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Sex, Set

100 estudantes dos cursos de graduação da Universidade Estadual de Maringá se inscreveram solicitando um smartphone e um chip com acesso à internet. São alunos que voltam a ter aulas a partir da segunda-feira que vem, dia 17, quando começa o chamado ensino remoto emergencial. Os graduandos fizeram a inscrição entre os dias 03 e 10 deste mês. No dia 12 será publicada a homologação de quem poderá ter acesso ao que foi solicitado.

 

Devido à pandemia, a UEM não deu início ao ano letivo 2020. Em julho, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão aprovou o retorno das aulas de forma online e remota.

 

Como ao menos 200 alunos ou não têm celulares/notebooks ou acesso à internet, a instituição considera o empréstimo uma forma de sanar o problema.

 

No edital havia uma série de requisitos para conseguir os equipamentos. O estudante deve comprovar ser de baixa renda, por exemplo.

O assessor técnico da Pró-Reitoria de Ensino e presidente da comissão responsável pelo edital, professor Elyson Liberati, explica que 35% dos inscritos vieram do sistema de ações afirmativas.

 

A UEM tem ao menos 800 smartphones para empréstimos e também pretende fornecer tablets e notebooks.

 

Um novo edital deve ser feito em breve, para fornecer equipamentos aos estudantes da pós-graduação e professores temporários. Os termos ainda estão sendo desenvolvidos.

Os chips com internet estão na fase de aquisição por parte da universidade.

A expectativa é que tudo esteja pronto até o fim de semana.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/100-alunos-se-inscrevem-para-emprestimos-de-equipamentos-da-uem/

Foto: Ilustrativa/ASC/UEM

Um grupo formado por estudantes do quinto ano de direito da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e por advogados, que havia pedido por meio de uma liminar no início de julho para que as aulas voltassem na universidade de forma remota, decidiu solicitar a suspensão do processo por até seis meses. É que a UEM aprovou na semana passada o retorno do ensino de forma remota a partir do dia 17 de agosto. Na prática, se a Justiça aceitar o pedido, o grupo evita que o processo seja extinto. A solicitação foi feita nesta quinta-feira, 30.

 

Quando os interessados pediram o retorno imediato das aulas, a Justiça negou a liminar. O mérito não chegou a ser avaliado. Em um primeiro momento, a UEM informou que caberia ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão a decisão. Após a aprovação no CEP, a instituição comunicou a Justiça. O Ministério Público, parte do processo, não havia se manifestado até essa quinta. 

 

Devido à pandemia do novo coronavírus, a Universidade Estadual de Maringá não deu início ao ano letivo 2020. 

Na avaliação dos acadêmicos e advogados que assinaram o pedido de retorno e agora a suspensão da ação, o atraso no início das aulas gerou prejuízo educacional e financeiro. 

O estudante Gustavo Rosa disse que não faria sentido continuar com o pedido em aberto após a UEM ter decidido retornar com as aulas. O importante é não deixar a ação ser extinta, caso a universidade não cumpra com essa volta. Se isso acontecesse, precisaria dar início ao novo pedido,  afirmou.

 

“Considerando que a UEM, em tese, volta dia 17 de agosto, por cautela nós decidimos pedir a suspensão até a efetivação do ensino remoto nessa data. E o único impacto dessa medida é resguardar o direito, o objeto da ação, para que em um momento posterior, caso seja descumprida toda a proposta já discutida sobre o ensino remoto, a ação voltar a ser discutida judicialmente”, explica.

 

A reportagem entrou em contato com a chefia de comunicação da UEM. A assessoria informou que irá falar com a procuradoria jurídica antes de fazer qualquer comunicado.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-grupo-pede-suspensao-de-acao-que-solicitava-o-retorno-das-aulas/

Foto: Luciana Peña/CBN Maringá

Duas ações buscam fortalecer a economia solidária. São atividades que ocorrem por meio do Núcleo Unitrabalho, da Universidade Estadual de Maringá (UEM).  Devido à pandemia, as responsáveis pela incubadora decidiram realizar atividades virtuais. Uma delas é a “I Mostra Quitutes e Belezuras”, que apresenta um catálogo com produtos de gastronomia e artesanato.

 

A outra atividade é uma série de palestras online que começa nesta terça-feira, 28, chamada de “Ciclo de Lives da Unitrabalho UEM”, sempre às 19h, até e08 de setembro. A incubadora de economia solidária da universidade existe desde 1998. Essas duas atividades são para tornar a economia solidária mais conhecida, diz a coordenadora uma das coordenadores da incubadora, professora Maria Therezinha. 

