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Sex, Abr

Foto: Divulgação/UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é a universidade estadual da Região Sul que mais realiza pesquisa no Brasil e a quinta em âmbito nacional.

As informações são referentes a dados da Web of Science, com compilação da Clarivate Analytics, a pedido do Jornal da USP. Segundo o levantamento, a UEM publicou 3.656 artigos científicos entre os anos de 2014 e 2018, correspondendo por 1,7% da produção de pesquisa em todo o país. Este percentual coloca a UEM entre as 25 instituições nacionais que mais publicaram nos últimos cinco anos.

“O ranking tem um significado muito importante para a UEM, que é a primeira universidade estadual da Região Sul. É um reflexo dos trabalhos que os pesquisadores da UEM têm desenvolvido na instituição e que são divulgados em periódicos científicos de qualidade. Então, a UEM ter publicado 3.656 artigos de 2014 a 2018 é extremamente significativo”, comemora o Dr. Clóves Cabreira Jobim, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UEM.

Para a professora Dra. Rosilene Fressatti Cardoso, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PCS), ao Programa de Pós-Graduação em Biociências e Fisiopatologia (PBF) e ao Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas (Lepac), com atuação na linha de pesquisa sobre doenças bacterianas e virais, “a pesquisa atua de forma a consolidar o ensino de futuros profissionais”.

Farmacêutica graduada na UEM em 1984 e com pós-doutorado concluído em 2017, observa que “o avanço científico, para ter sua validade, deve chegar à comunidade com o objetivo primordial de melhorar a qualidade de vida dos indivíduos”.

A UEM tem 56 programas de pós-graduação em todos os centros de ensino, que contribuem por grande parcela da produção científica da universidade. Destes, há: 12 mestrados profissionais; 28 programas de doutorado, sendo cinco consolidados com inserção internacional e conceito 6 (o máximo é 7) atribuído pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A UEM também soma: 238 grupos de pesquisa certificados pelo Diretório dos Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); e 747 bolsistas do CNPq, dentre os quais 146 professores doutores pesquisadores, 161 bolsistas de pós-graduação e 282 graduandos (bolsas de iniciação científica).

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/no-sul-a-uem-e-a-universidade-estadual-que-mais-faz-pesquisa

 

 

Foto: Rodisley Souza/CBNMaringá

O Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maringá (Ipplan) se reuniu com o reitor e representantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico (Codem), para retomar a discussão sobre a construção de uma via pública passando por dentro da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

É o que diz Edson Cardoso, presidente do Ipplam, "Recomeçamos a conversa há cerca de 15 dias, prefeito autorizou o Ipplan fazer a negociação junto à UEM e tocar esse assunto para gente ir avançando e chegar num dominador. A ideia é atravessar a avenida Herval, agora por onde ela vai passar na UEM é que é o grande desafio, de fazer com que tenha a mobilidade correta e que tenha o menor prejuízo para a UEM", afirma.

Outro projeto que está sendo retomado é a revitalização da Avenida Brasil. Nesta etapa está sendo elaborado um termo de referência que será a base para um concurso que irá escolher o melhor projeto. A ideia é que as calçadas sejam ampliadas e um Veículo Leve sobre Trilhos (VLL) seja o principal meio de transporte na via.

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/projeto-de-prolongamento-da-herval-atravessando-uem-e-retomado

 

A jaguatirica de aproximadamente três anos que morreu após ser atropelada nesta quinta-feira (11) na PR-546, entre os municípios de Floresta e Ivatuba, vai demorar para passar pelo processo de taxidermia.

Ela foi trazida para o Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), porém outros 80 animais estão congelados no local aguardando pela técnica, que é um sofisticado processo onde só a pele do animal é aproveitada.

Atualmente, no Mudi da UEM existe cerca de 40 animais taxidermizados, entre exposição e reserva técnica. Os maiores são um avestruz, um tamanduá bandeira e onças parda e pintada. Nos dias 27 e 28 deste mês, o museu sediará um curso de taxidermização.

Outra edição está agendada para os dias 25 e 26 de maio. A ideia é ter mais profissionais de ciências biológicas e áreas afins aptos para o serviço. Outras informações sobre a capacitação no site: www.mudi.uem.br

Foto: Divulgação/UEM
https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/taxidermia-da-jaguatirica-atropelada-na-regiao-vai-demorar

Foto: Divulgação/ASC UEM

Pesquisadores da UEM (Universidade Estadual de Maringá) estão desenvolvendo um equipamento experimental para medidas diretas e modelagem termodinâmica do efeito Joule-Thompson (J-T), relacionado com escoamento de gases puros e misturas simples em tubulações e poços de petróleo.

