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A Rodada de Inovação Tecnológica do Setor Metal-mecânico, edição Maringá, foi realizada no último dia 24 de junho, no Instituto Senai de Tecnologia em Metal-Mecânica e foi promovida pelo Sistema Federação das Indústrias do Paraná por meio dos Observatórios SESI/SENAI/IEL.

A UEM marcou presença no evento por meio do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT). O objetivo foi promover a interação entre as indústrias de Metal-Mecânica e pesquisadores do setor. Assim, pesquisadores apresentaram suas ofertas de pesquisa e as empresas suas demandas, alavancando oportunidades de negócios e aplicação de pesquisas no setor.
A professora Luiza Helena Costa Dutra Sousa, do Departamento de Engenharia Mecânica, integrante do NIT-UEM, avalia o evento como “um avanço no resgate do relacionamento imprescindível entre universidade e empresa”. Para ela, uma não avança sem a outra, uma vez que conhecimento e prática são complementos para a excelência profissional. Ainda segundo a professora, foi possível averiguar que as empresas estão dispostas ao desafio de compartilharem deste novo segmento de Inovação Tecnológica e anseiam por um retorno positivo da Instituição na forma de desenvolvimento de projetos, assistência/supervisão técnica, instalação de laboratórios conjuntos na Universidade para desenvolvimento de novos produtos e  direcionamentos na gestão de pessoas.
Acadêmicos da UEM participaram como moderadores dos encontros entre pesquisadores e empresas e destacaram a importância de atuar nesse tipo de atividade. Para Marcelo Erhardt, do curso de Engenharia Química, “atuar como moderador do evento proporcionou uma experiência sensacional e percebi como as necessidades das empresas e a dos pesquisadores precisam ser complementares e que os projetos das universidades precisam estar cada vez mais voltados às demandas do mercado”. Leonardo Fabretti Santos Matos, também do curso de Engenharia Química, mencionou que “o evento propôs uma forma inovadora e ousada de se realizarem pesquisas nas universidades, sendo muito mais orientadas pelas demandas do meio empresarial. Os pesquisadores descobrem que poderão firmar parcerias com empresários, trocarem know how tecnológico por meio de consultorias e possivelmente criarem novos negócios. Em suma, posso dizer que ocorreu a valorização do pesquisador com amplo perfil empreendedor”.
 

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