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08
Sáb, Mai

 

O Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), promove a partir dessa segunda-feira, 1º, a primeira exposição ‘Vírus mortais que marcaram época’, de forma virtual, mostrando um panorama geral sobre alguns vírus do passado e do presente, que de algum modo, influenciaram e mudaram a história todo o mundo.

 

O Museu virtual é uma releitura de uma exposição já disponível para visitas presenciais na sede do Mudi. “Em virtude da pandemia do coronovírus e da necessidade de afastamento físico, elaboramos uma versão virtual com o objetivo de oferecer um panorama geral sobre alguns vírus que marcaram a história da humanidade” explica Sônia Trannin de Mello, coordenadora e curadora da exposição.

 

Os conteúdos foram organizados em páginas, de modo que cada vírus pode ser apreciado e estudado de forma convidativa e dinâmica. As páginas contêm links que permitirão aos internautas mais curiosos aprofundar seus conhecimentos, inclusive com informações em tempo real, no Brasil e no Mundo, sobre a pandemia da Covid-19. O material também conta com vídeos, a fim de oferecer mais uma possibilidade de metodologia de aprendizado.

 

A mostra aborda os vírus Ebola, Coronavírus, Poliomielite, Gripe Suína, Febre Amarela, Varíola, HIV Humano e Gripe Espanhola; suas características, formas de contágio e sintomas.

 

“A exposição é importante por chamar a atenção para outras epidemias e pandemias virais que tiveram a mesma característica que essa/ou não [Covid-19], e que, com os cuidados corretos e subsequente criação de vacina específica, foram erradicadas ou minimizadas” explica a coordenadora do Museu e organizadora da exposição, Ana Paula Vidotti.

 

Ainda de acordo com Ana Paula, a exposição presencial poderá ser vista após a reabertura do Mudi, que deve acontecer após o fim do período de isolamento social.

Acesse a página da exposição em: http://www.cpr.uem.br/index.php/virus-mortais

As informações são da Assessoria de Comunicação Social da UEM.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/museu-da-uem-realiza-primeira-exposicao-virtual/

Foto: UEM/ASC

 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) concorre em um edital para construir um laboratório de produção de vacinas. O edital é do CNPq e o valor necessário para montar um laboratório nível três em segurança é de R$ 500 mil.

 

Com um laboratório como esse, a UEM poderia entrar na corrida pela produção de uma vacina contra o coronavírus. O Paraná só tem um laboratório deste nível. Em entrevista à CBN Maringá, o diretor de pesquisa da UEM, Luiz Fernando Cotica, explica quais são as ações que a universidade está realizando em relação à Covid-19.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-concorre-em-edital-para-montar-laboratorio-de-producao-de-vacinas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mesmo diante de uma doença que provoca tantas incertezas, especialistas concluíram que os idosos fazem parte grupo que corre mais risco de vida caso seja infectado pelo novo coronavírus. As complicações causadas pelo vírus podem levar a morte.

 

Recentemente, uma pesquisa realizada pela Macroplan, empresa especialista em consultoria, mapeou onde estão concentradas as maiores populações de idosos no Brasil. O resultado foi obtido a partir do estudo das 100 maiores cidades brasileiras.

 

De acordo com os dados do levantamento, entre os municípios pesquisados, 50 têm alta concentração de idosos e Maringá ocupa a 22ª posição do ranking. 13,6% da população tem 60 anos ou mais e 1,8% fazem parte da população com idade superior a 80 anos.

 

O município se destaca, principalmente, entre as cidades paranaenses, aparecendo atrás apenas de Londrina, que ocupa o 13º lugar na classicação geral. A capital do estado aparece na 28ª posição entre as cidades com mais idosos e, por m, Ponta Grossa, que ocupa o 44º lugar.

 

Além da idade, pessoas que tenham doenças crônicas também foram incluídas no grupo de risco da Covid-19. A pesquisa da Macroplan listou as cidades brasileiras onde ocorrem mais mortes prematuras por Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT) e o único município paranaense que aparece no ranking é Ponta Grossa, na 37ª posição.

 

Nessa etapa do estudo, Maringá aparece entre as maiores cidades brasileiras com menores taxas de mortalidade prematura por DCNT. De acordo com a Macroplan, nesses municípios, os números cam entre 200 e 300 mortes por 100 mil habitantes de 30 a 69 anos. Maringá aparece na 90ª posição, com taxa de 249,8.

 

Covid-19 entre os maringaenses

 

O mais recente boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde de Maringá com o perl dos pacientes infectados pelo novo coronavírus na cidade mostrou que a população idosa é a menos atingida pela doença. Segundo o levantamento, pacientes que testaram positivo para Covid-19 e que têm mais de 60 anos representam 20% do total de casos.

 

No cenário das doenças crônicas, 28% dos infectados apresentava algum problema de saúde. Predominantemente, de acordo com o relatório, eram doenças cardiovasculares e metabólicas, como diabetes.

 

Estudo quer mapear os efeitos do isolamento social em idosos

 

Uma pesquisa quer analisar os impactos do isolamento social provocado pelo coronavírus, em pessoas idosas. O autor do estudo é o professor de educação física e mestrando da Universidade Estadual de Maringá (UEM) Rodrigo Garcia, que busca voluntários, acima dos 60 anos, para responder um questionário online.

