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Sáb, Ago

Evento promove a disseminação dos conhecimentos científicos que contribuam para a evolução do saber sobre sustentabilidade

A programação do SISU 2019 contará com palestras, mesas redondas, oficinas, apresentação de trabalho, além de seleção de trabalhos (Foto: Divulgação)

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR), no âmbito do programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade (PSU), realizarão o I Simpósio Interdisciplinar em Sustentabilidade nos dias 08, 09 e 10 de outubro de 2019 em Umuarama/PR. A programação do SISU 2019 contará com palestras, mesas redondas, oficinas, apresentações de trabalho (oral e painel), além da seleção de trabalhos para serem publicados em edição da revista Mundi, dedicada exclusivamente ao evento.

“A realização do SISU 2019 faz parte das ações do PSU que têm como objetivo promover a disseminação dos conhecimentos acadêmicos/científicos e interdisciplinares que contribuam para a evolução do conhecimento sobre sustentabilidade e para resolução de problemas e desenvolvimento de propostas no âmbito desta”, disse a professora, doutora da UEM, Beatriz Cervejeira Bolanho Barros, que é uma das organizadoras do Simpósio.

Programação

08/10/19 (terça-feira)

19h00 - Credenciamento e abertura

19h30 – Palestra de abertura - Sustentabilidade: desafios e perspectivas futuras

Prof. Dr. Alvori Ahlert (UNIOESTE)  

Local: Câmara de Vereadores de Umuarama

09/10/19 (quarta-feira) 

13:30 às 17:30 – Oficinas (vagas limitadas)

1.Redação Científica (Profa. Dra. Giani A.L. Colauto/UNIPAR)

2.Sistemas Fotovoltaicos como forma sustentável de geração de energia elétrica (Gustavo André Barbado Farias/MS Engenharia Elétrica)

3.Tratamento de efluentes (Marcelo Pinheiro Ribeiro/Sanepar)

Local: IFPR – Campus Umuarama

19h00 – Mesa redonda: Inovação para a Sustentabilidade 

Vanderson Galan (Prati Donaduzzi)

Demais palestrantes a confirmar

Local: Câmara de Vereadores de Umuarama

10/10/19 (quinta-feira)

13h30 às 17h30- Apresentação de trabalhos (oral e painel)

Local: IFPR – Campus Umuarama

19h00 – Mesa redonda: Desafios e Oportunidades para o Manejo Sustentável.

1.Dra. Samantha Nazaré de Paiva (Klabin)

2.Dr. Hilbernon Coelho (Banco do Brasil)

3.Ederson Augusto Zanetti (Green Farm)

Local: Câmara de Vereadores de Umuarama

Inscrições: 05/08 a 08/10 

As inscrições serão realizadas em duas etapas:

1ª) Preenchimento do formulário inscrição no SISU 2019, acessível CLICANDO AQUI.

Atenção: As vagas nas oficinas são limitadas e serão estabelecidas por ordem de pagamento. Ao atingir o máximo de cada oficina (25 vagas) o inscrito poderá migrar para outra oficina, se houver vaga, por meio de comunicado via e-mail.

2ª) Pagamento da taxa de inscrição por meio de boleto gerado CLICANDO AQUI (Código de recolhimento: 5620 e o valor de investimento: R$ 80,00 para pagamento até o dia 11/09 e R$ 100,00 para pagamento a partir do dia 12/09/19).

Atenção: guarde o comprovante de pagamento, em caso de dúvidas será solicitado para confirmação. 

Submissão de trabalhos

A submissão de trabalhos deverá ser feita até o dia 11 de setembro de 2019 por meio do preenchimento do formulário acessível CLICANDO AQUI.

Para submissão os resumos deverão ter 400 a 500 palavras contendo, de forma objetiva e sem subtítulos: introdução, objetivos, metodologia, resultados e considerações/conclusões. O resumo deverá apresentar citações e referências bibliográficas de acordo com as normas da ABNT, porém as referências bibliográficas não serão contabilizadas no número de palavras. Figuras e tabelas não serão aceitas na fase de submissão. 

Os resumos serão analisados por comissão temporária de seleção dos trabalhos submetidos para apresentação no SISU 2019 e classificados em apresentação oral, apresentação em painel, desclassificados ou selecionados para publicação na revista Mundi. A comissão poderá solicitar alterações ou correções.

A comissão publicará no dia 30 de setembro na página do PSU, a classificação dos resumos submetidos ao SISU2019 e as orientações para as apresentações nas categorias oral e painel.

