Sidebar

21
Seg, Set

 

De acordo com uma pesquisa interna feita com 7,5 mil estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM), ao menos 200 deles não têm acesso à internet ou não têm equipamentos como computador ou smartphone. O levantamento foi feito porque a universidade tem trabalhado para o retorno das aulas de forma remota devido à Covid-19. Uma proposta  será votada pelo Conselho de Ensino e Pesquisa na tarde desta quarta-feira, 15.

 

A UEM tem em torno de 15 mil alunos de graduação presencial. A pesquisa foi respondida, portanto, por 50% deles. Em um trabalho anterior, 78% dos acadêmicos responderam – e 9% haviam dito não ter acesso à banda larga. 

 

De acordo com o diretor de assuntos acadêmicos da UEM, Carlos Humberto Martins, a reitoria está preocupada com o assunto. Por esse motivo, conseguiu 450 smartphones que poderão ser emprestados e os laboratórios de informática poderão ser utilizados, seguindo as medidas para evitar o contágio da covid-19 –  se a proposta de retorno remoto for aprovada no CEP.

 

“A UEM tem feito todo um esforço para incluir esses alunos que responderam que não têm acesso, tanto à banda larga gratuita como equipamentos, pensando em um plano bem amplo de inclusão digital. Esse plano tem diversos itens, como um convênio com a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), que possa dar banda larga gratuita a esses alunos. A UEM também conseguiu, junto à Receita Federal, a doação de 450 smartphones de ótima qualidade para possibilitar o empréstimo a esses alunos, além de tablets, notebooks ou computadores. Já está em discussão a possibilidade de empréstimo desses equipamentos para esses alunos e o uso dos laboratórios de informática da UEM, que são mais de 50, que eles poderiam frequentar para assistir suas aulas teóricas de forma remota, claro, respeitando todas as condições sanitárias”, destaca.

 

Dos alunos que têm conexão com a internet, 83% usam de suas casas e 14% no trabalho e em casa;  o restante só no trabalho ou não tem. 82% têm equipamento exclusivo, ou seja, não dividem com ninguém. 

 

A pesquisa também foi feita com professores. 62% do total responderam – ou seja, 950. Desses, 68% registraram se sentir capacitados para ministrar aulas de forma remota. 

Por conta do coronavírus, o ano letivo 2020 não começou. A UEM criou um grupo de trabalho que avaliou a possibilidade de retorno de forma remota, a partir do dia 03 de agosto. Essa proposta já foi aprovada pela Câmara de Graduação, uma primeira instância, digamos assim. 

O CEP poderá aprovar, modificar ou rejeitar o plano. 

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/ao-menos-200-alunos-da-uem-nao-tem-acesso-a-internet/

Foto: Divulgação/ASC/UEM

Se o ensino remoto for aprovado na Universidade Estadual de Maringá (UEM), os alunos não terão prejuízo ao trancar o curso. A informação consta na proposta aprovada pela Câmara de Graduação na semana passada e que deve ser avaliada e confirmada pelo Conselho de Ensino e Pesquisa (CEP) na tarde desta quarta-feira, 15, antes de ser efetivada. 

 

O plano é que as aulas retornem de forma remota para os alunos de graduação a partir de 03 de agosto. Se a proposta for aprovada, o aluno que não se sentir confortável em ter aulas teóricas pela internet poderá cancelar disciplinas ou trancar o curso sem que isso seja somado ao tempo final de formação. Um exemplo: um estudante de engenharia tem até nove anos para concluir a graduação. Se não quiser seguir de forma online e optar por trancar o curso, ele continuará tendo nove anos porque 2020 não será “contado”. 

 

De acordo com a diretoria de assuntos acadêmicos da Universidade Estadual de Maringá, a medida foi pensada para dar liberdade ao aluno que não quiser assistir às aulas pela internet. O retorno remoto é uma iniciativa feita por conta da pandemia da Covid-19.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-se-ensino-remoto-for-aprovado-aluno-nao-tera-prejuizo-ao-trancar-o-curso/

A Câmara de Graduação aprovou retorno das aulas de forma remota na Universidade Estadual de Maringá (UEM). Este foi o primeiro passo. Agora, a proposta deve ser discutida e aprovada no Conselho de Ensino e Pesquisa (CEP). A Câmara de Graduação é uma das instâncias superiores da instituição, e reúne os coordenadores dos cursos de graduação e representantes dos estudantes.

 

Nesta sexta-feira, 10, o relatório feito por um grupo de professores, que propõe o retorno das aulas em 03 de agosto, foi debatido e aprovado com poucas alterações.

 

O Conselho de Ensino e Pesquisa é formado pela Câmara de Graduação e pela Câmara de Pós-graduação. A reunião deve ser convocada pela reitoria já na próxima semana. Dentro do Conselho de Ensino e Pesquisa a proposta pode sofrer alterações e até ser rejeitada.

 

Um grupo de trabalho envolvendo professores da UEM propôs uma série de medidas para o retorno às aulas. Devido à pandemia da Covid-19, a universidade não deu início ao ano letivo de 2020. Em um relatório feito pela comissão, a ideia é retomar o ensino de modo remoto a partir do dia 03 de agosto. Eles preferem não usar o termo EAD, de Ensino a Distância, porque a ação é vista como emergencial.

