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Sex, Set

(Foto: Ricardo Marajó/FAS)

O Paraná tem cinco universidades entre as 40 melhores do País, segundo publicação do Center for World University (CWUR), divulgada na semana passada. A primeira colocada é a Universidade Federal do Paraná (UFPR), que fica na posição 11 no ranking brasileiro e 54 no ranking mundial. A segunda colocada é a Universidade Estadual de Maringá (UEM), que na posição 26 do País e a terceira, bem próxima, a Universidade Estadual de Londrina (UEL) na posição 32. A Universidade Tecnólogica do Paraná (UTFPR) está na posição 36. A única particular que aparece entre as 40 melhores é a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) na posição 40. 

O ranking CWUR 2019-2020 analisou instituições de ensino superior com base em quatro aspectos: a qualidade da educação, a empregabilidade de egressos, as conquistas do corpo docente e o desempenho em pesquisa.

O índice considera os prêmios e medalhas internacionais, obtidos por estudantes e professores, os cargos de Chief Executive Officer ocupados por ex-alunos em empresas multinacionais, o número de projetos de pesquisa, as publicações científicas em periódicos altamente influentes e a quantidade de citações. 

VEJA O RANKING COMPLETO NO BARULHO CURITIBA

https://www.bemparana.com.br/noticia/parana-tem-cinco-universidades-entre-as-40-melhores-do-pais-segundo-pesquisa.-veja-quais#.XVvWMuhKjIU

(Foto: Rodolfo Nogueira/USP)

Pesquisadores anunciam nesta quarta-feira (26), em Maringá, detalhes sobre um fóssil de um dinossauro inédito em um sítio paleontológico em Cruzeiro do Oeste (Noroeste), a 240 quilômetros de Londrina. A descoberta é fruto do trabalho de funcionários do Museu Paleontológico de Cruzeiro do Oeste e de pesquisadores da UEM (Universidade Estadual de Maringá) e da USP (Universidade de São Paulo).

A nova espécie foi batizada pelos pesquisadores de Vespersaurus paranaensis. O animal tinha em torno de um metro e meio, era bípede e carnívoro – se alimentava de outros pequenos animais.

De acordo com a diretora do Museu, Neurides Martins, os estudos, iniciados em 2014, são de grande importância para a ciência mundial, pois trata-se de uma espécie única da família dos dinossauros. “Só podemos adiantar que o dinossauro de Cruzeiro do Oeste é único no mundo e que sua descoberta acrescenta muito sobre a vida na pré-história no nosso planeta”, afirmou à rádio CBN de Maringá.

Com cerca de 21 mil habitantes, o pequeno município do Noroeste paranaense ficou conhecido em 2014, quando 47 fósseis foram encontrados. À época, o então diretor do Museu Nacional da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Alexander Kellner, liderou a equipe que escavou e encontrou o material fossilizado e chancelou a importância do feito por conta do ineditismo.

A conclusão foi de que tratavam-se de fósseis de antigos habitantes voadores que viveram na Era Mesozoica (entre 225 milhões e 65 milhões de anos atrás): os pterossauros. Batizados de Caiuajara dobruskii, a estimativa é de tenham habitado a região há cerca de 80 milhões de anos. As descobertas repercutiram em veículos de comunicação de relevância internacional, como a BBC (British Broadcasting Corporation).

Entretanto, esta verdadeira “jornada” através do tempo teve início mesmo em 1970, quando o agricultor Alexandre Gustavo Dobruski e o filho, João Gustavo Dobruski, encontraram os fósseis de dinossauros. Ao relatarem o que haviam encontrado, receberam de muitos moradores o desdém,  e as suspeitas, tratadas até como motivo de piada, ficaram em silêncio até 2015. 

