Sidebar

18
Qui, Jul

Qualquer pessoa interessada pode se inscrever de graça

Crédito: Assessoria de Imprensa

Em fluxo contínuo, estão abertas as inscrições para quem queira participar do projeto de ensino “Montagem e Configuração de Drones”, da Universidade Estadual de Maringá (UEM). É totalmente gratuito e as atividades ocorrerão no câmpus sede da UEM, em Maringá (PR). Os participantes podem ter ou não vínculo com a UEM. Também não é necessário ter drone próprio nem nenhum equipamento específico.

De acordo com Alexandre Marconi de Souza da Costa, coordenador do projeto e docente do Departamento de Engenharia Mecânica (DEM) da UEM, os interessados precisam enviar e-mail a ele: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Posteriormente, ele responderá com instruções de como efetivar a inscrição gratuitamente, bem como prestará informações sobre datas e locais.

Costa explica que o projeto “oferece uma introdução abrangente nas metodologias de montagem e configuração de um veículo aéreo não tripulado do tipo multirotor”, popularmente conhecido como drone. “Na atualidade, a tecnologia de drones possui grande aplicabilidade em diversos setores, como: inspeções industriais, topografia e mapeamento, audiovisual, agricultura, mineração, energia solar, energia eólica, inspeções ambientais e redes de distribuição de energia, entre outros”, exemplifica o doutor em Engenharia Mecânica.

Fonte: Assessoria de Imprensa

https://www.casadenoticias.com.br/noticias/30784-inscricoes-abertas-para-montagem-e-configuracao-de-drones

Ligados às universidades estaduais, eles são as principais portas de entrada pelo Sistema Único de Saúde

Crédito: Assessoria de Imprensa

Criados como hospitais ensino, para a formação dos acadêmicos das áreas de saúde, os quatro hospitais universitários das instituições estaduais de ensino superior do Paraná desempenham papel de destaque, prestando serviços gratuitos e de qualidade à população. Cerca de 392 mil pessoas são atendidas, anualmente, nestas quatro unidades que, seguramente, são a principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) na comunidade onde estão inseridos.

Com 123 leitos e atendimento exclusivo pelo SUS, o HU da Universidade Estadual de Maringá (UEM), por exemplo, recebe a população da macrorregião Noroeste do Paraná, com 115 municípios, onde residem 2 milhões de habitantes. Em 2018, passaram pelo hospital mais de 60 mil pessoas em áreas como pediatria, cirurgia, ortopedia, ginecologia e obstetrícia. Quando ele foi criado, em 1988, Maringá e região não dispunham de um hospital público para atendimento, o que evidencia, inclusive, sua importância histórica.

A superintendente do hospital, Elisabete Koyabashi, chama a atenção para o fato de que os Hospitais Universitários viveram diferentes formas de inserção no sistema de saúde no Brasil e ganharam maior relevância assistencial a partir da década de 1980, quando os setores filantrópico e privado tiveram uma retração na prestação de serviços ao sistema público de saúde. “Os HUs foram então reconhecidos como estratégicos tanto na formação de profissionais de saúde para a rede quanto nos atendimentos de alta complexidade”, afirma a médica.

Na região dos Campos Gerais, o HU da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) também faz a diferença, a começar pelo volume de internamentos que, nos últimos cinco anos, aumentou 440%. Em números, significa dizer que a unidade, com nove anos de existência, passou de 2,5 mil para 11 mil internamentos neste período, enquanto que o volume de consultas médicas no ambulatório saltou de 31 mil para 72 mil anuais.

"O HU mudou todo o cenário da saúde dos Campos Gerais. Pacientes que antigamente teriam que ser atendidos em Curitiba ou na região metropolitana, recebem, hoje, tratamento em Ponta Grossa", comemora a diretora geral do hospital, Tatiana Menezes Cordeiro.