Atenção: os melhores trabalhos serão selecionados para publicação na revista Mundi. As orientações para publicação na Revista Mundi serão enviadas por e-mail aos autores após a realização do evento.

https://umuarama.portaldacidade.com/noticias/educacao/umuarama-recebe-o-i-simposio-interdisciplinar-em-sustentabilidade-em-outubro-4519

Criada em 2015 com o objetivo de ofertar alimentos saudáveis, hoje ela é ponto de encontro de artistas e outros empreendedores de Umuarama e região

Feira Faísca é responsável por incentivar a produção e comercialização de alimentos saudáveis (Foto: Cogito Coletivo)

Neste sábado, dia 03, a Feira Agroecológica de Inclusão Social, Cultura e Artes, a conhecida Faísca, completa 4 anos. Criada em 2015 com o objetivo de ofertar alimentos saudáveis, hoje ela é ponto de encontro de artistas e outros empreendedores de Umuarama e região.

A Faísca é fruto de um projeto da Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários da Universidade Estadual de Maringá (UEM), vinculada ao Departamento de Ciências Agrárias, do campus da Capital da Amizade. A iniciativa reúne, num mesmo espaço público, dança, música, artesanato e produtos agroecológicos.

Geração de trabalho e renda

A Feira Faísca nasceu com a finalidade de gerar trabalho e renda para os agricultores atendidos pelos projetos agroecológicos dos cursos de agrárias da UEM, mas atualmente representa muito mais do que isso, destaca o professor Max Emerson Rickli, idealizador da Feira.

"Os produtores atendidos pela universidade reconhecem que a Faísca fecha o ciclo de produção e de distribuição dos alimentos que são cultivados e beneficiados por eles. Por outro lado, a feira é uma opção para os consumidores que procuram alimentos livres de agrotóxico", disse Emerson.

Segurança alimentar

Agricultores interessados em participar da feira não precisam pagar nada. No entanto, é preciso produzir os produtos que pretende vender e seguir os preceitos da economia solidária, que se preocupa com a segurança alimentar, isto é, em oferecer comida saudável; preservação do meio ambiente no processo produtivo e garantia de qualidade de vida para quem produz e quem consome o produto.

Cultura e renda

Ainda tem muita gente que não conhece a Feira e sua importância, ela gera renda para o agricultor familiar, sem atravessadores, e prestigia a arte regional. Muitos artistas locais passaram a ser reconhecidos a partir de apresentações na Faísca. Eles tiveram um espaço para divulgação de seus talentos e o público pôde ver gratuitamente. Por todas essas qualidades, a Feira deve ser abraçada pela comunidade de Umuarama e região

Thiago Alexandre Uliana / representante dos expositores

Competências regionais

Além de incentivar a produção e comercialização de alimentos saudáveis, a Feira Faísca promove a venda de outros produtos produzidos nas propriedades rurais da região, como é caso do artesanato. Ele é uma possibilidade de mostrar as capacidades e competência da região. O artesanato também é considerado um produto socialmente justo e ecologicamente correto.

Programação de aniversário 

A Faísca acontece todos os sábados, das 16 às 19 horas, nos fundos do Estádio Municipal Lucio Pipino, onde acontece a tradicional Feira do Produtor. E no dia 3 de agosto, data do aniversário da Feira, os organizadores promovem uma festa especial com várias atrações, entre elas o 'Rock Solidário', que terá a companhia de uma praça de alimentação que oferecerá chope e hambúrguer artesanais. O público que irá prestigiar o evento está sendo incentivado a levar um quilo de alimento não perecível, artigos de higiene ou material de limpeza, que serão doados para o Lar São Vicente de Paulo.

Apresentam-se no 'Rock Solidário' as bandas Ritmo Brazuca, Terremotor, Emergencial e Monotonicos. Todos estão convidados a participar da festa comemorativa.

https://umuarama.portaldacidade.com/noticias/economia/faisca-evidencia-a-promocao-da-cultura-e-a-da-agricultura-familiar-nos-seus-4-an-1820

Apresentam-se em shows gratuitos as bandas Ritmo Brazuca, Terremotor, Emergencial e Monotonicos

Faísca é hoje ponto de encontro de artistas e outros empreendedores de Umuarama e região. (Foto: Cogito Coletivo)

Neste sábado, dia 03, a Feira Agroecológica de Inclusão Social, Cultura e Artes, a conhecida Faísca, completa quatro anos, e para comemorar a data, a organização da Feira irá realizar o ‘Rock Solidário’.

Apresentam-se em shows gratuitos no ‘Rock Solidário’ as bandas Ritmo Brazuca, Terremotor, Emergencial e Monotonicos e todos estão convidados a participar da festa comemorativa que está marcada para começar às 17h.