 

Em junho, a reitoria criou um espécie de comitê para avaliar as possibilidades. Formado por 24 pessoas, o grupo estudou a situação a partir dos eixos pedagogia, estrutura e segurança e saúde. O resultado foi um relatório que apresentou quatro fases para a retomadas das aulas. A primeira fase é que esta que vivemos, chamada de preliminar, com ações online de forma não obrigatória. A próxima é a do retorno das aulas por meio do ensino remoto emergencial, a partir do dia 03 de agosto. O passo seguinte é mesclar presencial e online. Por fim, o retorno total presencial. As duas últimas fases, claro, dependem das condições sanitárias.

 

O calendário letivo da UEM foi suspenso em maio, e a vigência dessa suspensão termina neste mês. Existe uma preocupação quanto à possibilidade de acesso remoto dos alunos. A UEM não descarta ofertar laboratórios para quem precisar.

A Universidade Estadual de Maringá tem cerca de 70 cursos de graduação e em torno de 20 mil alunos.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/camara-de-graduacao-aprova-retorno-das-aulas-remotas-na-uem/

Foto: Arquivo/GMC Online

A Câmara de Graduação da Universidade Estadual de Maringá deu início à discussão sobre a possibilidade de aulas retomadas a partir de agosto. A Câmara reúne mais de 60 professores, coordenadores dos cursos de graduação da UEM e é uma das instâncias superiores. A proposta foi lida nessa quarta-feira, 8, e deverá ser debatida nesta sexta-feira, 10. Um relator deverá se manifestar favoravelmente ou não. Caberá, depois, ao CEP (Conselho de Ensino e Pesquisa), a instância superior, decidir se segue ou não o voto do relator. Em todo caso, mudanças podem ser feitas.

 

Um grupo de trabalho envolvendo professores da UEM propôs uma série de medidas para o retorno às aulas. Devido à pandemia da Covid-19, a universidade não deu início ao ano letivo de 2020. Em um relatório feito pela comissão, a ideia é retomar o ensino de modo remoto a partir do dia 03 de agosto.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-comeca-discutir-retorno-das-aulas-de-forma-remota/

Foto: Divulgação/UEM

Nesta pandemia, pesquisadores no mundo todo se dedicam a desenvolver técnicas e equipamentos para ajudar pacientes com a covid-19. Respiradores para suprir a alta demanda e reduzir os preços entre outros  equipamentos que deem mais conforto aos pacientes que precisam ficar dias internados em enfermarias ou unidades de terapia intensiva (UTIs). 

 

É o caso do capacete de oxigenação. O comum em hospitais é o uso da máscara de oxigenação, aquelas usadas, por exemplo, quando se faz inalação.  

 

Para pacientes que precisam de oxigênio por muito  tempo e de forma ininterrupta, como alguns pacientes com Covid que ficam em leitos de enfermaria, as máscaras não são muito eficientes.

 

Assim, surgiram os capacetes de oxigenação que evitam que o ar escape, aumentando a pressão, dando mais conforto ao paciente que assim precisa fazer menos esforço para respirar.

 

Na Universidade Estadual de Maringá (UEM), os cursos de medicina e física desenvolveram um capacete de oxigenação próprio. Os médicos conhecem as necessidades clínicas dos pacientes, e os físicos fizeram os cálculos. 

Segundo o professor de medicina da UEM, o médico Edson Arpini Miguel, o equipamento, resultado de um trabalho interdisciplinar, está em uso e pode ser produzido em escala.

 

“Foi uma lógica que foi usada no mundo todo durante a covid no paciente que não está entubado, que não precisa de ventilação mecânica invasiva, esse paciente pode ser acoplado a uma espécie de capacete de astronauta, de um plástico endurecido e que tem entradas específicas para o oxigênio e tem um fluxo de saída, com filtro”, explica ele.

 

“Isso permite que ele fique em um ambiente com outros pacientes, que não necessariamente ele vai estar exalando ou dispersando os vírus durante a sua respiração. […] Esse capacete já está pronto, a gente fez alguns protótipos no último mês e conseguiu avançar até um modelo que a gente tem agora, que é bastante adequado. […] Essa semana deve ter conversas com a Secretaria de Ciência e Tecnologia e a partir daí, a gente deve definir uma estratégia para produção dos capacetes. A gente espera que aconteça rapidamente”, completa Miguel.

 

Ventilador mecânico

A mesma equipe de pesquisadores também está desenvolvendo um ventilador mecânico, que terá um custo bem menor que o de mercado. Mas neste caso ainda falta aprimorar o equipamento com testes.

 

“A gente tem algumas técnicas que queria aplicar, principalmente no controle e na dosagem de mediadores de resposta inflamatória, e, para isso, a gente teria que desenvolver uma certa tecnologia. Poderia se usar os aparelhos em descarte do próprio Hospital, porém a gente teve a ideia de construir o nosso próprio modelo. Então a gente já tinha um protótipo um quanto rudimentar, que avançou muito agora […], e hoje tem um modelo que, de fato, pode ser aplicado como protótipo para experiência em algumas situações. Ainda não em pacientes humanos, porque ele exige um certo trâmite nessa qualificação do aparelho”, conta o professor.

 

Um hospital do porte do Hospital Universitário de Maringá (HUM) precisaria de cinco a dez capacetes de oxigenação para atender a demanda atual.

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/covid-19-pesquisadores-da-uem-desenvolvem-capacete-de-oxigenacao/

Mais Artigos...