Destacando que o HU também é referência em atendimento de traumas, Tatiana Cordeiro explica os acidentes de trânsito respondem por grande parte do número de procedimentos. "Ponta Grossa é o maior entroncamento rodo-ferroviário do Brasil e, em função disso, o volume de acidentes automobilísticos é imenso. Boa parte dessas vítimas é atendida no serviço de ortopedia e traumatologia do nosso hospital", diz a diretora.

Referência nacional

Em Londrina, o hospital universitário da UEL é o mais antigo em atividade entre os quatro, completando 48 anos de fundação este ano. É também a maior unidade de saúde do interior do Paraná, atuando 100% com o SUS, com oferta de 300 leitos para internações. A unidade abriga o Centro de Tratamento de Queimados, considerado como referência nacional.

O HU da UEL também é referência em outras áreas como, por exemplo, a de Transplante de Medula Óssea, Unidade de Isolamento para Pacientes Portadores de Moléstias Infectocontagiosas e Maternidade para Gestantes de Alto Risco.

Pelo hospital passam pacientes de cerca de 250 municípios paranaenses e de mais de 100 cidades de outros estados. Dados de 2018 revelam a realização de mais de 10 mil cirurgias e de quase 13 mil internações. Somente no Pronto-Socorro foram 25.642 consultas.

Parâmetro em Alta Complexidade

Os números na área de saúde pública do Estado não seriam os mesmos sem a presença do hospital da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) que responde, anualmente, por cerca de 70 mil atendimentos.

Inaugurado em maio de 1989, na época com a oferta de 85 leitos, atualmente o HU conta com 243 leitos. É referência em alta complexidade para 119 municípios e o maior prestador de serviço do Sistema Único de Saúde das regiões Oeste e Sudoeste, abrangendo cinco regionais de saúde e uma população de cerca de dois milhões de habitantes.

Parâmetro em alta complexidade nas áreas de trauma-ortopedia, cirurgia vascular e procedimentos em cardiologia intervencionista, cirurgia vascular, cirurgia cardiovascular e neurologia/neurocirurgia, o hospital ocupa um espaço de quase 38 mil metros quadrados, com uma área construída de mais ou menos 27 mil metros quadrados.

Neste espaço funciona uma estrutura que engloba Ambulatórios de Especialidades, Centro Cirúrgico, Centro Obstétrico, Unidades de Tratamento Intensivo e de Cuidados Intermediários, Pronto-Socorro, Diagnóstico por Imagem, Banco de Leite Humano, Centro de Atenção e Pesquisa em Anomalias Craniofaciais e Serviço de Verificação de Óbitos Regional.

Um novo hospital pode integrar esta rede. A partir da implantação, este ano, do curso de Medicina da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) criou-se um movimento em Guarapuava, com apoio de vereadores locais, para que a universidade seja gestora do Hospital Bernardo Ribas Carli, com 600 funcionários e 120 leitos.

Zero Infecções

O HU da UEPG mantém, na UTI Adulto, o projeto Melhorando a Segurança do Paciente em Larga Escala no Brasil, do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com resultados relevantes na redução das infecções associadas à assistência em saúde.

As duas Unidades de Terapia Intensiva do hospital têm mantido, nos últimos seis meses, a taxa zero em infecções de trato urinário. Quanto à pneumonia associada à ventilação mecânica, outra complicação relativamente comum nas UTIs, ambas as unidades atingiram a taxa zero, em janeiro de 2019.

A infecção na corrente sanguínea associada ao uso de cateter vem registrando decréscimos constantes e, em janeiro, foi zerada em uma das unidades do HU.

Na Maternidade, são oito partos por dia e o setor, na concepção da diretora do hospital, revolucionou o atendimento obstétrico em Ponta Grossa e região. O índice de parto natural é digno de países desenvolvidos e a humanização do atendimento obstétrico é referência na região: mais de 70% dos partos realizados no HU da UEPG são partos normais, respeitando tanto os desejos da gestante quanto as indicações médicas para cada caso.

Ampliação da capacidade

O HU da UEM também registra uma atuação importante na área de parto humanizado. Além disso, é referência em atendimentos no Ambulatório de Tratamento de Feridas e Serviço de Informação de Medicamentos, e nos serviços de alta complexidade como transplante de córnea, cirurgia bariátrica e implante coclear.

