Sidebar

08
Qua, Jul

A evolução dos principais pontos turísticos de Maringá pode ser observada a partir um acervo de imagens. Fotografias feitas com décadas de diferença deixam claro as mudanças que os cartões-postais da cidade tiveram.

A partir de um levantamento, o GMC Online preparou uma lista com fotos que carregam anos de história da cidade. Confira!

Catedral Nossa Senhora da Glória

Créditos: Fotos 1 e 2 – Acervo Maringá Histórica / Foto 3 – Marli Jardim

A primeira foto registra a Catedral de Maringá durante a sua construção, na década de 1960. A obra contou com a contribuição financeira de diversas entidades e empresários da cidade.

Ela só foi concluída em 1972 e no impresso “Novo Jornal”, de Londrina, a sua inauguração foi descrita como “o maior monumento da América do Sul, o que a coloca em 10º lugar entre os maiores do mundo”.

Em 2015, a Catedral foi eleita a 5º igreja mais bonita da América Latina, ficando atrás apenas da Catedral da Sé, em São Paulo, dentre as brasileiras listadas no ranking do site de viagens ‘About Travel’.

Parque do Ingá

Créditos: Fotos 1 e 3 – Acervo Maringá Histórica / Fotos 2 e 4 – PMM

Parque do Ingá no início da década de 70 e atualmente.

Fundado em 1971, foi construído em uma área de 482 mil km². À época de sua inauguração em outubro de 1971, o Parque ficou como “Clube do Povo”.

Estação Rodoviária Municipal de Maringá

Créditos: Acervo Maringá Histórica / PMM

A primeira instalação foi finalizada na gestão do prefeito João Paulino Vieira Filho, na década de 1960. A estrutura seguia a tendência arquitetônica nacional da época, marcada por arcos. Seu interior era movimentado e contava com estabelecimentos diversos.

A partir de 1998, o novo Terminal Rodoviário Jamil Josepetti passou a funcionar na Avenida Tuiuti.

Praça Pedro Álvares Cabral

Créditos: Acervo Maringá Histórica / PMM

Antes de 1980, o local era uma rotatória arborizada como qualquer outra, até ser transformada em uma praça de patinação após projeto de urbanização.

Popularmente conhecida como “Banks”, ela foi revitalizada em 2018, adicionando-se parque infantil, ATI ao espaço bastante utilizado pelos skatistas de Maringá. Eventos culturais são frequentemente realizados no local.

Eixo Monumental

Créditos: Acervo Maringá Histórica / PMM

Você sabia que a ideia do projeto do eixo monumental foi desenvolvida por um russo? A linha imaginária traçada entre a Catedral, passando pelo Estádio Regional Willie Davids e até atingir a Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi estabelecida por Vladimir Bbkov, da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná na década de 1960.

Estádio Regional Willie Davids

Créditos: Maringá Memória Facebook / Thiago Louzada

Ao longo de seus 67 anos de história, os gramados do Estádio Willie Davids já recebeu grandes times e foi palco de partidas inesquecíveis como o jogo entre Grêmio Maringá e Botafogo (RJ) em 1976 e o Santos de Pelé, em 1965. Saiba mais aqui.

Aeroporto Regional

Créditos: Acervo Maringá Histórica / Arquivo CBN Maringá

Elaborado em 1953 por José Augusto Belluci, um dos maiores arquitetos à época, a estrutura lembrava o modelo colonial estadunidense, em madeira. Passando por várias reformulações ao longo do século, o seu formato atual e moderno, foi fruto de uma reestruturação entre os anos de 1994 e 2000.

Segundo o Maringá Histórica, “o Aeroporto Silvio Name Júnior, traz em seu nome a homenagem de toda a região a um jovem e promissor empresário maringaense, que foi vítima de acidente aéreo no ano de 2000 na cidade de São Paulo”.

Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Créditos: Museu Bacia do Paraná / ASC UEM

Registro aéreo do campus da universidade e arredores nos anos de 1977 e 2018.

ExpoIngá

Créditos: Acervo Maringá Histórica / Divulgação ExpoIngá

Antes conhecida como Exposição-Feira Agropecuária e Industrial de Maringá (Expofemar), o evento contou com a presença de 550 mil pessoas em sua primeira edição, em maio de 1972. Os visitantes vinham de todas as regiões do Paraná, sul de São Paulo e Mato Grosso, para a comercialização de bovinos. A atual ExpoIngá se tornou um evento tradicional na cidade com atrações culturais e de entretenimento para todos os gostos e estilos.

