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Seg, Jun

Foto: Ilustrativa/Agência Brasil

O inverno começa oficialmente nesta sexta-feira (21). E se depender das previsões do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), a estação mais fria do ano não vai demorar para “dar as caras” em Maringá.

Isso porque, para o próximo dia 27, quinta-feira da semana que vem, a mínima prevista para Maringá é de 5ºC, enquanto a máxima não passará dos 13°.

De acordo com o Simepar, o tempo começa a mudar já na próxima quarta (26), quando os termômetros variam de 10°C a 21C°. Para o dia 28, a previsão é de 10ºC para a mínima e de 15°C para a máxima.

“Uma massa de ar frio deve entrar pelo sul do país na quarta-feira (26) e baixar as temperaturas em todo o estado”, analisa Paulo Barbieri, meteorologista do Simepar.

Foto: Reprodução/Simepar

Como será o inverno?

A temperatura média do último verão em Maringá aumentou 1,3°C em relação à média histórica para a estação nas últimas quatro décadas. Os dados, da Estação Climatológica da Universidade Estadual de Maringá (UEM), revelam uma tendência de elevação, o que indica que o inverno deste ano, com início em 21 de junho, começará ameno na região.

Segundo o geógrafo climatologista Leandro Zandonadi, que coordena a Estação Climatológica da UEM, a iminência do El Niño provocou o aumento da temperatura combinado com a escassez, gerando menos nebulosidade e mais radiação na região de Maringá.

“Com isso, os prognósticos para o início do inverno são de que a estação comece um pouco seca na região de Maringá, com temperaturas levemente acima ou próximas da média histórica, de 19,3°C. A média das temperaturas mínimas para o período é de 14,0°C”, diz Zandonadi. Ele acrescenta que as ondas mais frias devem ocorrer em julho, bem como as chuvas.

Os dados referentes ao verão confirmam o avanço da temperatura média nas últimas décadas, que subiu 1,2°C no mundo desde o início da era industrial e, atualmente, está aumentando entre 0,2°C e 0,1°C por década, segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas. Em Maringá, por exemplo, nos últimos 42 anos, considerando todas as estações, os termômetros registraram elevação média de 1,4°C, segundo Zandonadi.

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/maringa-pode-registrar-minima-de-5oc-na-semana-que-vem

Moradores do entorno da Vila Olímpica, em Maringá, estão reclamando dos grupos de baterias universitárias que tocam perto do ginásio Chico Neto. De acordo com eles, o som é alto, incomoda e os grupos se reúnem para batucar quase todos os dias.

Um médico, que preferiu não se identificar e que mora em um apartamento de frente com o ginásio, disse já ter recorrido à Ouvidoria Municipal, aos vereadores, prefeito, Ministério Público e até assinou um abaixo-assinado, mas nada mudou.

“Geralmente eles começam, durante a semana, por volta das 17h e vão até as 20h. Já medi a altura do som por aplicativos e passa de 80 decibéis aqui de dentro da minha casa. Imagina quem transita por ali, faz exercícios ou está passeando? ”, reclama.

Quem também se incomoda com as batucadas é a pedagoga Sandra Ely Batista Palma, residente do 12º andar de um edifício que fica em frente ao Chico Neto. “Isso atrapalha nossa rotina. Tem dia que tem ensaio 9, 10, 11 horas da manhã. Já z muitas queixas na prefeitura, Guarda Municipal, mas ninguém faz nada”, diz a moradora.

A reportagem contatou a prefeitura, que informou que nada é feito porque o espaço é público e os grupos podem sim utilizá-lo desde que respeitem a Lei nº 218/98, que dispõe sobre o controle e a fiscalização das atividades que geram poluição sonora.

“Não se compreendem nas proibições dos artigos anteriores ruídos e sons produzidos por: fanfarras ou bandas de música, em procissão, cortejos ou desfiles cívicos, e ainda em ensaios realizados no período entre as 8 (oito) e as 20 (vinte) horas. Desta forma não é proibido que as fanfarras realizem seu ensaio desde que seja dentro do horário estipulado pela lei”, alegou a Secretaria Municipal de Meio Ambiente em resposta a uma solicitação feita no dia 24 de maio pelo médico entrevistado nesta reportagem.

O que dizem as baterias

A cidade tem 15 grupos vinculados à Liga das Baterias Universitárias de Maringá, sendo que a maioria é composta por estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

A presidente da Liga, Andrea Okamoto, defende que as baterias respeitam o horário estipulado por lei e, além disso, combinaram de não tocarem aos domingos. “No ano passado, fizemos um acordo verbal com a prefeitura para não tocarmos nos domingos por conta das reclamações de moradores”, conta.

Segundo ela, esse embate entre as baterias e os moradores já gerou muitos problemas.

“Teve um caso em que a polícia apareceu e expulsou eles [grupo] dizendo que não poderiam estar lá. Mas como estavam sem o artigo da lei em mãos, saíram para não ter confusão. Tem moradores que vão até eles e são grosseiros, chamam a polícia”, diz.

Em maio do ano passado, a Secretaria de Meio Ambiente realizou a medição dos decibéis dentro do apartamento de Sandra. Foram realizadas seis medições com duração aproximada de três minutos cada.