Foi neste ano que a revelação da descoberta de uma nova espécie de lagarto fóssil a partir de uma fragmento de mandíbula de 1,8 centímetro foi publicada na revista científica "Nature Communications". Batizada de Gueragama sulamericana, a descoberta nasceu do trabalho de pesquisadores do Cenpaleo (Centro de Paleontologia), da Universidade do Contestado (SC) em parceria com o Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Universidade de Alberta, no Canadá.

O pterossauros habitaram o planeta no período geológico do Cretáceo e foram os primeiros animais vertebrados a desenvolverem a capacidade de voar com o bater das asas. O primeiro pterossauro foi descrito em 1784 e, até os dias de hoje, mais de 200 espécies com tamanhos que variam de alguns centímetros até 12 metros de envergadura foram catalogadas. No entanto, foi apenas em 2004 que os primeiros três ovos foram encontrados, dois na China e um na Argentina. Em seguida, em 2014, outros cinco foram encontrados no deserto de Hami, também na China.

https://www.bemparana.com.br/noticia/fossil-dinossauro-inedito-e-descoberto-no-interior-do-parana-veja-o-video-do-bicho#.XRS0p-hKjIU

Pesquisadores anunciam ontem, em Maringá, detalhes sobre um fóssil de um dinossauro inédito em um sítio paleontológico em Cruzeiro do Oeste (Noroeste), a 240 quilômetros de Londrina. A descoberta é fruto do trabalho de funcionários do Museu Paleontológico de Cruzeiro do Oeste e de pesquisadores da UEM (Universidade Estadual de Maringá) e da USP (Universidade de São Paulo). A nova espécie foi batizada pelos pesquisadores de Vespersaurus paranaensis. O animal tinha em torno de um metro e meio, era bípede e carnívoro – se alimentava de outros pequenos animais. De acordo com a diretora do Museu, Neurides Martins, os estudos, iniciados em 2014, são de grande importância para a ciência mundial, pois trata-se de uma espécie única da família dos dinossauros. “Só podemos adiantar que o dinossauro de Cruzeiro do Oeste é único no mundo e que sua descoberta acrescenta muito sobre a vida na pré-história no nosso planeta”, afirmou à rádio CBN de Maringá. Com cerca de 21 mil habitantes, o município do Noroeste paranaense ficou conhecido em 2014, quando 47 fósseis foram encontrados.

https://www.bemparana.com.br/noticia/andy-serkis-de-o-senhor-dos-aneis-pode-ser-vilao-do-batman#.XRS0ROhKjIU

Manifestação no Centro de Curitiba, ontem: ela começou às 8 horas e foi até a noite (Foto: Franklin de Freitas)

As manifestações desta quarta-feira (15) em Curitiba reuniram cerca de 23 mil pessoas, segundo a Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (Apuf-PR) e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Paraná (DCE-UFPR). O protesto foi contra o corte de 30% no orçamento descentralizado da educação técnica, superior e ensino básico pelo governo federal. Ainda ontem, grupos que participaram do ato prometeram se manter mobilizados.

Um segundo Dia de Greve Nacional da Educação foi anunciado para o dia 30 de maior pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Antes disso, já nesta sexta-feira (17), alunos da UFPR devem fechar a semana com ato, entre 11h e 13h, na escadaria do prédio histórico da UFPR, na Praça Santos Andrade, em Curitiba. Centrais sindicais marcaram outra grande paralisação para o dia 14 de junho, mas que envolve categoriais de outras áreas, além da educação. Entre as pautas está também o protesto contra a reforma da previdência e outros.

Na manifestação de ontem, convocada após o anúncio pelo ministro Abrahan Weitraub de cortes no MEC, atividades ocorreram ao longo de todo o dia. A Polícia Militar (PM) do Paraná não divulgou balanço do número de manifestantes no Estado. Em Curitiba, os manifestantes começaram a se reunir por volta das 8 horas e os atos se encerraram somente à noite. Uma passeata foi realizada por volta das 11 horas, da Santos Andrade até a Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico. A maior concentração ocorreu durante a passeata, no fim da manhã. Apesar da garoa ao longo do dia, parte dos manifestantes permaneceu mobilizada até à noite. O protesto foi encerrado com uma passeata no Centro da cidade que terminou por volta das 21 horas.

