e voltou para o interior para promover o surgimento de uma nova geração de pesquisadores, bem como, alavancar a carreira de outras mulheres", cita a entidade, em texto publicado no site da corporação. A área de microeletrônica é considerada prioritária para a política industrial brasileira. Os temas de pesquisa dos projetos da professora estão na interseção das áreas de microeletrônica e computação e estão relacionados com as Redes de Sensores Sem Fios e a IoT, assuntos que ocupam posição estratégica no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, contemplando um dos objetivos prioritários do desenvolvimento científico e tecnológico nacional: Tecnologias da Informação e Comunicação.

De forma relevante, a inserção e o reconhecimento da contribuição de Linnyer para a área de pesquisa de microeletrônica e sua aplicação em Redes Veiculares, IoT e Redes de Sensores Sem Fio, estão evidenciadas pelos cargos e funções que a mesma ocupa no cenário nacional e internacional.

Com isso, relata a SBMIcro, a pesquisadora vem contribuindo na definição de políticas públicas que tornem mais ágil e eficiente o processo de inovação, na promoção de uma nova geração de talentos na área de microeletrônica, em particular os sistemas embarcados, com vistas para a formação de quadros científicos de destaque, na popularização da ciência e no estímulo à participação de mulheres nas áreas STEM, sigla em inglês para Science, Technology, Engineering e Mathematics (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

O trabalho escolhido, dentre muitos outros, para tratar da relevância e contribuições da professora para as áreas de microeletrônica e computação, tem como título “On the design of a long range WSN for Precision Irrigation” e foi publicado no IEEE Sensors Journal.

Este é um dos periódicos de referência na área da Ciência da Computação com fator JCR: 2,167 e Qualis Capes A1 (Engenharias IV).

O artigo apresenta um sistema de rede de sensores sem o que permite monitorar culturas e, em particular, tornar a irrigação uma atividade de alta precisão. Trata de solução tecnológica que torna possível coletar dados do solo usando sensores, fazer o processamento destes dados e gerar conhecimento sobre a irrigação de precisão, podendo ativar os implementos de forma automática e guardar as informações na nuvem para serem usadas em algoritmos de inteligência articial que sirvam de apoio ao gerenciamento das culturas.

O Paraná tem um Plano Diretor de Agricultura Irrigada (PDAI-P) e o trabalho desenvolvido por Linnyer neste e em outros artigos publicados representa uma contribuição significativa para o progresso do Estado. Segundo o Departamento de Economia Rural da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab), em 2012 o Paraná tinha 15 mil produtores irrigantes, com uma área total de 60 mil hectares.

A tecnologia proposta no artigo da professora, para uso em irrigação, também é aplicável em cenários urbanos, habilitando aplicações de cidades inteligentes, internet das coisas e outras.

Um exemplo desta aplicação está em outro artigo relevante publicado por ela, intitulado “Information-Driven Software-Dened Vehicular Networks: adapting exible architecture to various scenarios”, publicado em 2019 no IEEE Vehicular Technology Magazine.

O trabalho mostra o potencial da tecnologia para soluções de logística de implementos agrícolas no meio rural, mobilidade urbana e a qualidade de vidas nas cidades. Babbel

 

Os trabalhos envolvendo redes de sensores e redes veiculares são apenas alguns dos resultados de uma tese de doutorado orientada pela professora, que obteve o 2º lugar da edição de 2016 do Concurso de Teses e Dissertações promovido anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação.

O foco do trabalho dela na área de IoT está no desenvolvimento do MannaWui, um elemento para Internet das Coisas que possibilita que objetos do dia-a-dia, quaisquer que sejam, tenham capacidade computacional e de comunicação e se conectem à Internet.

Ele poderá ser embutido nos mais diferentes objetos tais como veículos, bicicletas, geladeiras, máquinas de lavar roupa, sapatos, cintos, ônibus, barcos, aviões e usado nos mais variados ambientes tais como florestas, rios, lagos, plantações, pastos, galpões de fazendas, granjas, em acessórios para animais e plantas, bem como plataformas de petróleo, estradas, edificações, entre outros.

Linnyer tem graduação em Engenharia de Computação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná; mestrado em Engenharia Elétrica e Informática Industrial pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (antes CEFET-PR); e doutorado e pós-doutorado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A seleção das vencedoras do prêmio “Carolina Bori Ciência & Mulher” será feita por uma comissão julgadora designada pelo Conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), composta por membros da entidade, de sociedades aliadas, entidades cientificas externas e organizações que apoiam a ciência no País.

O anúncio das premiadas será feito no dia 15 de janeiro de 2020. A premiação ocorrerá durante o "Simpósio Mulheres e Meninas na Ciência", no dia 11 de fevereiro. A data é em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, instituído pela Unesco em 22 de dezembro de 2015, durante a Assembleia Geral, que, por meio de resolução, estabeleceu o 11 de fevereiro para celebrar o importante papel das cientistas em todo mundo.

 Linnyer Beatrys Ruiz Aylon é professora do Departamento de Informática (DIN). Foto:Divulgação/UEM

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/professora-da-uem-e-indicada-a-premio-nacional

Mais Artigos...