O hospital praticamente irá dobrar sua capacidade atual quando entrar em funcionamento o prédio da Clínica para Adultos, uma nova ala com mais de oito mil metros quadrados e capacidade para 108 novos leitos hospitalares. A obra, que teve início em 2016, demandou um custo aproximado de R$ 17 milhões em investimentos provenientes do governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Saúde e do Fundo Estadual de Saúde.

O reitor da UEM, Julio Cesar Damasceno, destaca que o processo de expansão do hospital deve continuar com a conclusão de outra obra importante que é o novo centro cirúrgico, cujo projeto engloba onze salas cirúrgicas, central de esterilização, área para atendimento pós-cirúrgico e salas de aula. “Estamos em negociação com a Secretaria de Estado da Saúde para a liberação de recursos para a finalização do centro”, diz o gestor, destacando que serão necessários R$ 7 milhões para finalizar a construção.

Outro hospital que também está aumentando a capacidade de atendimento é o de Ponta Grossa.

Atualmente com 168 leitos, a unidade irá acrescentar 20 novos leitos assim que construção da nova ala da Maternidade, em andamento, estiver concluída.

Também em fase de conclusão das obras, o Centro de Hematologia, o primeiro na região de Ponta Grossa a atender pelo SUS, terá dez leitos para internamento, sete cadeiras para infusão de quimioterapia, consultório de hematologista, farmácia para manipulação de quimioterápicos e laboratório especializado em diagnóstico e pesquisa hematológica, além de adequações na agência transfusional para aférese.

A Unioeste está construindo uma nova ala, dedicada exclusivamente ao tratamento de queimados.

A obra está praticamente finalizada, faltam alguns retoques finais e a cabine de gerador. A previsão é finalizar no final desse mês.

Formação profissional

Os hospitais de ensino no Brasil são responsáveis pela formação direta de mais de 92.000 profissionais por ano, sendo impactante para a sustentação de vários serviços. Estes profissionais formados dentro dos HUs são aproveitados nas redes pública e privada, trazendo maior competência e qualidade de atendimento.

Além da formação profissional nas Residências Médica, de Enfermagem, de Fisioterapia e Multiprofissionais, os quatro HUs ligados às universidades estaduais também servem de campo de estágio para os alunos de graduação em Medicina, Fisioterapia, Enfermagem, Nutrição,

Fonoaudiologia, entre outros.

"Ponta Grossa é um polo educacional e nós somos campo de estágio prático para todos os cursos da área da saúde da UEPG. Também ofertamos vagas às demais instituições da região, em nível superior e técnico", assinala a diretora Tatiana Cordeiro, destacando, que muitos dos especialistas formados pelas residências continuam a atuar no próprio HU.

Vale lembrar ainda que os hospitais universitários têm outra característica de suma importância à sociedade, que é a produção científica, resultado das inúmeras pesquisas em nível de pósgraduação, traduzidas em dissertações de mestrado e teses de doutorado ou de artigos apresentados em congressos.

Eficiência de gestão

Em Maringá, o HU está implementando a gestão de qualidade e a Metodologia Lean, com foco na agilização e efetividade nos atendimentos e processos. A proposta é otimizar os recursos recebidos e favorecer a diminuição de custos. Apesar de ainda ser precoce mensurar os resultados das medidas, especialmente na redução de custos já é possível, segundo a superintendente do hospital, sentir alguns impactos. Elisabete Kobayashi explica que a redução do tempo de permanência do paciente no Pronto-Atendimento e a diminuição do tempo de espera de atendimento e exames são bons indicadores, assim como a agilização de leitos para a internação.

São conquistas que o hospital vem acumulando após a implementação do método.