 

Segundo o pesquisador, o objetivo é analisar como a mudança de rotina exerce efeito na capacidade dos idosos em realizar atividades do cotidiano. Para Garcia, os cuidados com o público da terceira idade nesse período merecem atenção.

 

“O interesse pela temática pode ser atribuído ao crescimento da população idosa no Brasil, que também é a que mais sofre com os efeitos colaterais da pandemia, já que são considerados grupo de risco e possuem a maior taxa de mortalidade entre os contaminados”, afirmou.

 

O estudo está sendo conduzido com apoio do Grupo de Estudos e Pesquisa em Aptidão Física e Treinamento (Gepat) da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). Para a coleta de dados, foi preparado um questionário online, que os voluntários podem responder em poucos minutos.

 

Com os resultados, o professor espera descobrir maneiras para que os idosos possam continuar desenvolvendo a atividade física em segurança, com os exercícios adequados.

 

“A literatura demonstra que idosos com menores níveis de atividade física também são os que apresentam maior nível de incapacidade e estresse. Portanto, o levantamento desses dados é importante para que possamos pensar em maneiras de protegermos os idosos do vírus”, afirmou.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/maringa-e-a-22a-cidade-do-brasil-com-mais-idosos-mostra-pesquisa

Mais de 90% das cidades paranaenses não possuem leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), revelou uma pesquisa do Grupo de Estudos e Pesquisa Ambiente, Sociedade e Geotecnologias, em parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM).

 

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

 

Em quase dois meses de trabalho, os estudos mostraram que 91,7% dos municípios paranaenses não têm UTI; que 57% das cidades não têm ventilador mecânico e que 36% não têm leito de nenhuma espécie. Os dados analisados são do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil (DATASUS), do Ministério da Saúde. Assim, caso a pandemia do novo coronavírus fuja do controle, nas cidades pequenas, o sistema de saúde das médias cidades correrá risco. Para o geógrafo Oséias da Silva Martinuci, as cidades polo possuem grande responsabilidade sobre a região em que estão inseridas. 

 

"Quando os casos de covid começarem a surgir nas cidades pequenas, toda a demanda delas irá para as grandes, como Maringá e, por isso, é preciso estar preparado. Isso pode representar o colapso do sistema de saúde, não só nessas cidades menores, mas também nas que estão encarregadas dos tratamentos", armou.

 

https://gmconline.com.br/noticias/parana/mais-de-90-das-cidades-do-parana-nao-tem-leitos-de-uti

 


A reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão foi realizada pela internet. Foto: Divulgação/Assessoria de Imprensa/UEM

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) decidiu suspender as aulas presenciais (tecnicamente chamadas de “calendário letivo”, que é apenas um dos componentes do “calendário acadêmico”). A decisão foi tomada pela instituição considerar que o mundo vivencia um “momento de exceção".

 

Segundo a UEM, foi cogitado migrar as aulas presenciais de graduação temporariamente para as aulas remotas, mas esta proposta foi descartada.

 

Os conselheiros definiram que a universidade deverá propor atividades acadêmicas não obrigatórias a distância. Na sessão, que durou mais de dez horas, houve apreciação e discussão do Parecer 001/2020 da Câmara de Graduação, Extensão e Educação Básica e Prosfisional (CGE) do CEP, do relator Oduvaldo Câmara Marques Pereira Júnior, bem como de dois pareceres de vista referentes ao primeiro documento, respectivamente dos conselheiros Jeselay Hemetério Cordeiro dos Reis Brasil e Luiz Fernando Lolli.

 

As aulas presenciais do 1º semestre de 2020, previstas para terem começado em 6 de abril, nem sequer haviam iniciado, devido ao isolamento social usado como enfrentamento à covid-19. Mesmo sem estar, até então, com realização de aulas presenciais, oficialmente o calendário letivo da UEM seguia em vigor, já que só poderia ser suspenso por deliberação em plenária do CEP, o que acaba de ocorrer. Quanto aos Programas de Pós-Graduação, por ora estes seguem com atividades remotas.

 

A reunião virtual, presidida pelo reitor Julio César Damasceno, chegou a atingir 164 participantes, a maioria conselheiros: 82 votaram a favor da suspensão; 47 foram contrários; e 1 se absteve.

 

Desde abril, a UEM vinha consultando alunos e professores, de forma on-line, para saber se seria ou não viável a eles a promoção do ensino presencial remoto, que resumidamente se trata da oferta de aulas com uso de Internet e demais tecnologias para que os alunos assistam-nas em casa.

 

Outros decisões 

 

Na reunião, os conselheiros do CEP também aprovaram o Relatório Institucional Consolidado Sobre os Grupos PET (Programas de Educação Tutorial) da UEM. Igualmente foi aprovado que bancas de defesa de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) possam ocorrer totalmente por videoconferência – ou seja, com todos os membros on-line, separados geograficamente, tirando a obrigatoriedade de alguém estar presencialmente na universidade durante a pandemia.

 

As aulas dos cursos ofertados pelo Núcleo de Educação a Distância (Nead) da UEM seguem normalmente, conforme já noticiado. Quanto ao Vestibular de Inverno 2020, continuam suspensas as datas para inscrição e realização das provas. Por Assessoria de Comunicação  

 

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/conselho-decide-suspender-calendario-letivo-da-uem

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