Região Central de Maringá

Créditos: Acervo Maringá Histórica / GMC Online

Registros aéreos do centro de Maringá nos anos de 1960 e 2019.

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/1maringa-antes-e-depois-fotos-mostram-evolucao-dos-cartoes-postais/

 

 

 

A morte de um estudante da Universidade Estadual de Maringá (UEM) gerou comoção entre alunos e professores da instituição e nas redes sociais. Pedro Augusto da Costa Tanaka morreu na madrugada deste sábado, 6.

 

Segundo informações publicadas no portal “Comunica UEM”, o estudante do curso de Comunicação e Multimeios lutava contra uma leucemia e na última sessão de quimioterapia a que compareceu, apresentou problemas respiratórios. Nesta sexta-feira, 5, o jovem foi internado, mas “resistiu poucas horas”, conforme a publicação, e morreu nesta madrugada.

 

O texto, assinado por docentes de Comunicação e Multimeios da UEM, destaca, ainda, que existe uma suspeita de que Tanaka pudesse ter sido infectado pelo novo coronavírus. No entanto, não há confirmação de que o jovem estava com a doença.

 

“A tristeza é imensa. Estávamos esperando reencontrá-lo, abraçá-lo, parabenizá-lo. Não será possível, é amargo. Mas queremos registrar que soubemos da coragem e da alegria do Pedro, com quem aprendemos, mais uma vez, a viver a luta”, escreverem os docentes em um trecho do texto.

 

De acordo com a publicação, o corpo do jovem não foi velado. “Compartilhamos nossa dor, o travo na garganta, abraçamos e choramos à distância, mas com a imagem de que essa emoção comum nos reúne”.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/morte-de-estudante-da-uem-gera-comocao-entre-alunos-e-professores/

 

O Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), promove a partir dessa segunda-feira, 1º, a primeira exposição ‘Vírus mortais que marcaram época’, de forma virtual, mostrando um panorama geral sobre alguns vírus do passado e do presente, que de algum modo, influenciaram e mudaram a história todo o mundo.

 

O Museu virtual é uma releitura de uma exposição já disponível para visitas presenciais na sede do Mudi. “Em virtude da pandemia do coronovírus e da necessidade de afastamento físico, elaboramos uma versão virtual com o objetivo de oferecer um panorama geral sobre alguns vírus que marcaram a história da humanidade” explica Sônia Trannin de Mello, coordenadora e curadora da exposição.

 

Os conteúdos foram organizados em páginas, de modo que cada vírus pode ser apreciado e estudado de forma convidativa e dinâmica. As páginas contêm links que permitirão aos internautas mais curiosos aprofundar seus conhecimentos, inclusive com informações em tempo real, no Brasil e no Mundo, sobre a pandemia da Covid-19. O material também conta com vídeos, a fim de oferecer mais uma possibilidade de metodologia de aprendizado.

 

A mostra aborda os vírus Ebola, Coronavírus, Poliomielite, Gripe Suína, Febre Amarela, Varíola, HIV Humano e Gripe Espanhola; suas características, formas de contágio e sintomas.

 

“A exposição é importante por chamar a atenção para outras epidemias e pandemias virais que tiveram a mesma característica que essa/ou não [Covid-19], e que, com os cuidados corretos e subsequente criação de vacina específica, foram erradicadas ou minimizadas” explica a coordenadora do Museu e organizadora da exposição, Ana Paula Vidotti.

 

Ainda de acordo com Ana Paula, a exposição presencial poderá ser vista após a reabertura do Mudi, que deve acontecer após o fim do período de isolamento social.

Acesse a página da exposição em: http://www.cpr.uem.br/index.php/virus-mortais

As informações são da Assessoria de Comunicação Social da UEM.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/museu-da-uem-realiza-primeira-exposicao-virtual/

Foto: UEM/ASC

 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) concorre em um edital para construir um laboratório de produção de vacinas. O edital é do CNPq e o valor necessário para montar um laboratório nível três em segurança é de R$ 500 mil.