Complexo de Saúde

Os atendimentos realizados pelos HUs vão muito além dos leitos hospitalares. Muitos integram um complexo de saúde que dá suporte e amplia a prestação de serviços. O HU da UEL, por exemplo, conta, além do Centro de Tratamento de Queimados, já citado, com o Hemocentro Regional, o Banco de Leite Humano, a Unidade de Transplante de Medula Óssea, o Banco de Olhos, a Unidade de Quimioterapia, o e a Central de Controle de Intoxicações.

Em Maringá também funciona o Centro de Controle de Intoxicações que dá suporte para o tratamento de quem foi picado por animais peçonhentos ou ingeriu ou inalou veneno, entre eles agrotóxicos usados nas lavouras, com registro de cerca de três mil atendimentos por ano. Os atendimentos feitos pela Clínica Odontológica, pela Unidade de Psicologia Aplicada, pelo Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas e a Farmácia Ensino também fazem a diferença para a população assistida.

Destaque ainda para o Hemocentro Regional de Maringá, que faz coleta de sangue em 30 municípios, produz e distribui hemocomponentes, como hemácias, plasma e plaquetas, a mais de 30 hospitais.

Banco de Leite Humano

Inúmeros bebês que, por diferentes razões, não podem receber o leite da própria mãe e dele necessitam como fator vital, são beneficiados pelos Bancos de Leite Humano, outro serviço que os HUs prestam.

O de Maringá, por exemplo, capta, processa e distribui, mensalmente, cerca de 300 litros de leite materno para unidades de terapia intensiva de cinco hospitais locais.

Em 2018, o Banco de Leite Humano do HU da Unioeste coletou 3.377 litros, atendendo 215 crianças de zero a dois anos. Também foram registrados 1.822 doadoras de leite humano e distribuiu 2.849 litros de leite.

Fonte: Assessoria de Imprensa

https://www.casadenoticias.com.br/noticias/30681-hospitais-universitarios-atendem-quase-400-mil-paranaenses-ao-ano-alem-de-ensinar-e-produzir-ciencia

Projetos da Universidade com esta vocação foram apresentados ao Governo do Estado

Em 2015, a ONU propôs aos países signatários uma agenda de desenvolvimento sustentável com metas a serem alcançadas até 2030. Qualidade de vida, equidade de gênero e questões ambientais são alguns dos objetivos vislumbrados. A partir deste ano a Universidade Estadual de Maringá (UEM) alinhou-se, formalmente, ao Pacto Global promovendo ações estrategicamente ligadas aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).

“Não é de hoje que estamos compromissados com estes valores, contudo a adesão formal é importante, considerando que o alcance da meta global depende de várias ações conjuntas. A UEM, por ser uma instituição pública que atua alinhada com o desenvolvimento regional, tem tudo a ver com a incorporação e defesa dos ODS”, diz a assessora especial Márcia Samed.

Ela explica que está sendo feito um levantamento detalhado de todos os serviços, projetos e políticas inclusivas que a UEM desenvolve, estabelecendo, resultados, alcance e impactos causados. Neste inventário também é relacionada cada ação a um ou mais ODS, criando os demonstrativos que apontam as contribuições da UEM para as metas da ONU.

Reforçando que a Universidade já tem uma atuação fortemente alinhada nesta direção, a próreitora de Extensão e Cultura, Débora de Mello Gonçales Sant'Ana, diz que é possível apontar vários projetos que contemplem as diferentes diretrizes indicadas pelos ODS. Em meados de abril Débora, junto com outros pró-reitores das universidades estaduais do Paraná, foi convidada pela Fundação Araucária a apresentar exatamente isso. “Identificamos projetos que atendem os 17 objetivos”, diz a pró-reitora, destacando que representantes da Casa Civil e da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior também estiverem presentes. Márcia Samed participou deste encontro em Curitiba junto com o coordenador de Planos e Informações, Bruno Razza. Ela acredita que a partir desta iniciativa a tendência é envolver as universidades nas ações governamentais, impulsionando a política de sustentabilidade indicada pelos ODS.

