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Ter, Ago

As atividades na Universidade Estadual de Maringá (UEM) estão voltando ao normal depois de quase 50 dias em greve. Com a suspensão da paralisação, decidida em assembleia na terça-feira (13), os portões que dão acesso ao câmpus sede foram abertos.

Também é possível notar forte movimentação para a limpeza geral das vias internas e instalações físicas no câmpus sede. O funcionamento dos setores administrativos também foi normalizado. O mesmo cenário se repete nos câmpus regionais da instituição.

A readequação do ano letivo será discutida pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) que irá se reunir na próxima quarta-feira (21), para aprovar um novo calendário acadêmico.

As aulas retornam na segunda-feira (19).

Fotos: UEM

https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/na-uem-rotina-e-retomada-apos-suspensao-da-greve

 

O Calendário Acadêmico de 2019 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) deve se encerrar em 2020. A proposta é da Diretoria de Assuntos Acadêmicos (DAA), responsável pelo assunto. Este é um dos reflexos da grevem que foi suspensa nesta terça-feira (13)

A DAA propõe que o primeiro semestre letivo termine no dia 6 de setembro e que o segundo semestre tenha início no dia 9 de setembro e acabe em 8 de fevereiro de 2020.

A diretoria deve finalizar nesta quarta-feira (14) o ofício fazendo essa proposta. O documento é encaminhado à pró-reitoria, que depois o envia para a reitoria da UEM.

Na sequência, a reitoria aciona a Câmara de Graduação, que designa um relator para analisar o assunto. A Câmara dá um parecer e encaminha para o Conselho de Ensino e Pesquisa (CEP) da UEM.

 

Uma reunião do CEP está marcada para a próxima quarta-feira (21) para discutir o assunto.

Tanto o Conselho quanto a Câmara podem fazer alterações nas datas. Mas é o CEP quem dá a palavra final.

A aprovação de um novo calendário faz parte da retomada de rotina da UEM após o período de greve.

Segundo a apuração da CBN, não deve haver um período ocial de férias. Entretanto, a DAA propõe o encerramento das aulas regulares do primeiro semestre para o dia 30 de agosto.

Assim, deste período até o dia 6, carão somente os alunos que precisarem fazer a prova final, de recuperação. Os outros estarão dispensados. O mesmo se repete em fevereiro. As aulas regulares terminam no dia 1; mas, quem ficar de recuperação, estudará até 8 de fevereiro. A semana livre faz parte do regimento da UEM.

Um novo calendário deve ser feito por causa da greve realizada pelos servidores da UEM. O movimento teve início em 26 de julho e foi suspenso nessa terça-feira (13). Agora, as aulas na graduação devem retornar na próxima segunda-feira (19). Por conta da paralisação, ao todo serão mais quase 50 dias sem atividades de aula. O calendário acadêmico ficou suspenso entre os dias 26 de junho e 1º de agosto.

Em relação à greve, os servidores da UEM decidiram suspender o movimento após o governo protocolar na Assembleia Legislativa do Paraná a proposta de reajuste de 5,08% de maneira parcelada.

O ano letivo de 2019 teve início em 7 de março. O m do período estava previsto para o dia 18 de dezembro.

Apesar da greve e da alteração no calendário, as datas do Vestibular foram mantidas. O próximo ocorre em dezembro, entre os dias 8 e 9, como já tinha sido programado.

Foto: ASC/UEM
https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-aulas-de-2019-devem-se-encerrar-em-fevereiro-de-2020

A greve na Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi suspensa. A decisão foi tomada pelos servidores em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (13), no Restaurante Universitário. A paralisação teve início no dia 26 de junho.

Estiveram representados na assembleia, o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), a Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá (Aduem), a Associação dos Funcionários da Universidade Estadual de Maringá (Afuem), a Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá (Sesduem) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE).

De acordo com o presidente do Sinteemar, José Maria Marques, as aulas devem retornar na próxima segunda-feira (19).

"Vai ser encaminhado um expediente para a reitoria para que as aulas só voltem na segundafeira (19). Também mantivemos assembleia permanente para que caso o governo resolva levantar alguma bandeira contra os trabalhadores públicos do Paraná, nós estamos prontos para ir par ao embate de novo. Amanhã, as atividades vão retomando aos poucos, tem toda uma logística para se retomar", explica. 

O principal motivo  que culminou na greve foi a falta de reajuste salarial. Os servidores, de início, pediam a reposição dos últimos 12 meses: 4,94%. Eles estão sem reajuste desde 2015.

A proposta oficial do Governo é 5,08% de forma parcelada. 2%, com pagamento em janeiro de 2020, e as outras duas 1,5%, com pagamentos em janeiro de 2021 e janeiro de 2022, se houver disponibilidade financeira no caixa do Estado. Os servidores da UEM tinham rejeitado a proposta em julho. Agora, na tarde de hoje aprovaram.