 

“A sociedade não valoriza a economia solidária, ela é invisibilizada, apesar de já acontecer há algum tempo e ter diversos empreendimentos em todas as regiões do País que trabalham com esses princípios. Ela se pauta em alguns princípios como democracia, cooperação, centralidade do ser humano, valorização da diversidade, do saber local, do comércio justo, do cuidado com o meio ambiente, então por esses princípios, nós acreditamos que ela é um modo diferente de comercialização e produção de vida”, frisa.

 

Para saber mais informações sobre as duas atividades acesse o site.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/acoes-da-uem-buscam-fortalecer-a-economia-solidaria/

 

 

Foto: Divulgação/ASC UEM

Em decisão tomada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP), reunido remotamente nesta quinta-feira, 23, o início do ano letivo na Universidade Estadual de Maringá (UEM) para os cursos de graduação presenciais se dará no dia 17 de agosto, com aulas remotas emergenciais.

 

Na quarta-feira, 22, o Conselho já havia deliberado a favor de uma proposta previamente discutida na Câmara de Graduação do CEP, com relato do professor José Ricardo Penteado Falco. Na nova rodada de discussão ampliou-se o debate sobre o conteúdo geral da proposta, abrindo espaço para possíveis emendas.

 

Uma das alterações foi justamente quanto ao início do ano letivo, que na redação inicial estava previsto para 3 de agosto.

O que diz a proposta

Segundo a decisão do CEP, os cursos de graduação presenciais terão autonomia para definir quais disciplinas e conteúdos serão ofertados no ensino remoto, sem limitação de quantitativo. Vale destacar que a definição deverá se dar até 10 dias após a publicação da resolução do Conselho. Havendo impedimento pedagógico para não oferta de determinada disciplina, o fato deverá ser justificado pela coordenação do curso.

Os alunos terão flexibilidade para matricular-se nas disciplinas ofertadas, ainda que sejam de séries ou semestre diferentes da que iria cursar normalmente, mediante pedido à coordenação do curso.

 

Suporte tecnológico

A resolução também prevê que a UEM garanta suporte à viabilidade de acesso às tecnologias digitais da informação e comunicação aos discentes em vulnerabilidade econômica que solicitarem e comprovarem estarem impedidos de acompanhamento remoto das disciplinas por falta de equipamentos ou de dados em banda larga.

Como subsídio às atividades pedagógicas, a UEM também deverá disponibilizar livros por meio das plataformas digitais fornecidas pela Biblioteca Central.

Para além de todo o suporte ofertado, o Conselho acordou que o acadêmico poderá optar pelo trancamento da matrícula, sem prejuízo no prazo máximo de integralização do curso. Considerando, por exemplo, o curso de Odontologia, no qual o aluno tem até nove anos para concluir a graduação, caso o aluno decida trancar o curso nesse momento de excepcionalidade, permanecerá com os mesmos nove anos, já que 2020 não entrará na soma do tempo de curso.

Do mesmo modo, a qualquer tempo e sem necessidade de justificativa prévia, o acadêmico poderá fazer pedido de cancelamento de matrícula em disciplinas ofertadas de modo remoto, devendo dar ciência à coordenação do curso.

 

Durante a vigência do ensino remoto emergencial, as aulas deverão, obrigatoriamente, estar vinculadas ao uso de plataformas institucionais (uso do Moodle ou G Suite), em momentos síncronos fixos (com uso Google Meet, Zoom ou outro) com os estudantes matriculados e definidos nos seus horários, respeitando o turno do curso.

A critério do docente responsável, parte do conteúdo programático da disciplina poderá ser ministrado de forma assíncrona, disponibilizado nas plataformas institucionais (Moodle, G Suite), limitando-se a 40% da sua carga horária.

 

Necessidades Educacionais Especiais 

No período de duração do ensino remoto emergencial, o Programa Multidisciplinar de Pesquisa e Apoio à Pessoa com Deficiência e Necessidades Educativas Especiais, o Propae, manterá o atendimento para o desenvolvimento das atividades acadêmicas dos estudantes nesta condição. Mediante solicitação prévia poderão ser disponibilizados intérprete de libras, ledor, monitor especial, entre outros recursos para o desenvolvimento das atividades acadêmicas.

 

EAD e Pós-Graduação

A matéria aprovada, nessa quinta, 23, não se aplica aos cursos EaD, vinculados ao Sistema Universidade Aberta do Brasil, que manteve seu calendário acadêmico específico. Entretanto, ficou decidido que os conselhos acadêmicos desses cursos devem fazer ajustes no que se refere às atividades presenciais, como provas e estágios, atendendo assim o estabelecido na deliberação do Conselho Estadual de Educação.

 

Do mesmo modo, as decisões não se aplicam às atividades de Pós-Graduação Stricto Sensu ou Lato Sensu, inclusive Programas de Residência e outras atividades que possam ser realizadas a distância.

