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Sex, Jan

Entre os dias 23 a 29, diversas atividades vão marcar a Semana Maringaense de Educação Financeira, que faz parte da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira (Enef). Os eventos reúnem uma vasta programação educacional gratuita e on-line. A Universidade Estadual de Maringá (UEM) está contribuindo com atividades voltadas para adultos e crianças.

A Enef é uma iniciativa do Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF). Todos os anos, municípios de todo o país promovem eventos com foco neste tema. Em 2020, a programação será on-line, com iniciativas organizadas por diferentes entidades. A UEM colocou a mão na massa e vai contribuir de várias formas.

 

A primeira é com uma série de podcast. O nome é “Educação Financeira para Crianças”. A produção é da Assessoria de Comunicação e Divulgação Científica (ACDC), da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PEC/UEM), e contou com a participação de servidores da Rádio UEM-FM, o jornalista Marcelo Galdiolli, e do técnico de som e locutor, Rosendo Nogueira Neto; além de cidadãos mirins voluntários: Laura Sant’Ana; Manuela Sant’Ana Garcia; e Francisco Carneiro Leite Neto.

“O conteúdo do programa sobre educação financeira vem abrir nossos olhos, como pais, de como é simples incluir o assunto na vida família. Muitas vezes, não incluímos nossos filhos, subestimando o poder que eles possuem de entendimento sobre este assunto. Esse conteúdo, exposto da maneira correta, como mostrado no podcast, pode mudar o rumo de uma família, de forma saudável e equilibrada. E, claro, a vida dos nossos pequenos também, tornando-os responsáveis e conscientes”, disse Valéria Cristina Sant’Ana Garcia, mãe da Manú, que interpretou a Mariana na série.

A locutora mirim comentou: “achei incrível. O lugar é ótimo, as pessoas super amigáveis. Adoraria fazer novamente”. “Achei muito legal fazer o Pedro, pena que tive poucas falas. Queria participar mais”, completou Francisco, o menino Pedro, da história. Já a locutoras das vinhetas do podcast, Laura, comentou: “eu fiquei honrada de ser escolhida para gravar esse programa importantíssimo, produzido por uma das melhores Universidades do país”.

Veiculação – Durante todos os dias da semana (23 a 29 de novembro) será veiculado um episódio da série, contabilizando sete pequenas esquetes que ‘ensinam’ um pouco sobre educação financeira para a criançada. “Esse público é um das grandes preocupações da PEC, principalmente, nestes tempos de isolamento social, quando eles estão tão vulneráveis, mas, por outro lado, disponíveis para receber informações de forma remota”, disse a assessora de Comunicação e Divulgação Científica da PEC, Ana Paula Machado Velho, que também participou da gravação do podcast. Ela ainda registrou que o roteiro teve a consultoria do professor do Departamento de Economia da UEM (DCO), Antonio Zotarelli.

O produto foi todo pensado para a garotada. “Tem a linguagem que cativa a meninada.  A informação é passada de forma bem didática e com vocabulário simples. Acho que vai ter um impacto bem grande na nossa comunidade e, futuramente, poderá ser usado por professores, pais e mães, porque ficará disponível na plataforma Spotfy”, destacou a pró-reitora da PEC, Débora de Mello Sant’Ana .

Consultoria – O professor Zotarelli, que aprovou a produção do roteiro do podcast infantil, é o coordenador do projeto de extensão da UEM “Educação Financeira Sustentável”. Durante a Semana Maringaense, ele e sua equipe vão oferecer assessoria financeira pessoal aos interessados da comunidade. “Nos dias 24, 25 e 26 será atendimento individual e, no dia 25,  vamos ministrar um mini-curso ‘Educação financeira: ampliando as perspectivas’, das 19h30 às 21h30”, disse o professor.

Se você ficou interessado, as inscrições devem ser realizadas no endereço: www.prh.uem.br/edfin. “E se quiser mais informações sobre o Projeto, entre em contato por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (44) 3011-5210″, anunciou o professor.

A UEM ainda produziu um vídeo e um episódio de podcast, que serão exibidos no primeiro dia da Semana Maringaense, dando dicas de planejamento financeiro para adultos. A produção é do pessoal da CSA Invest, a Liga Acadêmica de Investimentos, do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CSA/UEM). O material foi desenvolvido sob a orientação do professor DCO, Julyerme Tonin.

Abertura –  A Semana de Educação Financeira está marcada para começar na segunda-feira (23), às  19 horas. Haverá uma solenidade que será exibida pelo Canal do Movimento Prosperingá, no Youtube e no Facebook. Em seguida, será realizada uma live com o tema “Resiliência Financeira” com dois palestrantes: Taís Di Giorno e Rogério Olegário. Faça sua inscrição em: https://bit.ly/AberturaProsperinga2020.

A programação completa da Semana Maringaense de Educação Financeira pode ser vista neste link. A promoção do evento conta com o apoio de vários parceiros, como o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), a UEM e o Prosperingá, “um movimento envolvendo toda comunidade na disseminação da educação financeira como base para a criação de uma sociedade cada vez mais próspera”.

Foto: Amarildo Santos/CBN Maringá

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é o segundo maior colégio  eleitoral de Maringá. São 26 seções , com 7.626 eleitores aptos a votar. De acordo com a Justiça Eleitoral, muitas pessoas já foram votar na primeira hora das eleições. Em sua maioria, idosos com mais de 60 anos, mas muitos jovens também aproveitaram para votar cedo.