O predomínio entre os integrantes foi de estudantes, trabalhadores da educação, professores da UFPR, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Universidade da Integração Latino Americana (Unila) e Instituto Federal do Paraná (IFPR). O contingenciamento no MEC também atinge a Educação Básica. Solidários à Educação Superior, mas também com suas próprias reivindicações, professores e servidores de escolas estaduais do Paraná e municipais de Curitiba e região metropolitana também estiveram presentes.

No interior 

Outras cidades do Paraná tiveram protesto contra os cortes. Em Maringá, no Noroeste, manifestantes se concentraram ao lado da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, manifestantes se concentraram no pátio do campus central da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Secretarias de educação vão descontar no salário

A Secretaria de Estado da Educação (Seed) e a Secretaria Municipal de Educação de Curitiba (SME) afirmaram que vão descontar o dia de trabalho dos servidores que faltaram. “No dia 15 de maio as aulas ocorram normalmente em todas as instituições de ensino da rede estadual da educação básica. A pasta orienta também que eventuais ausências dos professores sejam normalmente registradas no relatório mensal de frequência. No período da tarde, a Secretaria registrou paralisação total em 3,2% das escolas estaduais e paralisação parcial em 9,47% das escolas”, afirmou a Seed em nota. A SME afirma que todas as escolas funcionaram normalmente. Na região metropolitana, o município de São José dos Pinhais, por exemplo, permitiu que o dia seja reposto com a presença de alunos no primeiro dia das férias de julho.

Metalúrgicos e petroleiros aderiram

A primeira mobilização registrada na Grande Curitiba foi às 7 horas, com petroleiros promoveram duas manifestações, uma na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), ao lado dos petroquímicos, em Araucária, e outra na Usina do Xisto, em São Mateus do Sul, em adesão à pauta dos educadores, mas também contra a privatização da Petrobras e à reforma da previdência do governo Jair Bolsonaro. O Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro defende que parte dos recursos obtidos a partir da exploração do petróleo no Brasil deve ser investida em educação e saúde públicas. A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, respondeu que “não houve paralisação ou qualquer impacto na produção das refinarias da Petrobras nesta quarta-feira”.

O Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), anunciou que liderou assembleias em empresas do ramo metalúrgico na capital, paralisando, segundo o sindicato, cerca de 20 mil metalúrgicos no início da manhã em apoio à educação pública. O protesto aconteceu em unidades tais como Renault, Volkswagen, CNH, Bosch, Volvo, Brafer, Pic da Audi.

https://www.bemparana.com.br/noticia/manifestacao-contra-cortes-reune-20-mil-em-curitiba.-e-vem-mais-por-ai#.XN7IbchKjIU

 

(Foto: Divulgação/Seti)

Está disponível no site do Núcleo de Concursos da UFPR o resultado do XVIII Vestibular dos Povos Indígenas no Paraná, divulgado nesta quarta-feira (5) pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O resultado também pode ser conferido no site da UEPG.

Os candidatos classificados, no limite das vagas, deverão efetuar suas matrículas, em primeira chamada, conforme cronograma específico de cada instituição de ensino superior. Na UFPR, são dez vagas suplementares destinadas para indígenas de qualquer região do País. Nas universidades estaduais, são seis vagas suplementares em cada uma, destinadas exclusivamente para indígenas pertencentes às comunidades indígenas do Paraná.

O calendário de matrículas para os aprovados da UFPR ainda será divulgado pelo Núcleo Universitário de Educação Indígena (NUEI), por meio de editais específicos.

Organizado nesta edição pela UEPG, o vestibular indígena classificou candidatos para as seguintes universidades: Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Estadual do Paraná (Unespar), Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

https://www.bemparana.com.br/noticia/divulgado-o-resultado-do-vestibular-dos-povos-indigenas-do-parana

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