Solidariedade

O público que irá prestigiar o evento está sendo incentivado pelos organizadores a levar um quilo de alimento não perecível, artigos de higiene ou material de limpeza, que serão doados para o Lar São Vicente de Paulo.

Importante ressaltar que a festa preparada para a Faísca contará com uma praça de alimentação que oferecerá chope e hambúrguer artesanais. Porém, a Feira também comercializará, como é tradição, produtos agroecológicos.

A Faísca

Criada em 2015 com o objetivo de ofertar alimentos saudáveis, a Feira Agroecológica de Inclusão Social, Cultura e Artes, é hoje ponto de encontro de artistas e outros empreendedores de Umuarama e região.

A Faísca é fruto de um projeto da Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários da Universidade Estadual de Maringá (UEM), vinculada ao Departamento de Ciências Agrárias, do campus da Capital da Amizade. A iniciativa reúne, num mesmo espaço público, dança, música, artesanato e produtos agroecológicos.

Geração de trabalho e renda

A Feira Faísca nasceu com a finalidade de gerar trabalho e renda para os agricultores atendidos pelos projetos agroecológicos dos cursos de agrárias da UEM, mas atualmente representa muito mais do que isso, destaca o professor Max Emerson Rickli, idealizador da Feira.

“Os produtores atendidos pela universidade reconhecem que a Faísca fecha o ciclo de produção e de distribuição dos alimentos que são cultivados e beneficiados por eles. Por outro lado, a feira é uma opção para os consumidores que procuram alimentos livres de agrotóxico”, explicou o professor.

Segurança alimentar

Agricultores interessados em participar da feira não precisam pagar nada. No entanto, é preciso produzir os produtos que pretende vender e seguir os preceitos da economia solidária, que se preocupa com a segurança alimentar, isto é, em oferecer comida saudável; preservação do meio ambiente no processo produtivo e garantia de qualidade de vida para quem produz e quem consome o produto.

Competências regionais

Além de incentivar a produção e comercialização de alimentos saudáveis, a Feira Faísca promove a venda de outros produtos produzidos nas propriedades rurais da região, como é caso do artesanato. Ele é uma possibilidade de mostrar as capacidades e competência da região. O artesanato também é considerado um produto socialmente justo e ecologicamente correto.

https://umuarama.portaldacidade.com/noticias/cultura/rock-solidario-marca-os-quatro-anos-da-faisca-no-proximo-sabado-5504

Feira terá programação especial de aniversário. “Rock Solidário” pretende arrecadar doações para o Lar São Vicente de Paulo

Além de ofertar alimentos saudáveis, Feira é um ponto de encontro de artistas e outros empreendedores de Umuarama e região (Foto/UEM)

No próximo dia 3, a Feira Agroecológica de Inclusão Social, Cultura e Artes, a conhecida Faísca, completa 4 anos. Criada em 2015 com o objetivo de ofertar alimentos saudáveis, hoje ela é ponto de encontro de artistas e outros empreendedores de Umuarama e região.

A Faísca é fruto de um projeto da Incubadora de Empreendimentos Econômicos Solidários da Universidade Estadual de Maringá (UEM), vinculada ao Departamento de Ciências Agrárias, do campus da Capital da Amizade. A iniciativa reúne, num mesmo espaço público, dança, música, artesanato e produtos agroecológicos.

Geração de trabalho e renda

A Feira Faísca nasceu com a finalidade de gerar trabalho e renda para os agricultores atendidos pelos projetos agroecológicos dos cursos de agrárias da UEM, mas atualmente representa muito mais do que isso, destaca o professor Max Emerson Rickli, idealizador da Feira.

Ciclo de produção

Os produtores atendidos pela universidade reconhecem que a Faísca fecha o ciclo de produção e de distribuição dos alimentos que são cultivados e beneficiados por eles. Por outro lado, a feira é uma opção para os consumidores que procuram alimentos livres de agrotóxico

Max Emerson Rickli / Professor / UEM

Segurança alimentar

Agricultores interessados em participar da feira não precisam pagar nada. No entanto, é preciso produzir os produtos que pretende vender e seguir os preceitos da economia solidária, que se preocupa com a segurança alimentar, isto é, em oferecer comida saudável; preservação do meio ambiente no processo produtivo e garantia de qualidade de vida para quem produz e quem consome o produto.

Competências regionais

Além de incentivar a produção e comercialização de alimentos saudáveis, a Feira Faísca promove a venda de outros produtos produzidos nas propriedades rurais da região, como é caso do artesanato. Ele é uma possibilidade de mostrar as capacidades e competência da região. O artesanato também é considerado um produto socialmente justo e ecologicamente correto.