Embora ainda não saiba precisar quantos projetos a UEM irá cadastrar nos objetivos de desenvolvimento sustentável apresentados pela ONU, Bruno Razza explica que as atividades desenvolvidas em 2017 servem como primeiro parâmetro. Segundo ele, foram 781 projetos de pesquisa e 346 de extensão em vigência naquele ano. “Contudo, só mesmo após o mapeamento é que teremos como quantificar quais se alinham aos ODS”, afirma.

O coordenador adianta que para os novos projetos haverá a opção de indicar no próprio sistema de credenciamento em qual objetivo ele poderá ser enquadrado. Razza acredita que a adesão da Universidade na proposta da ONU deve incentivar ainda mais o envolvimento da comunidade acadêmica para o desenvolvimento de trabalhos vinculados à rede ODS, fortalecendo esses objetivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa

https://www.casadenoticias.com.br/noticias/30643-uem-adere-aos-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-das-nacoes-unidas

o Catálogo de Patentes e Softwares 2019 do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi lançado oficialmente ontem

Durante cerimônia houve entrega de carta-patente, certificados do NIT e de registros de softwares

Importante instrumento de apresentação da ciência e da inovação à comunidade científica e à sociedade civil, o Catálogo de Patentes e Softwares 2019 do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi lançado oficialmente ontem (17) com presença de Aldo Bona, superintendente da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti).

“Vivemos um momento extremamente delicado, em que cada vez mais precisamos estar justificando a importância da nossa existência e a necessidade de um sistema público de educação superior, ciência e tecnologia. A iniciativa de publicação de um catálogo de patentes é uma das formas de mostrar esse resultado, de mostrar que não são verdadeiras aquelas afirmações de que dentro das universidades ficamos pesquisando só em torno do nosso umbigo”, pronuncia Bona.

“Esse documento dá visibilidade aos produtos gerados por nós mesmos e, principalmente, constitui-se num material que dialoga com a sociedade”, enaltece o reitor da UEM, Julio César Damasceno, que também compareceu ao lançamento, no estande da UEM na 47ª Exposição Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Maringá (Expoingá 2019). Este material compila toda a produção científica da instituição com propriedade intelectual reconhecida e demonstra como “a UEM é contemporânea, muito produtiva e muito ativa na inovação, que transforma conhecimento em algo prático e de impacto na vida das pessoas em todos os seus domínios, seja no cotidiano ou mesmo em ambientes como um hospital”.

Além do reitor e de Bona, estiveram presentes na cerimônia demais representantes da gestão da UEM: Ricardo Dias Silva, vice-reitor; José Antônio Martins, chefe de gabinete da Reitoria; Clóves Cabreira Jobim, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação; Luiz Fernando Cótica, diretor de pesquisa e coordenador do NIT; e Angelo José Marcolino Junior, chefe da Divisão de Propriedade Intelectual do NIT. “Não fazemos só pesquisa básica, fazemos pesquisa aplicada, fornecemos produtos para a comunidade empresarial. Esse catálogo é uma forma de dar maior visualização a esses produtos gerados e de homenagear todos os nossos pesquisadores”, frisa Cótica.

O catálogo será distribuído a diversas lideranças, inclusive da sociedade civil organizada. “É uma honra publicar este material, dando visibilidade à produção científica da UEM, que se destaca nacionalmente. Isso é uma das melhores ações que fazemos: pesquisas que transformam nossa região e nosso país, que dão potencial de crescimento econômico e de conhecimento muito grande”, declara Dias Silva. De acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais “Anísio Teixeira” (Inep), a UEM é a 6ª melhor universidade estadual do Brasil. E dados da Web of Science a colocam como a universidade estadual do Sul que mais faz pesquisa.

Jobim segue na linha de raciocínio dos colegas e afirma que o lançamento do catálogo “é tão importante para a UEM, num momento em que a sociedade toda e as pessoas que decidem os destinos das universidades públicas cobram tanto em relação aos serviços que elas prestam à sociedade”. Para o pró-reitor, “é uma oportunidade de mostrarmos que a universidade pública tem expertise nas diferentes áreas do conhecimento”.