“A banda de fanfarra ensaia dentro do horário permitido em lei e os níveis de decibéis não ultrapassaram o limite apresentado na legislação, já que as bandas de fanfarras se enquadram como exceção a lei de poluição sonora e não há limite para o som produzido por ela, contando que a mesma ensaie das 8 (oito) às 20 (vinte) horas”, respondeu a prefeitura à moradora.

Rafaela Albuquerque Lima é presidente da “Galo Terror”, bateria de Direito da UEM. Ela diz que a população não entende o trabalho das baterias. “É um trabalho muito sério, um movimento muito forte e muito grande. Representa e leva o nome da UEM e de outras instituições e proporciona desenvolvimento cultural e integração no meio acadêmico. Não é uma bagunça como eles pensam”, desabafa.

Segundo ela, muitas vezes as baterias precisam recorrer a estúdios particulares para ensaiar porque não há espaço suficiente para todas na Vila Olímpica. “A maioria das baterias costuma alugar estúdios, o que é triste, porque não temos ns lucrativos. Baterias de outras cidades têm lugares públicos e disponíveis o tempo todo”, diz.

Maringá tem 15 baterias ligadas à Liga das Baterias Universitárias de Maringá. Foto: Reprodução/Facebook

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/moradores-reclamam-de-baterias-que-tocam-na-vila-olimpica

 

Servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) aprovaram na tarde desta terça-feira (18) indicativo de greve, durante assembleia convocada por sindicatos.

“Isso significa que no próximo dia 26 os servidores da UEM poderão iniciar um movimento de greve por tempo indeterminado”, disse o presidente do Sinteemar, José Maria de Oliveira Marques.

“É bom deixar claro que não é por reajuste de salário, apenas a inação. Pelas Constituição, todos os trabalhadores têm direito de receber a recomposição pra não diminuir seu poder de compra”, ressalta Marques.

Segundo o Sinteemar, além da reposição salarial, também existe a necessidade de repor servidores. Segundo Marques, são necessários mais de mil novos funcionários.

A assembleia geral unificada foi convocada, por meio de edital, pelos presidentes da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá (Aduem), da Associação dos Funcionários da Universidade Estadual de Maringá (Afuem), da Seção Sindical dos Docentes da universidade (Sesduem), do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino de Maringá (Sinteemar) e pelo Representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

Em todo o Paraná há uma movimentação dos servidores para a realização de greve no dia 26.

Foto: Divulgação/Sinteemar
https://gmconline.com.br/noticias/cidade/servidores-da-uem-aprovam-indicativo-de-greve

Entidades representativas da Universidade Estadual de Maringá (UEM) se reúnem nesta terça-feira (18), em assembleia, para definir uma possível greve na instituição a partir do próximo dia 26.

A assembleia geral unificada foi convocada, por meio de edital, pelos presidentes da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá (Aduem), da Associação dos Funcionários da Universidade Estadual de Maringá (Afuem), da Seção Sindical dos Docentes da universidade (Sesduem), do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino de Maringá (Sinteemar) e pelo Representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

A reunião ocorre na tarde desta terça, a partir das 14h, no Restaurante Universitário da UEM.

A reivindicação dos profissionais é pelo reajuste da data-base.

Greve definida

Neste domingo (16), a regional de Maringá da APP-Sindicato realizou a primeira reunião de organização para uma greve geral dos servidores públicos do estado. Em Curitiba, também no fim de semana, outra assembleia aprovou a adesão da paralisação de professores e funcionários de escola da rede pública estadual, a partir do dia 25 deste mês. 

"A medida é consequência da falta de resposta do governador Ratinho Junior (PSD) para as reivindicações da categoria, principalmente o pagamento da reposição salarial do funcionalismo", disse, em nota, o sindicato. 

Atualizada às 11h28 para acréscimo de informações

Foto: Paulo Iannone/FramePhoto/Folhapress/Ilustrativa
https://gmconline.com.br/noticias/cidade/assembleia-vai-definir-se-havera-greve-na-uem-a-partir-do-dia-26

Quem se inscreveu para o Vestibular de Inverno 2019 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) já pode consultar o local onde realizará a prova. A consulta deve ser feita pelo Menu do Candidato, disponível em www.vestibular.uem.br. É necessário informar o login e a senha cadastrados no momento da inscrição.

Este concurso registrou 18.008 candidatos, dos quais 2.594 inscreveram-se pelo sistema de cotas sociais, que beneficia estudantes de baixa renda. As provas serão aplicadas nos dias 14 e 15 de julho, das 13h50 às 19 horas, em Maringá, Curitiba, Cascavel, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.

Foram abertas 1.494 vagas em cerca de 70 cursos de graduação. Medicina é o mais concorrido, registrando 413,7 candidatos para disputar cada uma das 13 vagas entre os não cotistas e 266,7 competindo pelas três vagas destinadas aos cotistas. Para consultar a concorrência de todos os cursos acesse este link.

Os aprovados no Vestibular de Inverno 2019 iniciarão o ano letivo em 2020, no entanto o resultado do concurso será divulgado no dia 16 de agosto pelo site.

Para outras informações procure a Comissão Central do Vestibular pelo telefone 44 3011- 4450. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira das 7h40 às 11h40 e 13h30 às 17h30.

O concurso será realizado nos dias 14 e 15 de julho. Foto: Divulgação/UEM
https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-disponibiliza-consulta-ao-local-de-prova-confira

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