Programação de aniversário

A Faísca acontece todos os sábados, das 16 às 19 horas, nos fundos do Estádio Municipal Lucio Pipino, onde acontece a tradicional Feira do Produtor. E no dia 3 de agosto, data do aniversário da Feira, os organizadores promovem uma festa especial com várias atrações, entre elas o "Rock Solidário", que terá a companhia de uma praça de alimentação que oferecerá chope e hambúrguer artesanais. O público que irá prestigiar o evento está sendo incentivado a levar um quilo de alimento não perecível, artigos de higiene ou material de limpeza, que serão doados para o Lar São Vicente de Paulo.

Apresentam-se no "Rock Solidário" as bandas Ritmo Brazuca, Terremotor, Emergencial e Monotonicos. Todos estão convidados a participar da festa comemorativa.

Fonte: Portal da Cidade Umuarama

https://umuarama.portaldacidade.com/noticias/cultura/faisca-completa-4-anos-gerando-renda-a-agricultores-e-promovendo-a-cultura-1319

Nova descoberta deve reforçar movimento científico e ampliar as possibilidades turísticas do município

Espécie que habitou a região entre 60 e 90 milhões de anos foi batizado de Vespersaurus paranaensis (Foto/Divulgação)

A descoberta de um fóssil de um inédito dinossauro em Cruzeiro do Oeste (a 28 quilômetros de Umuarama) tem tudo para incrementar ainda mais o turismo científico na cidade. A descoberta foi anunciada no final de junho deste ano. A espécie que habitou a região entre 60 e 90 milhões de anos, no período cretáceo, tinha em torno de um metro e meio, era bípede, carnívoro e foi batizado de Vespersaurus paranaensis.

A descoberta, contudo, não foi a primeira. Cruzeiro do Oeste já era famosa por contar com um sítio arqueológico importante desde os anos 70 do século passado. Em 2014, 47 fósseis de pterossauros (répteis voadores pré-históricos) foram encontrados.

“Acreditamos claramente que o turismo cientifico vai mudar a rotina do município, consequentemente ganha-se novas oportunidades em diversas frentes, com o valor do conhecimento associado a pesquisa, cultura e curiosidade”, diz Wanda Pille, presidente da Rede de Turismo Regional (Retur), em matéria postada no começo do mês no Portal da Retur.

“Já existe uma demanda de pesquisadores visitando o município. A nova descoberta vai reforçar este movimento e ampliar as possibilidades do município, que se destacará muito no turismo paranaense”, explica Wanda.

Em fevereiro deste ano, a prefeita de Cruzeiro do Oeste, Helena Bertoco, durante encontro com o diretor-geral da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano, Francisco dos Santos, já tratava de investimentos para esta área.

Entre as ideias a construção de um novo Museu Paleontológico, com recursos federais (o município já tem um Museu Paleontológico), e obras para a implantação de uma Praça Temática na cidade, a pavimentação e a urbanização das ruas em frente ao futuro Museu, além da colocação de réplicas dos animais pré-históricos em jardins na entrada da cidade.

Segundo a prefeita, a descoberta, do início dos anos 1970, por um produtor rural, colocou Cruzeiro do Oeste no mundo da paleontologia internacional. “Depois de um período, com pouco avanço, várias instituições fizeram seus estudos. Mas foi há pouco tempo que os trabalhos se tornaram significativos. As descobertas dos últimos meses poderão revolucionar o segmento”, adiantou.

A base científica inspirou a prefeita a desenvolver um programa turístico a partir do desenvolvimento científico. “O que temos já é revolucionário na paleontologia e os especialistas dizem que estamos só no começo. Isso nos leva a pensar em atrair cientistas, e o público em geral, para conhecer o que o passado nos guardou por tanto tempo”.

Os fósseis, encontrados no município de Cruzeiro do Oeste são uma raríssima ocorrência de pterossauro no interior de continentes. Também é a primeira vez que esse dinossauro cruzeirense pré-histórico é encontrado na região – até agora só havia registros de pterossauros na Chapada do Araripe, no Nordeste. A nova descoberta é resultado do trabalho de funcionários do Museu Paleontológico de Cruzeiro do Oeste e de pesquisadores da UEM (Universidade Estadual de Maringá) e da USP (Universidade de São Paulo).

Corredores das Águas

Cruzeiro do Oeste faz parte da região turística Corredores das Águas, que tem como seus maiores atrativos o lazer das águas doces, oportunizado pelos rios Paraná, Paranapanema, Ivaí e Piquiri, somados a gastronomia, turismo de eventos e negócios e a cultura.

Fonte: Bem Paraná

https://umuarama.portaldacidade.com/noticias/regiao/turismo-cientifico-deve-impulsionar-cruzeiro-do-oeste-a-terra-do-dinossauro-2900

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