Saiba mais – Durante a solenidade de lançamento do Catálogo de Patentes e Softwares 2019 do NIT/UEM houve entrega de: uma carta-patente, seis certificados de registros de programas de computador e três certificados do NIT para invenções que futuramente irão receber carta-patente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).

Aqui tem ciência e pesquisa - Após o evento na Expoingá, a comitiva da universidade acompanhou Bona ao NIT e ao Complexo de Centrais de Apoio à Pesquisa (Comcap), respectivamente nos blocos B-09 e B-08 do câmpus sede da UEM, em Maringá (PR). A visita técnica também teve presença de Guto Silva, chefe da Casa Civil do Estado do Paraná, Leila Pessôa Da Costa, pró-reitora de Ensino da UEM, e Elisabete Mitiko Kobayashi, superintendente do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM).

Bona e Guto Silva conheceram o NIT e o Comcap pela primeira vez, e ficaram positivamente surpresos com a qualidade dos equipamentos e do nível de excelência dos pesquisadores e das pesquisas. “A UEM é protagonista em pesquisa e inovação no nosso Estado. E estamos muito preocupados em criar sinergia para trabalhar em rede, também com atores de outras universidades estaduais, para que possamos ter inovação e ampliar a pesquisa”, prospecta o chefe da Casa Civil.

“É um espaço muito bem qualificado em termos de pessoal, que é elemento primordial. Depois, é muito bem equipado em equipamentos e tem potencial muito grande de ajudar o Estado como um todo no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação”, elogia Bona. A partir de agora, o superintendente enxerga o desafio de “unir todos esses ativos tecnológicos com as demandas da sociedade paranaense para que, assim, possamos fazer frente a todas as críticas ao investimento feito nas instituições de ensino e pesquisa”. Pela manhã, Bona foi à Reitoria da UEM.

Fonte: Assessoria de Imprensa

https://www.casadenoticias.com.br/noticias/30616-nucleo-de-inovacao-tecnologica-da-uem-lanca-catalogo-de-patentes

Estudo aponta que cada real investido nas universidades estaduais do Paraná retorna quadruplicado às economias locais

Hospitais da UEPG, UEM e UEL realizaram 310 mil atendimentos em 2018. Crédito: UEPG

Estudo aponta que cada real investido nas universidades estaduais do Paraná retorna quadruplicado às economias locais, sendo que o orçamento do governo estadual previsto para as Instituições de Ensino Superior (IES) em 2019 é de R$ 2,5 bilhões. Vale lembrar que, de acordo com o Índice Geral de Cursos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais “Anísio Teixeira” (Inep), a Universidade Estadual de Maringá (UEM) é a 6ª melhor estadual do Brasil. Augusta Pelinski Raiher, doutora em Economia e professora do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), organizou a obra “As Universidades Estaduais e o Desenvolvimento do Paraná”, uma análise de curto prazo, realizada em 2016. “O incentivo dado à educação pública induz a produção, emprego e renda, promovendo crescimento econômico.

Compras de materiais, serviços contratados, realizados localmente, e renda dos servidores significam injeção de dinheiro no mercado. Ter uma universidade significa movimentar a economia”, ressalta Raiher. “Quando comparada a outros setores da economia, a educação pública mostrou-se um setor chave no que se refere ao salário médio, ao multiplicador de produção e à geração de postos de trabalho”.

A presidente da Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp), Fátima Aparecida da Cruz Padoan, corrobora que as universidades estaduais paranaenses são protagonistas no desenvolvimento econômico do Estado, pois, “sensibilizam para ações inovadoras, influenciando o ambiente empresarial”. No setor industrial, a pesquisa aponta que quanto maior o investimento realizado nas estaduais, maior tende a ser a especialização produtiva.

Outro impacto são os gastos estudantis. Por exemplo, bolsistas de Residência Médica e Multiprofissional do Hospital Universitário da UEPG retornam R$ 5 milhões por ano para a economia local. “Esses valores são destinados a aluguéis de apartamentos e quitinetes, compras em mercados, além de gastos com alimentação e outros serviços”, contextualiza o vice-reitor da UEPG, Everson Krum.