 

Com um laboratório como esse, a UEM poderia entrar na corrida pela produção de uma vacina contra o coronavírus. O Paraná só tem um laboratório deste nível. Em entrevista à CBN Maringá, o diretor de pesquisa da UEM, Luiz Fernando Cotica, explica quais são as ações que a universidade está realizando em relação à Covid-19.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/uem-concorre-em-edital-para-montar-laboratorio-de-producao-de-vacinas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mesmo diante de uma doença que provoca tantas incertezas, especialistas concluíram que os idosos fazem parte grupo que corre mais risco de vida caso seja infectado pelo novo coronavírus. As complicações causadas pelo vírus podem levar a morte.

 

Recentemente, uma pesquisa realizada pela Macroplan, empresa especialista em consultoria, mapeou onde estão concentradas as maiores populações de idosos no Brasil. O resultado foi obtido a partir do estudo das 100 maiores cidades brasileiras.

 

De acordo com os dados do levantamento, entre os municípios pesquisados, 50 têm alta concentração de idosos e Maringá ocupa a 22ª posição do ranking. 13,6% da população tem 60 anos ou mais e 1,8% fazem parte da população com idade superior a 80 anos.

 

O município se destaca, principalmente, entre as cidades paranaenses, aparecendo atrás apenas de Londrina, que ocupa o 13º lugar na classicação geral. A capital do estado aparece na 28ª posição entre as cidades com mais idosos e, por m, Ponta Grossa, que ocupa o 44º lugar.

 

Além da idade, pessoas que tenham doenças crônicas também foram incluídas no grupo de risco da Covid-19. A pesquisa da Macroplan listou as cidades brasileiras onde ocorrem mais mortes prematuras por Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT) e o único município paranaense que aparece no ranking é Ponta Grossa, na 37ª posição.

 

Nessa etapa do estudo, Maringá aparece entre as maiores cidades brasileiras com menores taxas de mortalidade prematura por DCNT. De acordo com a Macroplan, nesses municípios, os números cam entre 200 e 300 mortes por 100 mil habitantes de 30 a 69 anos. Maringá aparece na 90ª posição, com taxa de 249,8.

 

Covid-19 entre os maringaenses

 

O mais recente boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde de Maringá com o perl dos pacientes infectados pelo novo coronavírus na cidade mostrou que a população idosa é a menos atingida pela doença. Segundo o levantamento, pacientes que testaram positivo para Covid-19 e que têm mais de 60 anos representam 20% do total de casos.

 

No cenário das doenças crônicas, 28% dos infectados apresentava algum problema de saúde. Predominantemente, de acordo com o relatório, eram doenças cardiovasculares e metabólicas, como diabetes.

 

Estudo quer mapear os efeitos do isolamento social em idosos

 

Uma pesquisa quer analisar os impactos do isolamento social provocado pelo coronavírus, em pessoas idosas. O autor do estudo é o professor de educação física e mestrando da Universidade Estadual de Maringá (UEM) Rodrigo Garcia, que busca voluntários, acima dos 60 anos, para responder um questionário online.

 

Segundo o pesquisador, o objetivo é analisar como a mudança de rotina exerce efeito na capacidade dos idosos em realizar atividades do cotidiano. Para Garcia, os cuidados com o público da terceira idade nesse período merecem atenção.

 

“O interesse pela temática pode ser atribuído ao crescimento da população idosa no Brasil, que também é a que mais sofre com os efeitos colaterais da pandemia, já que são considerados grupo de risco e possuem a maior taxa de mortalidade entre os contaminados”, afirmou.

 

O estudo está sendo conduzido com apoio do Grupo de Estudos e Pesquisa em Aptidão Física e Treinamento (Gepat) da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). Para a coleta de dados, foi preparado um questionário online, que os voluntários podem responder em poucos minutos.

 

Com os resultados, o professor espera descobrir maneiras para que os idosos possam continuar desenvolvendo a atividade física em segurança, com os exercícios adequados.

 

“A literatura demonstra que idosos com menores níveis de atividade física também são os que apresentam maior nível de incapacidade e estresse. Portanto, o levantamento desses dados é importante para que possamos pensar em maneiras de protegermos os idosos do vírus”, afirmou.

 

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/maringa-e-a-22a-cidade-do-brasil-com-mais-idosos-mostra-pesquisa

Mais Artigos...