 

Calendário Acadêmico

A princípio, dentro de uma situação de normalidade diferente da atual, o ano letivo na UEM teria início no dia 6 de abril para os cursos de graduação. Em maio, diante do quadro de pandemia, o CEP decidiu pela suspensão do calendário letivo com aprovação de atividades extracurriculares, estipulando prazo de 60 dias para revisão do assunto, o que foi feito nas reuniões de de quarta e quinta-feira.

Pelo calendário acadêmico aprovado, as provas do concurso vestibular para ingresso em 2021 serão realizadas nos dias 7 e 8 de fevereiro e do Processo de Avaliação Seriada no dia 28 de fevereiro.

A resolução com estas e outras decisões devem ser publicada nos próximos dias.

 

Manifestações

Ao final da reunião, algumas manifestações foram feitas em defesa de um conselheiro, representante discente, que na reunião de quarta-feira foi vítima de um comentário ofensivo por parte de uma docente integrante do CEP.

 

Algumas cartas em defesa do acadêmico foram lidas, com assinatura de vários professores, com representatividade em núcleos de pesquisa voltados para questões afirmativas. O próprio acadêmico que foi alvo do comentário, falou em dois momentos.

O reitor da UEM, Julio César Damasceno, além de abrir espaço para as manifestações entre os conselheiros e reiterar a posição da Reitoria contra atos homofóbicos, disse que a gestão está se mobilizando para tomar providências dentro dos parâmetros do regimento da UEM e afirmou que atos como esse precisam ser responsabilizados.

As informações são da Assessoria de Comunicação Social da UEM.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-inicia-ano-letivo-dia-17-de-agosto-com-aulas-remotas/

Natália Corbello Pereira estuda, em média, seis horas por dia – Foto: Danilo Padovan

Com uma rotina intensa de leituras e estudos, em média 6 horas por dia, Natália Corbello Pereira, de 21 anos, conquistou em 2020 a maior média entre todos os cursos da Universidade Estadual de Maringá (UEM). A jovem maringaense ficou com 9,64 de média. 

 

Natália se formou no dia 6 de março deste ano em Letras – Inglês pela UEM. A jovem ingressou no curso em 2016 e já chegou com tudo, após ser aprovada em primeiro lugar no vestibular em um concurso que se inscreveu somente para testar conhecimentos. 

 

Ao saber pela equipe de reportagem do GMC Online que a média 9,64 que a maior de todos os cursos, Natália ficou surpresa. 

 

“Fiquei impressionada e surpresa. Não pensei que eu seria a melhor média, não. Embora eu tivesse ficado bem orgulhosa quando me formei, não imaginava que seria a maior média. Fiquei sabendo por vocês”, afirma Natália Corbello Pereira. 

Foram quatro anos de graduação com médias de 97, 98, 99 e 100 nas disciplinas. A área que Natália tirava notas mais baixas era em história da gramática e, mesmo assim, nem são notas baixas. A jovem fechou a disciplina com média acima de 8,0. 

 

Qual o segredo?

Mas, qual segredo para gabaritar provas assim? Muito estudo, leitura e dedicação, segundo a formanda Natália Corbello Pereira. 

 

“Eu sempre fiz questão de expandir as leituras para além do que era passado em aula. Esse sempre foi meu objetivo. Ler mais do que pediam. Mas sempre fiz muita pesquisa. Já tive períodos de passar 6 ou 7 horas lendo livros para cumprir minhas leituras que tinha como meta”, explica. 

Natália nasceu e mora em Maringá com os pais e, durante o curso, trabalhou dentro no campus da universidade em projetos internos. “Durante a graduação trabalhei internamente na UEM por meio de programas de bolsas de estudo dando aula. Dei aulas de inglês”, acrescentou. 

 

Planos para o futuro 

Natália durante a colação de grau em março deste ano – Foto: Danilo Padovan

Natália está cursando agora o curso de bacharelado em tradução na UEM, que será concluído em um ano. Após isso, a jovem pretende focar na carreira de pesquisadora e professora. 

 

“Acabei me apegando ao meio acadêmico e em pesquisa. Então quero me dedicar a isso. Depois que terminar o bacharelado em tradução quero continuar os estudos, provavelmente o mestrado e doutorado. Se der certo, quem sabe até fora do Brasil, se eu conseguir alguma bolsa de estudos”, explicou. 

Natália é apaixonada por games e suas pesquisas são justamente nessa área. A estudante faz muitas pesquisas na área de narrativas em videogames. Seus jogos preferidos são os indie. 

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/com-media-96-formanda-em-letras-e-a-dona-da-maior-nota-da-uem/

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