O projeto é financiado pela Petrobrás, segundo explica o professor do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química e coordenador da pesquisa, Lucio Cardozo Filho.

Ele adianta que a literatura científica conhecida até aqui sobre o efeito J-T é insuficiente para determinar um protocolo experimental e teórico consolidado devido às características intrínsecas do fenômeno.

Além disso, as tentativas de medidas do efeito J-T de gases e mistura de interesse a Petrobras em laboratórios internacionais mostraram-se insucientes.

O trabalho dos pesquisadores da UEM está bem adiantado e entrou na fase de testes.

Nesta terça-feira (19), o grupo recebeu a visita do químico de petróleo do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobrás, Francis Assis Meireles, que veio acompanhar os experimentos no laboratório da UEM. Nos próximos meses, diretores da estatal também devem vir na Universidade.

Cardozo Filho explica que a proposta de trabalho consiste em propor metodologias experimentais e teóricas para quantificar o efeito J-T de gases liberados de fluidos de reservatório para diversas condições de pressão e temperatura da operação das linhas da distribuição de gases.

“O dados produzidos pelo artefato devem auxiliar nas decisões operacionais dos poços e no desenvolvimento de um modelo para estimar as quantidades de CO2 em diversos fluidos dos reservatórios produzidos ao longo do tempo e na avaliação de simuladores disponíveis comercialmente”, esclarece o professor.

“Estes dados“, continua Cardozo Filho, “são imprescindíveis para projetos de recuperação secundária por injeção miscível de CO2, bem como para projetos de sequestro e armazenamento de CO2”.

O projeto também conta com a participação do professor Pablo Hegel (foto acima), da Universidad Nacional del Sur. O pesquisador argentino, que possui habilidade e experiência na construção de equipamentos para sistemas pressurizados, está na UEM desde 17 de janeiro, trabalhando no projeto.

Confiante no êxito da construção do primeiro equipamento para medidas do coeficiente J-T para sistemas pressurizados no país, Cardozo Filho diz que o sucesso desse projeto pode contribuir para a “diminuição da nossa enorme dependência tecnológica externa, nem sempre condizente com as nossas expectativas e necessidades, para esses tipos de medidas e equipamentos”.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/pesquisadores-da-uem-desenvolvem-equipamento-para-a-petrobras

O Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), agendou para esta sexta-feira (22), a defesa da dissertação de Lua Lamberti de Abreu, que será a primeira travesti a concluir um curso de mestrado na UEM.

A apresentação do trabalho terá início às 14 horas na Oficina de Teatro. A qualificação foi realizada no dia 17 de agosto do ano passado.

Lua disse ao portal GMC Online que considera importante ser a primeira travesti a concluir um mestrado na universidade. “É uma maneira de mostrar para o mundo que isso é possível, que as pessoas trans existem, que estamos aqui e vamos ocupar esses espaços porque nós podemos e precisamos.”

Além disso, ela ressalta que é positivo apontar a pós-graduação como um caminho possível para outras pessoas trans.

“O marcador da travestilidade sempre fecha portas, então, quando uma pessoa trans se vê nesse espaço é revolucionário”, comenta.

Ela também relata que teve muito apoio na universidade tanto na graduação, quanto no mestrado. “Eu me entendi travesti em uma rede de afeto e proteção, com apoio de amigas e professoras. Sei que essa é uma realidade privilegiada e tenho muita gratidão pelas pessoas que cruzei dentro da UEM, porque foram elas que me ajudaram”, arma Lua.

Sob orientação da professora Eliane Maio e co-orientação da professora Roberta Stubs Parpinelli, Lua defenderá o trabalho intitulado Pe-Drag-Ogia como modo de Tensionar/Inventar Territórios Educacionais Heterotópicos que, em síntese, discute o apagamento e a inacessibilidade de pessoas trans nos territórios formais da educação.

Lua desenhou um mapa de referências, sejam elas artísticas, midiáticas, literárias, científicas ou acadêmicas, problematizando as funções e relações da artista transformista, em vias de nomear um movimento pedagógico, que resiste e subverte espaços formais excludentes e ao mesmo tempo seja capaz de positivar experiências marginais, portanto, um movimento de Pe-drag-ogia.

Vale destacar que a mestranda utiliza-se do recurso metodológico da autoficção, pelo qual há um diálogo entre autora e sua persona Drag, deslocando as noções de educação por um eixo éticoestético-político de ser e estar no mundo, pensando a partir de territórios educacionais que possam ser mais receptivos e potentes para pessoas que não são bem-vindas aos meios hegemônicos.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/lua-lamberti-de-abreu-e-a-primeira-mestre-travesti-formada-pela-uem

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