Foto: Divulgação/Sinteemar

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/maringa-greve-na-uem-e-suspensa-saiba-quando-as-aulas-voltam

O fim ou a continuidade da greve na Universidade Estadual de Maringá (UEM) será decidido na próxima terça-feira (13), quando uma assembleia com os servidores será realizada, a partir das 13h30, no Restaurante Universitário (RU).

“Como a gente tem a informação que o projeto de lei referente à data-base já está na Assembleia (Legislativa do Paraná), apesar de não ter sido disponibilizado no site, e que de todo contexto de nossa pauta de reivindicações, algumas foram atendidas, nós estamos chamando a assembleia para que a categoria delibere sobre a continuidade ou não da greve”, armou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), José María Marques

O que se sabe da proposta até agora é que será de 5,08%, que foi a última proposição feita pelo Governo, e de forma parcelada - 2%, com pagamento em janeiro de 2020, e as outras duas 1,5%, com pagamentos em janeiro de 2021 e janeiro de 2022, se houver disponibilidade financeira no caixa do Estado.

A greve na UEM teve início em 26 de junho.

Foto: Luciana Peña/CBN Maringá
https://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/sindicatos-marcam-data-para-decidir-sobre-greve-na-uem

O Governo do Paraná ainda não enviou o projeto de lei relativo ao reajuste salarial do funcionalismo público em 2019 para a Assembleia Legislativa do Estado (Alep). Enquanto isso, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) segue em greve. Sindicatos já informaram que esse é último movimento esperado para que a greve se encerre.

No início da semana, havia expectativa de que a proposta fosse encaminhada ainda na segunda (5), o que não aconteceu.

Naquele momento, a informação da liderança do Governo era de que ainda havia algumas dúvidas e que o Executivo precisava de respostas. Algumas reuniões foram feitas nesta terça (6) e quarta-feira (7).

A CBN apurou que alguns pontos foram esclarecidos. Entre eles, o fato de que parte dos sindicatos, inclusive de Maringá, só discutiria o m da greve caso o projeto fosse encaminhado. Nada diferente disso.

O envio da proposta por parte do Governo é considerado a última das medidas para haver a deliberação sobre o encerramento da greve em boa parte das universidades estaduais no Paraná. No caso da UEM, o comando de greve informou que aguarda só essa medida para deliberar sobre o assunto.

Um parlamentar consultado pela reportagem, envolvido nessas conversas, informou que a Casa Civil do Paraná vai enviar o projeto à Alep até sexta-feira (9). A proposta deve ser discutida na próxima semana na Casa. Já a assessoria de imprensa da Casa Civil disse que o programado é enviar o projeto na semana que vem.

O que se sabe da proposta até agora é que será de 5,08%, que foi a última proposição feita pelo Governo, e de forma parcelada - 2%, com pagamento em janeiro de 2020, e as outras duas 1,5%, com pagamentos em janeiro de 2021 e janeiro de 2022, se houver disponibilidade financeira no caixa do Estado.

Os servidores da UEM rejeitaram e aprovaram a continuidade da greve em 17 de julho.

Na UEM, a greve dos servidores começou em 26 de junho. O principal motivo era a falta de reajuste salarial. Os servidores, de início, pediam a reposição dos últimos 12 meses: 4,94%. Eles estão sem reajuste desde 2015.

Agora, após ter passado mais de um mês da greve, com algumas universidades tendo voltado às aulas, com a renovação de contrato dos 104 temporários e a volta do calendário acadêmico na UEM, a data-base é a questão crucial.

A queda de braço envolvendo Governo e Universidades dura mais de um mês.

Entre as ações mais recentes para finalizar a greve houve a liberação para que as universidades contratassem professores temporários – 104, no caso da UEM.

O Governo informou que a liberação estava condicionada à entrada das universidades no Meta4, um sistema de gerenciamento estadual. Das sete instituições de ensino superior públicas, apenas duas estão nele: Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

Na visão da UEM e Universidade Estadual de Londrina (UEL), que vinham usando acórdão para não enviar os dados solicitados pelos governos anteriores, o Meta4 fere a autonomia universitária. É que o sistema terá todo o controle de gastos e ans; o que impediria decisões das próprias universidades.

A assessoria da reitoria da estadual de Maringá informou que não havia recebido documento oficial relativo ao Meta4 até segunda-feira, e que, por isso, não se manifestaria.

Foto: Divulgação/Asc/UEM
https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-aguarda-decisao-do-governo-do-parana-para-decidir-sobre-a-greve

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