O que se observa é que nem todos os eleitores estão levando a sua própria caneta. A recomendação é para que cada um leve a sua caneta para assinar, por conta da pandemia do novo coronavírus. Outro detalhe é a obrigatoriedade da mascara para votar.

100 estudantes dos cursos de graduação da Universidade Estadual de Maringá se inscreveram solicitando um smartphone e um chip com acesso à internet. São alunos que voltam a ter aulas a partir da segunda-feira que vem, dia 17, quando começa o chamado ensino remoto emergencial. Os graduandos fizeram a inscrição entre os dias 03 e 10 deste mês. No dia 12 será publicada a homologação de quem poderá ter acesso ao que foi solicitado.

 

Devido à pandemia, a UEM não deu início ao ano letivo 2020. Em julho, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão aprovou o retorno das aulas de forma online e remota.

 

Como ao menos 200 alunos ou não têm celulares/notebooks ou acesso à internet, a instituição considera o empréstimo uma forma de sanar o problema.

 

No edital havia uma série de requisitos para conseguir os equipamentos. O estudante deve comprovar ser de baixa renda, por exemplo.

O assessor técnico da Pró-Reitoria de Ensino e presidente da comissão responsável pelo edital, professor Elyson Liberati, explica que 35% dos inscritos vieram do sistema de ações afirmativas.

 

A UEM tem ao menos 800 smartphones para empréstimos e também pretende fornecer tablets e notebooks.

 

Um novo edital deve ser feito em breve, para fornecer equipamentos aos estudantes da pós-graduação e professores temporários. Os termos ainda estão sendo desenvolvidos.

Os chips com internet estão na fase de aquisição por parte da universidade.

A expectativa é que tudo esteja pronto até o fim de semana.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/100-alunos-se-inscrevem-para-emprestimos-de-equipamentos-da-uem/

Foto: Ilustrativa/ASC/UEM

Um grupo formado por estudantes do quinto ano de direito da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e por advogados, que havia pedido por meio de uma liminar no início de julho para que as aulas voltassem na universidade de forma remota, decidiu solicitar a suspensão do processo por até seis meses. É que a UEM aprovou na semana passada o retorno do ensino de forma remota a partir do dia 17 de agosto. Na prática, se a Justiça aceitar o pedido, o grupo evita que o processo seja extinto. A solicitação foi feita nesta quinta-feira, 30.

 

Quando os interessados pediram o retorno imediato das aulas, a Justiça negou a liminar. O mérito não chegou a ser avaliado. Em um primeiro momento, a UEM informou que caberia ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão a decisão. Após a aprovação no CEP, a instituição comunicou a Justiça. O Ministério Público, parte do processo, não havia se manifestado até essa quinta. 

 

Devido à pandemia do novo coronavírus, a Universidade Estadual de Maringá não deu início ao ano letivo 2020. 

Na avaliação dos acadêmicos e advogados que assinaram o pedido de retorno e agora a suspensão da ação, o atraso no início das aulas gerou prejuízo educacional e financeiro. 

O estudante Gustavo Rosa disse que não faria sentido continuar com o pedido em aberto após a UEM ter decidido retornar com as aulas. O importante é não deixar a ação ser extinta, caso a universidade não cumpra com essa volta. Se isso acontecesse, precisaria dar início ao novo pedido,  afirmou.

 

“Considerando que a UEM, em tese, volta dia 17 de agosto, por cautela nós decidimos pedir a suspensão até a efetivação do ensino remoto nessa data. E o único impacto dessa medida é resguardar o direito, o objeto da ação, para que em um momento posterior, caso seja descumprida toda a proposta já discutida sobre o ensino remoto, a ação voltar a ser discutida judicialmente”, explica.

 

A reportagem entrou em contato com a chefia de comunicação da UEM. A assessoria informou que irá falar com a procuradoria jurídica antes de fazer qualquer comunicado.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-grupo-pede-suspensao-de-acao-que-solicitava-o-retorno-das-aulas/

Foto: Luciana Peña/CBN Maringá

Duas ações buscam fortalecer a economia solidária. São atividades que ocorrem por meio do Núcleo Unitrabalho, da Universidade Estadual de Maringá (UEM).  Devido à pandemia, as responsáveis pela incubadora decidiram realizar atividades virtuais. Uma delas é a “I Mostra Quitutes e Belezuras”, que apresenta um catálogo com produtos de gastronomia e artesanato.

 

A outra atividade é uma série de palestras online que começa nesta terça-feira, 28, chamada de “Ciclo de Lives da Unitrabalho UEM”, sempre às 19h, até e08 de setembro. A incubadora de economia solidária da universidade existe desde 1998. Essas duas atividades são para tornar a economia solidária mais conhecida, diz a coordenadora uma das coordenadores da incubadora, professora Maria Therezinha. 

 

“A sociedade não valoriza a economia solidária, ela é invisibilizada, apesar de já acontecer há algum tempo e ter diversos empreendimentos em todas as regiões do País que trabalham com esses princípios. Ela se pauta em alguns princípios como democracia, cooperação, centralidade do ser humano, valorização da diversidade, do saber local, do comércio justo, do cuidado com o meio ambiente, então por esses princípios, nós acreditamos que ela é um modo diferente de comercialização e produção de vida”, frisa.

 

Para saber mais informações sobre as duas atividades acesse o site.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/acoes-da-uem-buscam-fortalecer-a-economia-solidaria/

 

 

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