Transbordamento regional - Raiher enfatiza que o município que detém uma universidade promove um transbordamento de efeitos para os municípios do entorno. E de acordo com o estudo, mais de 90% da mão de obra formada pelas universidades estaduais residem e atuam no Paraná. Na área da saúde, considerando-se dados de 2018, os hospitais da UEPG, UEM e Universidade Estadual de Londrina (UEL) realizaram, juntos, 310 mil atendimentos. “É como se a população inteira de uma grande cidade fosse atendida”, compara o reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto.

"O HU-UEPG beneficia pacientes de 12 municípios. O hospital mudou todo o cenário da saúde dos Campos Gerais. Pacientes que antigamente teriam que ser atendidos na região metropolitana de Curitiba, hoje são atendidos em Ponta Grossa", acentua Tatiana Menezes Cordeiro, diretora geral do HU-UEPG. Somente o HU da UEL foi responsável pelo atendimento de 180 mil pacientes, enquanto outros 83 mil receberam tratamento na Clínica Odontológica da instituição.

No caso do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) da UEM, 60.715 pacientes do noroeste paranaense recebem atendimento em diversas áreas. Além do hospital, o complexo de saúde da UEM é composto por Clínica Odontológica, Unidade de Psicologia Aplicada (UPA), Laboratório de Ensino e Prática em Análises Clínicas (Lepac) e Farmácia Ensino, todos com atendimento gratuito.

Na Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro), a Clínica Escola de Fisioterapia (Cefisio) atende gratuitamente e, em 2018, realizou 18 mil atendimentos. A Farmácia Escola e o Laboratório de Análises Clínicas Escola realizaram 8 mil atendimentos, em média. Números semelhantes de atendimentos gratuitos na área da saúde também podem ser verificados na Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). A Clínica de Fisioterapia da instituição realizou, no último ano, mais de 18 mil atendimentos, e a Clínica de Odontologia atendeu por volta de 8 mil pessoas no mesmo período.

Extensão - Somadas as regiões Norte, Centro-Sul e Campos Gerais, mais de 1 milhão de pessoas são beneficiadas com ações extensionistas de UEPG, UEM, UEL, Unicentro e Uenp. “Por meio do ensino, da produção científica e de programas e projetos de extensão, nossas instituições contribuem para atenuar desigualdades, com vistas ao desenvolvimento sustentável de nossas comunidades regionais, com a perspectiva de ampliar o bem-estar das pessoas”, afirma Padoan.

Na UEPG, as ações de extensão nas áreas cultural e social impactam mais de 110 mil pessoas. A Incubadora de Empreendimentos Solidários (Iesol) é um dos 25 programas de extensão da instituição e organiza empreendimentos econômicos, solidários de artesanato, separação e triagem de material reciclável, jardinagem e agricultura familiar. Kamila Sobko, que ministrou parte do curso “Economia Solidária e Tecnologia Social”, explica que “além das incubações, a Iesol tem um trabalho efetivo e mostra seus resultados, tendo uma trajetória de presença na universidade e comunidade”. Na UEM, são 663.449 pessoas beneficiadas por meio de 248 projetos de extensão, 63.948 por 332 eventos de extensão, 23,8 mil em 138 projetos culturais e 13.308 pessoas em 215 cursos de extensão.

Metodologia - O estudo organizado por Raiher foi realizado a partir de várias metodologias, como insumo-produto, estimativas econométricas e construção de indicadores. A pesquisa tem apoio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Unidade Gestora do Fundo Paraná (UGF) e Fundação Araucária, e também envolveu pesquisadores da UEPG, UEM, Unicentro, UEL, Universidade do Oeste do Paraná (Unioeste) e Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

*Reportagem em colaboração de Afonso Verner, Aline Jasper e Luciane Navarro, equipe de comunicação da UEPG.

https://www.casadenoticias.com.br/noticias/30615-universidades-estaduais-do-parana-tem-forte-impacto-regional

Mais Artigos...

Página 1 de 3